quinta-feira, 16 de abril de 2009

Petrobras e Inmetro apresentam primeiros veículos com etiquetas que indicam o consumo de combustível

A Petrobras e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) apresentam, nesta sexta-feira (17/4), às 15h, na sede da Federação das Indústrias de São Paulo, os primeiros veículos participantes do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular. A partir deste mês, o consumidor poderá escolher o carro que melhor atende sua necessidade, comparando os modelos disponíveis quanto à economia de combustível, a partir de etiquetas que indicam o consumo de cada um. A cerimônia será transmitida ao vivo pelo site da Federação das Indústrias de São Paulo.


O evento terá as presenças do gerente executivo de Desenvolvimento Energético da área de Gás e Energia da Petrobras e secretário executivo adjunto do Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet), Mozart Schmitt de Queiroz, e do presidente do Inmetro, João Jornada, que representará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Representantes dos Ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente, da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e da Associação Brasileira de Empresas Importadoras de Veículos Automotivos (Abeiva) também estarão presentes.


Cinco fabricantes, que representam cerca de 50% das vendas do mercado brasileiro de automóveis, aderiram voluntariamente ao Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBE). As informações a respeito da eficiência energética dos veículos poderão ser consultadas na Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), que será afixada opcionalmente pelas montadoras nos carros. Os dados também estarão disponíveis na tabela que será publicada nos sítios do Inmetro e do Conpet no dia 17 de abril, a partir das 17h.


O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular é uma iniciativa do Inmetro em parceria com o Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet), instituído pelo Ministério de Minas e Energia. O Conpet é implementado pela Petrobras com o objetivo de desenvolver ações que promovam uma cultura antidesperdício e estimulem o uso racional dos combustíveis em residências, indústrias e no transporte. A Petrobras já participa do Programa Brasileiro de Etiquetagem, coordenado pelo Inmetro, para fogões e aquecedores de água a gás.


O PBE Veicular também tem a participação do Ministério de Minas e Energia (MME), da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental de São Paulo (Cetesb), do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Melo da Petrobras (Cenpes) e da indústria automobilística. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e da Associação Brasileira de Empresas Importadoras de Veículos Automotivos (Abeiva).


O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular foi lançado em novembro de 2008, no Salão do Automóvel, em São Paulo, pelo Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge. O PBE Veicular inclui o Brasil na lista dos países que desenvolvem programas de eficiência energética e de uso racional de combustível em veículos como Estados Unidos, Japão, Austrália, China, Canadá, Cingapura e países da União Européia. A experiência mundial mostra que esses programas, voluntários ou compulsórios, induzem à fabricação de veículos mais eficientes, beneficiando o consumidor e o meio ambiente.


Fonte: Comunicação Petrobras


Clube de Comunicação convida para a palestra/papo: A Inteligência Emocional e o Autoconhecimento

"O ser humano necessita se comunicar. Não é possível mais viver sozinho, sem perceber ou se deixar influenciar pela existência dos outros".

A palestrante: Lilly Paes Barreto é formada em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda; Licenciada em Letras/Inglês (English Language Institute da Universidade de Michigan). Sócia diretora da ACTION LINE Assessoria de Empresas. Publicou artigos, crônicas e reportagens em jornais americanos, no Japão, e em revistas especializadas brasileiras. Planeja e realiza palestras e seminários comportamentais.

Fundadora e sócia da Action Line Assessoria de Empresas, Lilly atua em Recursos Humanos e Treinamento / Desenvolvimento Comportamental.

Data: 30 de abril (5ª. feira)

Horário: 19h

Local: Restaurante Graça da Vila, Rua do Catete 133 ( 2º piso), próximo da Estação do Metrô, Catete.

Lilly Paes Barreto é autora do livro "Como se livrar de um executivo incômodo", publicado pela Editora Litteris, aborda, de forma leve e bem humorada, situações que ocorrem nas empresas e são vivenciadas por uma gama de executivos e outros profissionais. No caso da crônica que intitula o livro, a pessoa incômoda é um executivo do qual a empresa quer se livrar, mas hesita em demiti-lo porque ele é, justamente, um bom profissional.

Lilly planeja e realiza cursos e workshops abertos, fechados e à distância, direcionados a aperfeiçoar o trabalho do staff e dirimir problemas de relacionamento entre colegas de trabalho, entre a direção e o staff e entre a gerência e a diretoria

Favor confirmar presença pelos e-mails: tsantos@tfscomunicacao.com.br; better@background.com.br;

Fonte: Terezinha Santos / Gilson Campos / Bette Romero

Energia nuclear pode ser a solução para o aquecimento global

Considerado o maior ambientalista do mundo, o britânico James Lovelock, defende a ídeia de que a saída para o aquecimento global é a energia nuclear.

Acompanhe a entrevista do cientista: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1000765-7823-ENERGIA+NUCLEAR+PODE+SER+A+SOLUCAO+PARA+O+AQUECIMENTO+GLOBAL,00.html

O religioso e os filhos

Narra antiga lenda que um religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família: uma esposa admirável e dois filhos queridos.

Certa vez empreendeu longa viagem, ausentando-se do lar por vários dias. No período, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados. A mãe sentiu o coração dilacerado de dor.

No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura. Mas, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia? Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção. Lembrou-se de fazer uma prece, rogando a Deus auxílio para resolver a difícil questão.

Alguns dias depois, num final de tarde, o religioso retornou ao lar. Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos. Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.

Alguns minutos depois, estavam ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos. A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido:

- Deixe os filhos. Primeiro quero que você me ajude a resolver um problema que considero grave.

O marido, já um pouco preocupado, perguntou:

- O que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.

- Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo! O problema é esse... Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?

- Ora, mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades! Por que isso agora?

- É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!

- Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las.

- Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!

E o religioso respondeu com firmeza:

- Ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo! Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.

- Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito. As jóias preciosas eram nossos filhos. Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem Ele veio buscá-los. Eles se foram...

O religioso compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram muitas lágrimas.

Confira: http://www.dejovu.com

Fabiano Nascimento no BNDES

Fabiano Nascimento sai da MULTIRIO, onde produzi por dois anos o "Rio, a cidade", e entra no dia 4 de maio na área de comunicação do BNDES.

Novos horizontes, novas possibilidades!
Boa sorte!

Fonte: Fabiano Nascimento - fabianosilva@hotmail.com (e-mail e MSN)

ANDREI BASTOS no Jornal Visual da TV Brasil

Amanhã, dia 17, o Jornal Visual da TV Brasil vai apresentar, às 12h25m, uma entrevista de ANDREI BASTOS sobre o projeto do Plano Nacional pela Primeira Infância e as crianças com deficiência.

Não perca!

Fonte: ANDREI BASTOS - http://blog.andrei.bastos.nom.br

quarta-feira, 15 de abril de 2009

É muito mais fácil disfarçar um problema financeiro...

Qual é o seu problema? Por que fazer o dinheiro sobrar e trabalhar para você? Estas são algumas perguntas que comumente faço hoje em dia. A primeira, incisiva e objetiva, gera as mais diversas reações com quem estou conversando. A segunda, mais profunda e que envolve objetivos e metas pessoais, sempre vem acompanhada de um breve silêncio. Como você reagiria diante destas perguntas?

Quero discutir neste texto o instinto de defesa que criamos diante de uma realidade adversa. Este instinto transforma-se na negação. Uma reflexão simples é capaz de explicar meu ponto de vista sobre a questão: quando procuramos, por livre e espontânea vontade, um pronto-socorro ou um médico, estamos aceitando (e assumindo) que temos um problema de saúde. Com o dinheiro, nem sempre somos tão sinceros e inteligentes. Por que?

Aprendi que problemas sempre têm solução. Mais, aprendi que para resolvê-los é preciso enxergá-los, encará-los. Isso soa como simples obviedade, hipocrisia ou moralismo para você? Cuidado com as conclusões sobre sua própria capacidade de sanar seus problemas financeiros, pois é justamente a negação o maior perigo das famílias endividadas.

A negação é invisível e gradual! E acho que estou aqui, 01h37 do dia 16 de abril, de 2009, escrevendo este texto, exatamente por isso!!!

É muito mais fácil disfarçar um problema financeiro que um importante sintoma de saúde deficiente, não acha? Transformar o tema “dinheiro” em algo único e exclusivo de seus momentos em frente ao espelho pode ser muito perigoso. Quando estamos sozinhos, fica fácil criar justificativas para nossos recentes atos, além de falsas metas, esquecidas quando agimos em sociedade ou junto da família.

A negação tem outra característica ainda mais nociva: sozinhos, raramente percebemos que nossas decisões são capazes (e muitas vezes responsáveis) de atrapalhar nossos planos de longo prazo. O efeito gradual do “está tudo bem” nos impede de atacar as questões que colocam em risco a saúde financeira da família. O dia passa, a semana termina, o mês finalmente avança. Parece estar “tudo bem”. Parece!

Escutei hoje na CBN o Sr. Dave Ramsey, especialista norte-americano em finanças pessoais e criador da metodologia My Total Money Makeover, dizer que sempre faz o seguinte comentário em seus programas semanais, veiculados em diversas rádios de lá:

“É comum perdermos gradualmente nossa saúde física, mental e financeira. Soa como um cliché, mas isso acontece porque o inimigo do ‘melhor’ não é ‘o pior’. O inimigo do ‘melhor’ é o ‘está tudo bem’. Negar impede que possamos realmente enxergar os problemas”

Notou o uso da palavra gradualmente? É cômodo aceitar as coisas como elas estão, sem discutir as possibilidades de transformá-las. Inúmeros indivíduos encontram-se acomodados em sua zona de conforto, mesmo reconhecendo que ela não é confortável o bastante. Será que decidir mudar é tão mais difícil do que desistir de mudar? Infelizmente, sim!

Desistir de mudar! Acredite, este é o primeiro obstáculo de quem realmente precisa melhorar sua vida financeira. Qualquer tentativa de ajustar o orçamento doméstico, de investir melhor seu dinheiro serão meros modismos se não há razão para o esforço contínuo. Quando a questão não é apenas a quantidade de dívidas, mas também sua reação diante delas, a coisa fica mais séria.

Caímos, agora sim, na segunda pergunta lá do primeiro parágrafo. Por que fazer o dinheiro sobrar? Porque vale a pena. Porque criar oportunidades é uma opção disponível para todos. Porque é interessante. Porque é gostoso. Porque faz bem.

Preencher uma planilha de controle de gastos (e como eu tento fazer isso...) é uma tarefa fácil, embora trabalhosa. O verdadeiro obstáculo não está na complexidade das variáveis financeiras disponíveis no mercado ou nas ferramentas cada vez mais completas, mas no desinteresse pelo tema, vivido por grande parte da população. Ter razões suficientemente fortes para investir e poupar significa pensar no futuro da família. Sobreviver diante da frustração, causada por aquele desejo ainda não realizado, é sinal de maturidade.

Nenhuma ferramenta de apoio financeiro funciona sem que existam objetivos, metas e alguma maturidade.

Se tudo que escrevi parece óbvio, cuidado! Há muito mais psicologia na economia do que podemos acreditar. Ignorar isso é, de novo, dar abrigo à negação.

Vai por mim... Sei do que estou falando!!!

terça-feira, 14 de abril de 2009

COPPE-UFRJ promove curso de extensão em elaboração e monitoramento de projetos sociais

A COPPE-UFRJ, associada ao COEP Nacional, promove curso de extensão a distância para profissionais e gestores de empresas não-governamentais. O curso objetiva familiarizar o aluno com técnicas e metodologias para elaboração, monitoramento e avaliação de projetos sociais, valorizando a dimensão comunicativa dos projetos e enfatizando a formulação e seleção de indicadores apropriados para monitoramento e avaliação.

As inscrições para o curso extensão são feitas através do site do Laboratório de Tecnologia e Desenvolvimento Social do Programa de Engenharia de Produção da COPPE (http://www.coppe.ufrj.br/) e vão até 11 de maio. O curso tem início previsto para o dia 15 de junho.

O curso destina-se a profissionais de organizações governamentais e não-governamentais, e também a alunos de cursos superiores que estejam interessados em planejamento e desenvolvimento de projetos sociais.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Karaoke para surdo e mudo

Um menino de futuro...

O que o anjo faria com aquele menino desleixado?

Era uma vez um menino muito desleixado e mal-educado. Se tirava, não guardava. Se guardava, era de qualquer jeito. Se tirava a roupa, onde caía, ficava. Escovava mal escovado, quando escovava. Penteava atrapalhado.

Seus pais tentavam fazer com que ele melhorasse. E falavam no seu ouvido. E falavam de novo. E filho isso, filho aquilo, faça assim, nao faça assado. Mas ele não melhorava, nem um pouquinho que fosse.

Porém, o menino tinha um anjo da guarda muito paciente e bom (haverá algum que não seja?), que se preocupava com ele. O anjo sabia que, se o menino continuasse assim, seria muito ruim para ele. Já havia tentado aparecer nos seus sonhos, sem resultado. Então o anjo tomou uma decisão: iria aparecer de verdade para o menino. É, anjos não costumam aparecer, mas podem quando querem. E ele assim o fez.

Um dia, o menino tomava seu banho (desleixado) quando chamou sua atenção uma luz suave entrando pela pequena janela do banheiro. Seu coração bateu mais forte: a luz foi tomando forma, a forma de um moço bonito, com belas asas brancas e vestido com uma bata azul, suspenso no ar. O garoto não sabia se gritava, se pegava a toalha ou se corria, e ficou imóvel, de boca aberta e olhos arregalados, olhando o anjo.

O anjo fez um sinal para o menino fechar a torneira do chuveiro, e ele o fez. Em seguida apontou para a parede, onde começaram a surgir imagens, como num filme. Ao se ver no filme, o menino se interessou, e até se esqueceu de perguntar quem era o anjo. Esqueceu-se até de que estava pelado.

E o menino viu, nas imagens muito coloridas do filme, ele mesmo. Não o menino desleixado e
mal-educado. O que ele viu foi a si mesmo guardando suas roupas no armário. Viu-se escovando muito bem os dentes, e viu estes muito brancos e bonitos. E se viu brincando e também organizando seus brinquedos. Viu-se brincando na terra e depois colocando as roupas sujas no cesto de roupa para lavar. Viu-se respeitando os mais velhos, e também os mais novos. Viu também como tinha tempo para estudar e para brincar. E viu mais: viu como seus pais ficavam satisfeitos com ele. Viu como tinha muitos amigos, e como os amigos gostavam dele, e os pais dos amigos também gostavam dele.

E o filme continuou a passar, com cores bonitas. O menino do filme foi crescendo.Passando de ano na escola com boas notas. Brincando, na hora de brincar. Namorando, na hora de namorar. Ajudando nas coisas da sua casa. Tudo com muito capricho e cuidado. Viu-se também ajudando pessoas, e sendo ajudado. Em cada idade, muitos amigos e amigas, e uma expressao feliz. Viu-se também errando algumas vezes, e aprendendo muitas coisas interessantes com os erros. E viu que ele também estava mais satisfeito consigo mesmo. Eram tantas coisas bonitas que o menino sentiu vontade de entrar no filme.

De repente, ao lado desse filme surgiu outro filme, com imagens bem diferentes, que o garoto conhecia muito bem. Nestas novas imagens aparecia ele, o garoto desleixado, escovando mal os dentes. Tratando mal as pessoas. Fazendo seus deveres de qualquer jeito. Quando o garoto do segundo filme começou a crescer, repetindo o ano na escola e com os dentes cariados, o menino, desviando o olhar das imagens, tapou os olhos com as mãos. O anjo viu que ele tinha percebido o que iria aparecer ali, e as imagens do segundo filme foram enfraquecendo, enquando o primeiro filme ficava ainda mais belo.

Nesse momento, alguém bate na porta e ouve-se a voz da mãe do menino reclamando da demora. O menino, tirando as mãos dos olhos, vê o anjo levando o dedo indicador à boca, como quem diz: "você não precisa contar para ninguém". As imagens na parede sumiram e o anjo foi voltando à forma de luz até desaparecer pela janela, enquanto o menino olhava, maravilhado.

Ouvindo de novo a voz da mãe insistindo, o menino respondeu, enquanto esfregava atrás das orelhas com a bucha:

- Mamãe, é que estou caprichando!

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