Desde ontem, graças ao Vasco, não leio desgraça nos jornais. Claro que o resultado para os vascaínos foi um sucesso funesto, mais não estou falando nisso. Falo de tudo o que resta aos brasileiros nos jornais matutinos... Suportar desgraças diárias!!!
Os tradicionalistas podem não gostar, mas a tendência de alguns de nós, brasileiros, para o catastrofismo é uma das heranças culturais lusitanas que persiste na, digamos assim, “mentalidade nacional média”. Eu disse “média” e não mediana, pois esse tipo de mentalidade é característico, particularmente, dos extratos médios da sociedade, incluindo políticos, intelectuais, jornalistas e formuladores de opinião. Bom... É só ler jornal para ver que isso é uma verdade!
Entre um café e outro no trabalho, uma amiga, vendo as notícias num portal noticioso disparou um comentário simplesmente primaz: “agora que acabaram as eleições, o Vasco foi para a segundona, o Obama ganhou e o César Maia perdeu, o que a imprensa noticiará?”.
De fato, num país - melhor “num planeta” - onde a imprensa vive da desgraça e da miséria, é uma afirmação realmente pertinentíssima. Desgraça vende jornais, dá audiência a moribundos e decadentes telejornais, dá visibilidade a revistas oportunistas e golpistas. Em suma: desgraça vende.
Mas, dinheiro à parte, por que a desgraça atrai tanto? Eu diria que, apesar da moral cristã agindo durante quase dois milênios sobre o Ocidente, o mal continua sendo gerado pelo homem e por ele mesmo posto dentro de si.
Evitando os maniqueísmos, uma definição de mal: não uma força etérea como quer a religião e o misticismo de maneira geral, mas sim qualquer ação que perverta uma situação e a torne nociva para os eventuais participantes; ou uma idéia que perverta ou deprima os ânimos e o fluxo de pensamentos, que desvie os raciocínios do considerado senso crítico pela via da comoção; apresentar desgraças em série é subverter o senso crítico pela comoção, povo comovido faz liames estúpidos, procuram culpados para faltas coletivas e por aí vai.
Assim, queridos vascaínos, muito obrigados! E agradeço sem nenhum falso moralismo, afirmando que toparia ver meu querido Flamengo passando pelo mesmo, caso isso fosse sinônimo de um bom tempo sem ler desgraças pela manhã.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Mercado de carbono: negócio rentável e eficiente
A principal causa das mudanças climáticas pelas quais o planeta tem passado é o aumento da concentração de gases que provocam o efeito estufa, capaz de aprisionar o calor na atmosfera. Dentre eles estão o dióxido de carbono (CO2), formado a partir da associação entre o carbono – um dos principais constituintes da vida e um dos dez elementos químicos mais abundantes do universo, presente em todas as substâncias orgânicas – e o oxigênio. Sem o dióxido de carbono e outros gases de efeito estufa, a Terra seria um planeta congelado.
Veja mais: http://www.revistafilantropia.com.br/rf/
Veja mais: http://www.revistafilantropia.com.br/rf/
Como fazer para durar o amor
Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse:
- Como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pega num pouco de areia e fecha a mão com força...
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia se escapava.
- Mamãe, mas assim a areia cai!!!
- Eu sei, agora abre completamente a mão...
A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!
A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:
- Agora pega outra vez num pouco de areia e mantenha na mão semi-aberta como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.
A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento.
Fonte: http://www.dejovu.com/mensagens/ver/?173
- Como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pega num pouco de areia e fecha a mão com força...
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia se escapava.
- Mamãe, mas assim a areia cai!!!
- Eu sei, agora abre completamente a mão...
A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!
A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:
- Agora pega outra vez num pouco de areia e mantenha na mão semi-aberta como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.
A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento.
Fonte: http://www.dejovu.com/mensagens/ver/?173
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Hoje não irei implicar com o Vasco...
Deixarei isso para eles: http://desciclopedia.eu/wiki/Clube_de_Regatas_Vasco_da_Gama
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Petrobras pede seu desligamento do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social. Companhia é alvo de campanha articulada contra sua imagem
Para restabelecer a verdade dos fatos quanto a notícias divulgadas na imprensa sobre o teor de enxofre no óleo diesel, a Petrobras afirma que vem sendo alvo de uma campanha articulada com o objetivo de atingir a imagem da Companhia e questionar a seriedade e eficiência de sua administração.
Por entender que o grupo de pessoas e entidades responsável por essa campanha contra a Companhia encontra respaldo no Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, cujo conselho deliberativo é presidido por um de seus integrantes, a Petrobras, em respeito a todos os seus públicos de interesse e em conformidade com sua postura de responsabilidade social, decidiu hoje pelo seu desligamento da entidade.
O grupo de pessoas que atua de forma deliberada e difamatória contra a Petrobras é composto por integrantes das Secretarias de Meio Ambiente dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Cidade de São Paulo, e de algumas organizações não-governamentais que se intitulam representantes da sociedade civil de São Paulo.
Entre outras afirmações mentirosas, o grupo diz que a Petrobras descumpre uma resolução Conama que não existe. O grupo mente ainda ao dizer que a Petrobras descumpre um Termo de Ajuste de Conduta - TAC igualmente inexistente que obrigaria a Companhia a ajustes na sua conduta supostamente indevida.
Resolução Conama
Ao contrário do que esse grupo tem afirmado, a Resolução Conama 315/2002 não trata sobre composição de combustíveis, muito menos sobre teores de enxofre no diesel, e sim sobre nível de emissões que os veículos, produzidos no Brasil ou importados, deverão apresentar a partir de janeiro de 2009. É portanto insustentável a afirmação de que a Petrobras estaria desrespeitando essa resolução.
A regulamentação sobre composição de combustíveis é competência da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis - ANP, que a fez na Resolução ANP nº 32 de 16 de outubro de 2007. Logo após, a Petrobras anunciou que fornecerá diesel com 50 ppm (partículas por milhão) de enxofre, a partir de janeiro de 2009, para os veículos que adotarem a tecnologia adequada às exigências da fase P-6 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - Proconve.
O Juiz José Carlos Motta, da 19ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo, em decisão liminar proferida em 15 de setembro de 2008 determinou "...à Petrobras, que forneça o diesel S-50 em quantidade suficiente ao abastecimento dos veículos novos a serem introduzidos no mercado consumidor a partir de 1 de janeiro de 2009, em pelo menos uma bomba em cada ponto de comercialização de combustível; ...". E acrescentou em 2 de outubro deste mesmo ano "...Nesta linha de raciocínio e para completar a decisão embargada esclareço que a embargante, neste feito, afirmou e reafirma agora o compromisso público de disponibilizar às distribuidoras o volume necessário de Diesel S-50 comercial para atender a frota de veículos da fase P6 do Proconve - novos - e dotados de tecnologias restritas à utilização de tal espécie de combustível." Essa decisão referendou posições e práticas que a Petrobras vem adotando.
Cabe ressaltar que a Procuradora da República, Ana Cristina Bandeira Lins, em carta ao jornal Gazeta Mercantil em 12 de novembro de 2008 afirma textualmente "Um engano muito grande é dizer que há uma norma exigindo a distribuição exclusiva de óleo Diesel S-50 em todo o País." Em outra carta, publicada pela Folha de S. Paulo em 29 de novembro de 2008, diz que "a cada dia convenço-me mais que essa briga não tem nenhum cunho ambiental; é apenas uma guerra partidária."
Qualidade do ar de São Paulo
A afirmação de que a atual quantidade de enxofre no diesel é a única responsável pela qualidade do ar e a conseqüente ocorrência de graves doenças respiratórias da população brasileira é questionável, mesmo no âmbito metropolitano. Além disso, segundo relatório da Cetesb de 2007, o principal problema para a qualidade do ar de São Paulo é o ozônio, que não está diretamente relacionado com o teor de enxofre do óleo diesel. Quanto ao material particulado, que tem relação com o teor de enxofre do diesel, os índices de São Paulo estão aceitáveis, abaixo dos limites do Conama.
Assim, é enganoso afirmar-se que apenas reduzindo o teor de enxofre do diesel resolveremos o problema da qualidade do ar. Primeiro porque o enxofre influencia somente o material particulado. Segundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde - OMS, a queima de matéria orgânica gera também material particulado e não é possível diferenciar a toxidade dessas duas origens. Terceiro, o diesel com 50 ppm de enxofre só é efetivo quando utilizado em motores com tecnologia avançada P-6, como os que seriam produzidos para atender a Resolução 315. Quarto e último, a qualidade do ar é influenciada por diversos fatores tais como: idade e tamanho da frota automotora, tecnologia dos motores, sistema viário, condição de manutenção da frota, programas de inspeção e renovação da frota, entre outros.
Diálogo e acordo
O grupo de pessoas e entidades sustenta outra inverdade, a de que a Petrobras tenha se furtado a dialogar com a sociedade sobre emissões veiculares. Esse diálogo ocorreu em vários fóruns e oportunidades, entre eles a Conferência Internacional do Instituto Ethos 2008, da qual a Petrobras foi patrocinadora e que contou com a presença de vários integrantes desse grupo.
Fonte: PETROBRAS
Por entender que o grupo de pessoas e entidades responsável por essa campanha contra a Companhia encontra respaldo no Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, cujo conselho deliberativo é presidido por um de seus integrantes, a Petrobras, em respeito a todos os seus públicos de interesse e em conformidade com sua postura de responsabilidade social, decidiu hoje pelo seu desligamento da entidade.
O grupo de pessoas que atua de forma deliberada e difamatória contra a Petrobras é composto por integrantes das Secretarias de Meio Ambiente dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Cidade de São Paulo, e de algumas organizações não-governamentais que se intitulam representantes da sociedade civil de São Paulo.
Entre outras afirmações mentirosas, o grupo diz que a Petrobras descumpre uma resolução Conama que não existe. O grupo mente ainda ao dizer que a Petrobras descumpre um Termo de Ajuste de Conduta - TAC igualmente inexistente que obrigaria a Companhia a ajustes na sua conduta supostamente indevida.
Resolução Conama
Ao contrário do que esse grupo tem afirmado, a Resolução Conama 315/2002 não trata sobre composição de combustíveis, muito menos sobre teores de enxofre no diesel, e sim sobre nível de emissões que os veículos, produzidos no Brasil ou importados, deverão apresentar a partir de janeiro de 2009. É portanto insustentável a afirmação de que a Petrobras estaria desrespeitando essa resolução.
A regulamentação sobre composição de combustíveis é competência da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis - ANP, que a fez na Resolução ANP nº 32 de 16 de outubro de 2007. Logo após, a Petrobras anunciou que fornecerá diesel com 50 ppm (partículas por milhão) de enxofre, a partir de janeiro de 2009, para os veículos que adotarem a tecnologia adequada às exigências da fase P-6 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - Proconve.
O Juiz José Carlos Motta, da 19ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo, em decisão liminar proferida em 15 de setembro de 2008 determinou "...à Petrobras, que forneça o diesel S-50 em quantidade suficiente ao abastecimento dos veículos novos a serem introduzidos no mercado consumidor a partir de 1 de janeiro de 2009, em pelo menos uma bomba em cada ponto de comercialização de combustível; ...". E acrescentou em 2 de outubro deste mesmo ano "...Nesta linha de raciocínio e para completar a decisão embargada esclareço que a embargante, neste feito, afirmou e reafirma agora o compromisso público de disponibilizar às distribuidoras o volume necessário de Diesel S-50 comercial para atender a frota de veículos da fase P6 do Proconve - novos - e dotados de tecnologias restritas à utilização de tal espécie de combustível." Essa decisão referendou posições e práticas que a Petrobras vem adotando.
Cabe ressaltar que a Procuradora da República, Ana Cristina Bandeira Lins, em carta ao jornal Gazeta Mercantil em 12 de novembro de 2008 afirma textualmente "Um engano muito grande é dizer que há uma norma exigindo a distribuição exclusiva de óleo Diesel S-50 em todo o País." Em outra carta, publicada pela Folha de S. Paulo em 29 de novembro de 2008, diz que "a cada dia convenço-me mais que essa briga não tem nenhum cunho ambiental; é apenas uma guerra partidária."
Qualidade do ar de São Paulo
A afirmação de que a atual quantidade de enxofre no diesel é a única responsável pela qualidade do ar e a conseqüente ocorrência de graves doenças respiratórias da população brasileira é questionável, mesmo no âmbito metropolitano. Além disso, segundo relatório da Cetesb de 2007, o principal problema para a qualidade do ar de São Paulo é o ozônio, que não está diretamente relacionado com o teor de enxofre do óleo diesel. Quanto ao material particulado, que tem relação com o teor de enxofre do diesel, os índices de São Paulo estão aceitáveis, abaixo dos limites do Conama.
Assim, é enganoso afirmar-se que apenas reduzindo o teor de enxofre do diesel resolveremos o problema da qualidade do ar. Primeiro porque o enxofre influencia somente o material particulado. Segundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde - OMS, a queima de matéria orgânica gera também material particulado e não é possível diferenciar a toxidade dessas duas origens. Terceiro, o diesel com 50 ppm de enxofre só é efetivo quando utilizado em motores com tecnologia avançada P-6, como os que seriam produzidos para atender a Resolução 315. Quarto e último, a qualidade do ar é influenciada por diversos fatores tais como: idade e tamanho da frota automotora, tecnologia dos motores, sistema viário, condição de manutenção da frota, programas de inspeção e renovação da frota, entre outros.
Diálogo e acordo
O grupo de pessoas e entidades sustenta outra inverdade, a de que a Petrobras tenha se furtado a dialogar com a sociedade sobre emissões veiculares. Esse diálogo ocorreu em vários fóruns e oportunidades, entre eles a Conferência Internacional do Instituto Ethos 2008, da qual a Petrobras foi patrocinadora e que contou com a presença de vários integrantes desse grupo.
Fonte: PETROBRAS
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Este é o cara!
Jabuti Jonathan é o animal mais velho do mundo!
Batizado de Jonathan por Sir Spencer Davis, governante da ilha em 1930, o jabuti tem uma idade estimada de 176 anos. Quando o animal nasceu, em 1832, o Brasil era uma nação independente fazia apenas 10 anos, e o imperador d. Pedro II era apenas uma criança de sete anos.

Uma fotografia em preto e branco feita na Ilha de Santa Helena em 1900 é a chave para a descoberta do animal vivo mais velho do mundo. A imagem, feita durante a Guerra dos Bôeres – em que a Inglaterra anexou os territórios Transvaal e Orange, no nordeste da África do Sul –, mostra o jabuti em um gramado da Ilha de Santa Helena, que fica no sul do Oceano Atlântico.
Fonte: G1
PEGUEI A VASSOURA E FUI VARRER A CASA
Recebi este texto por e-mail... Elaborado por Edison Borba, da Equipe do Projeto Inovar para Crescer, sofrido e verdadeiro, mostrando uma realidade que muitos não querem ver.
-"Pedi para enterrarem minha mulher grávida, junto com minha filha de três anos. Elas morreram soterradas e abraçadas. Eu não quis separá-las".
...Palavras de um homem, suposto morador de Santa Catarina, uma das vítimas das chuvas, descrevendo a sua tragédia.
Sexta-feira, 28 de novembro. Mais um final de semana. Mais um final de mês. Voltei do banco, onde fui pagar mais uma conta, entre tantas que tenho que pagar todos os meses. Ainda faltam dois dias para terminar o mês e o dinheiro já terminou. Agora é usar cheque especial, cartão de crédito e outros artifícios que nos ajudam a empurrar mais uma conta, mais uma dívida para mais adiante. Mais, mais, mais e mais!
Foi com esse desânimo, que voltei para casa. A semana foi cansativa, cheia de afazeres. Idas e vindas a diversos lugares. Uma semana de chuva. Muita chuva! Chuva persistente. Chuva teimosa. Brincando com o sol. Brincando com a gente. Fazendo poças, que irão se transformar em piscinas para os mosquitos. Mais um verão de sol, praia, turistas, biquínis, gente bronzeada e dengue.
Tudo isso e muito (muito) mais. "Coisas" pequenas, problemas do dia-a-dia, que somados, nos fazem ter vontade de sumir ou sucumbir nesta cidade que ainda é maravilhosa.
Foi com esse humor, ou melhor, mau humor, que liguei a TV. O apresentador, após amedrontar a todos com a queda das bolsas e os perigos que a crise americana está trazendo para o nosso modesto salário, iniciou uma detalhada explicação sobre as enchentes no estado de Santa Catarina. Casas destruídas, lama, água, lágrimas, barro, móveis, roupas, água, destruição, choro, chuva, gente, entulho, sujeira, barcos, soldados, solidariedade, medo, crianças, corpos, morte, dignidade, ruas, água e água, barranco, barreiras, estradas, veículos, prejuízos, comida, fome, sede, tristeza, chuva e chuva, lamentos, sofrimentos, ajuda, isolamento, solidariedade, doentes, perdas, sonhos, paredes, pertences, saques, aproveitadores, dinheiro, banco, conta, ajuda, desconfiança, canoas, lixo, rato, crianças, mulheres, bebês, homens, rostos, confiança, fé, dignidade, esperança, conformismo - Deus!
Mergulhei neste mar de informações. Tristes detalhes de vidas rompidas e sonhos interrompidos. Famílias desfeitas e casas destruídas. Desconstruções das construções humanas.
O barro cobrindo vidas. Enterrando famílias. Soterrando cidades.
Foi nessa complexidade de informações e emoções, que ele apareceu na tela da TV. Rosto sofrido. Olhos sem lágrimas. Um conformismo cortante. Um homem sem nada. Tudo que lhe pertencia, a chuva levou. O barro enterrou. Documentos, móveis, fotos, panelas, roupas, sonhos, esperanças, pequenas lembranças acumuladas em toda a sua vida. Brinquedos da filha, retratos da família, cheiro de casa, perfume da mulher, o gosto da comida caseira, os risos, as vozes, os cantares, os sons, as cores, a vida que foi vivida.
-"Pedi para enterrarem minha mulher grávida, junto com minha filha de três anos. Elas morreram soterradas e abraçadas. Eu não quis separá-las".
Minha sexta-feira difícil! Meus problemas da semana! Meus questionamentos! Minhas dívidas! Minhas dúvidas! O que fazer com tudo o que aconteceu comigo, diante daquele homem.
Peguei a vassoura e fui varrer a casa!
-"Pedi para enterrarem minha mulher grávida, junto com minha filha de três anos. Elas morreram soterradas e abraçadas. Eu não quis separá-las".
...Palavras de um homem, suposto morador de Santa Catarina, uma das vítimas das chuvas, descrevendo a sua tragédia.
Sexta-feira, 28 de novembro. Mais um final de semana. Mais um final de mês. Voltei do banco, onde fui pagar mais uma conta, entre tantas que tenho que pagar todos os meses. Ainda faltam dois dias para terminar o mês e o dinheiro já terminou. Agora é usar cheque especial, cartão de crédito e outros artifícios que nos ajudam a empurrar mais uma conta, mais uma dívida para mais adiante. Mais, mais, mais e mais!
Foi com esse desânimo, que voltei para casa. A semana foi cansativa, cheia de afazeres. Idas e vindas a diversos lugares. Uma semana de chuva. Muita chuva! Chuva persistente. Chuva teimosa. Brincando com o sol. Brincando com a gente. Fazendo poças, que irão se transformar em piscinas para os mosquitos. Mais um verão de sol, praia, turistas, biquínis, gente bronzeada e dengue.
Tudo isso e muito (muito) mais. "Coisas" pequenas, problemas do dia-a-dia, que somados, nos fazem ter vontade de sumir ou sucumbir nesta cidade que ainda é maravilhosa.
Foi com esse humor, ou melhor, mau humor, que liguei a TV. O apresentador, após amedrontar a todos com a queda das bolsas e os perigos que a crise americana está trazendo para o nosso modesto salário, iniciou uma detalhada explicação sobre as enchentes no estado de Santa Catarina. Casas destruídas, lama, água, lágrimas, barro, móveis, roupas, água, destruição, choro, chuva, gente, entulho, sujeira, barcos, soldados, solidariedade, medo, crianças, corpos, morte, dignidade, ruas, água e água, barranco, barreiras, estradas, veículos, prejuízos, comida, fome, sede, tristeza, chuva e chuva, lamentos, sofrimentos, ajuda, isolamento, solidariedade, doentes, perdas, sonhos, paredes, pertences, saques, aproveitadores, dinheiro, banco, conta, ajuda, desconfiança, canoas, lixo, rato, crianças, mulheres, bebês, homens, rostos, confiança, fé, dignidade, esperança, conformismo - Deus!
Mergulhei neste mar de informações. Tristes detalhes de vidas rompidas e sonhos interrompidos. Famílias desfeitas e casas destruídas. Desconstruções das construções humanas.
O barro cobrindo vidas. Enterrando famílias. Soterrando cidades.
Foi nessa complexidade de informações e emoções, que ele apareceu na tela da TV. Rosto sofrido. Olhos sem lágrimas. Um conformismo cortante. Um homem sem nada. Tudo que lhe pertencia, a chuva levou. O barro enterrou. Documentos, móveis, fotos, panelas, roupas, sonhos, esperanças, pequenas lembranças acumuladas em toda a sua vida. Brinquedos da filha, retratos da família, cheiro de casa, perfume da mulher, o gosto da comida caseira, os risos, as vozes, os cantares, os sons, as cores, a vida que foi vivida.
-"Pedi para enterrarem minha mulher grávida, junto com minha filha de três anos. Elas morreram soterradas e abraçadas. Eu não quis separá-las".
Minha sexta-feira difícil! Meus problemas da semana! Meus questionamentos! Minhas dívidas! Minhas dúvidas! O que fazer com tudo o que aconteceu comigo, diante daquele homem.
Peguei a vassoura e fui varrer a casa!
O Mercado de Petróleo e as Perspectivas da Petrobras
Por Adriano Pires
Em novembro, os preços futuros (contratos 1 mês) do petróleo tipo Brent e WTI atingiram em média US$ 56,16/b e US$ 57,61/b respectivamente, caindo 26% em relação ao preço médio verificado em outubro .
Ao longo do mês observou-se novamente a queda nos preços do petróleo Brent e WTI, que atingiram no final do mês US$ 53,49 e US$ 54,43 respectivamente. Esses valores representam queda de 63% em relação aos preços máximos atingidos em 03 de julho de 2008, quando fecharam em US$ 146,08 (Brent) e US$ 145,29 (WTI). A explicação principal para essa queda é a atual crise financeira mundial que provoca uma expectativa de redução no consumo de petróleo e derivados nos próximos anos, dado o atual cenário de desaceleração do crescimento econômico global.
Veja mais:
http://oglobo.globo.com/blogs/adriano/post.asp?t=o_mercado_de_petroleo_as_perspectivas_da_petrobras&cod_Post=144736&a=72
Em novembro, os preços futuros (contratos 1 mês) do petróleo tipo Brent e WTI atingiram em média US$ 56,16/b e US$ 57,61/b respectivamente, caindo 26% em relação ao preço médio verificado em outubro .
Ao longo do mês observou-se novamente a queda nos preços do petróleo Brent e WTI, que atingiram no final do mês US$ 53,49 e US$ 54,43 respectivamente. Esses valores representam queda de 63% em relação aos preços máximos atingidos em 03 de julho de 2008, quando fecharam em US$ 146,08 (Brent) e US$ 145,29 (WTI). A explicação principal para essa queda é a atual crise financeira mundial que provoca uma expectativa de redução no consumo de petróleo e derivados nos próximos anos, dado o atual cenário de desaceleração do crescimento econômico global.
Veja mais:
http://oglobo.globo.com/blogs/adriano/post.asp?t=o_mercado_de_petroleo_as_perspectivas_da_petrobras&cod_Post=144736&a=72
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
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