
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Como usar o Google Reader
Para que você possa receber as atualizações dos seus sites preferidos, é necessário se inscrever em um Leitor de Feeds RSS. Há inúmeras opções de programas que executam esta tarefa, mas há um – da poderosa Google – que merece atenção: o Google Reader. Mas... Para que você possa usufruir do Leitor de Feeds, é preciso possuir cadastro, porém isso vale para qualquer outro serviço da Google. Se você já tem, pode ficar tranqüilo, mas se não tiver, é muito fácil e rápido se cadastrar. Para se cadastrar, abra a página do Google Reader e clique em “Criar uma conta Google”.
http://www.google.com.br/reader/view
http://www.google.com.br/reader/view
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Biblioteca Digital Mundial
Estou repassando o endereço da Biblioteca Digital Mundial. Foi aberta terça feira em Paris. segundo me informaram. É da Unesco.
Podemos ampliar fotos, assiste documentários, envia manuscritos raros. Passem para os filhos, sobrinhos, netos, amigos...
www.wdl.org/pt/
7º Seminário de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo.
Estão abertas as inscrições para o 7º Seminário de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo, que será realizado no dia 28/10 (Quarta Feira), das 14h00 às 18h00.
Confira a programação e faça sua inscrição pelo site www.varejosustentavel.com.br
Confira a programação e faça sua inscrição pelo site www.varejosustentavel.com.br
Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio 2009
Estão abertas até 18 de setembro as inscrições para o 8º Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio. Podem participar estudantes de qualquer curso superior, alunos de pós-graduação lato sensu e profissionais que atuam com projetos de novos produtos e planejamento de gestão para reciclagem de alumínio, com formação superior ou experiência profissional mínima de três anos, sem distinção quanto à categoria funcional. As inscrições devem ser feitas pelo site da Alcoa para as categorias Produtos & Aplicações (tema livre) e Gestão da Reciclagem (com foco na reciclagem de alumínio, resíduos pós-consumo ou gerados na produção de bens de consumo). Os trabalhos serão julgados e premiados separadamente por categoria e modalidade de participação (profissional e estudante).
Fonte: www.alcoa.com.br
Congresso Brasileiro de Direito, Contabilidade e Tesouraria do Terceiro Setor
Seguem abertas as inscrições para o 10º Congresso Brasileiro de Direito, Contabilidade e Tesouraria do Terceiro Setor, que será realizado em 2 de outubro, em São Paulo (SP). O evento é uma iniciativa da Econômica Desenvolvimento Empresarial e tem por finalidade debater as principais nuances e mutações legais, contábeis e gestão do TS, além de estabelecer genuína reflexão sobre os possíveis nichos do mercado, seus riscos e impactos, além de formas de gestão eficiente e cases de sucesso que possibilitaram a autossustentabilidade. A programação completa e a ficha de inscrição estão disponíveis on-line.
Fonte: www.economica.com.br
Qual é a formalidade para que um plano de carreira tenha vigência em uma organização?
O quadro de carreira é a sistematização das possibilidades de ascensão funcional na empresa, de tal forma que as promoções por merecimento e permanência se alternem. É importante que seja homologado pelo Ministério do Trabalho, sob pena de não gerar os efeitos previstos pelo art. 461 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Além disso, é fundamental em um quadro de carreira a alternância na promoção, porque se o merecimento é prerrogativa atrelada à subjetividade do empregador, o acesso por permanência é direito objetivo do empregado. Assim sendo, a implantação de um Plano de Cargos e Salários obriga a instituição ao seu cumprimento, pois passou a integrar o contrato de trabalho, inclusive quanto à aplicação de avaliação de performance mencionada como necessária para a progressão salarial de seus empregados.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Acervo Jean Manzon
Jean Manzon produziu em meio século de trabalho o maior acervo de documentação fotográfica e cinematográfica já realizado por um só artista, em toda a América Latina. Ao fazê-lo, traçou com precisão uma história "cine-antropológica" do próprio Brasil. Desenvolveu um estilo pessoal inconfundível e, ao mesmo tempo, registrou a vida comum sob pontos de vista inusitados. Suas características estéticas são marcantes, assim como seu apuro técnico. O acervo cinematográfico foi todo produzido em película 35 mm, somando cerca de 600 horas de imagens de alta qualidade, o que o torna um banco de imagens singular em nosso contexto cultural, considerando o custo que esse tipo de película representava para as produções, no período em que foram realizadas.
Veja: http://www.acervojeanmanzon.com.br/
OBS: Recomendo, em vídeos, o "O Transporte dos Cariocas" (10'12").
Veja: http://www.acervojeanmanzon.com.br/
OBS: Recomendo, em vídeos, o "O Transporte dos Cariocas" (10'12").
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Jornalismo e imaginário: lançamento no congresso da intercom
O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC tem a satisfação de convidar para o lançamento do livro O sonho da casa no campo: jornalismo e imaginário de leitores urbanos (Florianópolis, PosjorUFSC/Editora Insular, 2009), da professora Gislene Silva, que acontecerá durante o Publicom, no XXXII Congresso da Intercom, em Curitiba.
Local: Publicom - sábado 05/set, na Biblioteca da Universidade Positivo, Curitiba.
Partindo da pesquisa feita com leitores da revista Globo Rural que residem na cidade de São Paulo e não possuem nenhum tipo de propriedade no meio rural, o estudo tem como propósito apreender os movimentos do imaginário do leitor urbano no sonho mítico com a casa no campo e, por meio desse imaginário, contribuir para o debate das conexões entre campo e cidade e para o entendimento da interação entre sujeitos e produtos culturais simbólicos, no cotidiano urbano contemporâneo. Diante da complexa relação do homem com a natureza e da condição histórica vivida na metrópole paulistana nesta virada de século, percebe-se que, ao sonhar com a casa no campo, os leitores urbanos da revista não apenas se voltam para as memórias de um passado, vivido real ou arcaicamente junto ao mundo natural. No tempo presente, eles tecem uma crítica profunda ao modelo civilizatório da urbanidade da metrópole e, olhando para frente, imaginam um futuro melhor longe da violência, do trânsito pesado e da poluição, num lugar onde se realizaria o desejo de um o convívio mais harmonioso e solidário com a natureza e com os outros homens. Esta investigação, no âmbito da recepção midiática e da narrativa cultural potente em sua dimensão simbólico-mítica e imaginária, se dá no diálogo do Jornalismo com a Antropologia.
Apresentação:
Onde eu possa ficar do tamanho da paz
Enganam-se aqueles que pensam que os leitores da revista Globo Rural são apenas fazendeiros ou sitiantes preocupados com seus negócios ou sua sobrevivência. Muitos deles nunca tiveram ou vão ter um palmo de terra. Mal têm um jardim, alguns vasos de planta ou um bicho de estimação. Vivem, muitas vezes, em apartamentos comprimidos pelo adensamento das construções da metrópole, nos quais bate pouco sol, mas cujas janelas se abrem para um sonho, o da casa no campo, tão bem cantado pelo recém falecido compositor Zé Rodrix. Lá sim, lá tem muito sol, muito espaço, enormes áreas verdes, água em abundância, fruta no pé, fogão a lenha, comida caseira, gente amiga e toda a paz e aconchego que a cidade grande insiste em negar.
O trabalho de Gislene Silva revela o quanto a leitura das revistas e a audiência da mídia em geral repousam sobre essa espécie de consumo desejante e imaginado, atualizado, por vezes, em pequenos gestos e aquisições. Quantos leitores de revista sobre surf nunca surfaram? Quantas leitoras de revistas femininas, leitores de revistas de esportes e aventura folheiam suas páginas sonhando acordados? Movida por esta percepção inicial, a autora partiu em busca do depoimento dos leitores urbanos da revista Globo Rural e, com muita sensibilidade, soube ouvir suas histórias, dilemas e expectativas e deixá-los falar por meio de seu texto. Na Antropologia, na História, na Filosofia buscou as referências para entender e interpretar de maneira cuidadosa e inteligente o apego desse leitor à revista e ao universo rural. Mas, o melhor de tudo é que Gislene, como boa mineira, deu conta disto num texto extremamente agradável, como quem está contando causos, sem permitir que, ao longo da análise, as histórias e sonhos dos leitores perdessem o seu sabor.
Fonte: Maria Celeste Mira - O livro também pode ser buscado no site da editora: www.insular.com. br
Local: Publicom - sábado 05/set, na Biblioteca da Universidade Positivo, Curitiba.
Partindo da pesquisa feita com leitores da revista Globo Rural que residem na cidade de São Paulo e não possuem nenhum tipo de propriedade no meio rural, o estudo tem como propósito apreender os movimentos do imaginário do leitor urbano no sonho mítico com a casa no campo e, por meio desse imaginário, contribuir para o debate das conexões entre campo e cidade e para o entendimento da interação entre sujeitos e produtos culturais simbólicos, no cotidiano urbano contemporâneo. Diante da complexa relação do homem com a natureza e da condição histórica vivida na metrópole paulistana nesta virada de século, percebe-se que, ao sonhar com a casa no campo, os leitores urbanos da revista não apenas se voltam para as memórias de um passado, vivido real ou arcaicamente junto ao mundo natural. No tempo presente, eles tecem uma crítica profunda ao modelo civilizatório da urbanidade da metrópole e, olhando para frente, imaginam um futuro melhor longe da violência, do trânsito pesado e da poluição, num lugar onde se realizaria o desejo de um o convívio mais harmonioso e solidário com a natureza e com os outros homens. Esta investigação, no âmbito da recepção midiática e da narrativa cultural potente em sua dimensão simbólico-mítica e imaginária, se dá no diálogo do Jornalismo com a Antropologia.
Apresentação:
Onde eu possa ficar do tamanho da paz
Enganam-se aqueles que pensam que os leitores da revista Globo Rural são apenas fazendeiros ou sitiantes preocupados com seus negócios ou sua sobrevivência. Muitos deles nunca tiveram ou vão ter um palmo de terra. Mal têm um jardim, alguns vasos de planta ou um bicho de estimação. Vivem, muitas vezes, em apartamentos comprimidos pelo adensamento das construções da metrópole, nos quais bate pouco sol, mas cujas janelas se abrem para um sonho, o da casa no campo, tão bem cantado pelo recém falecido compositor Zé Rodrix. Lá sim, lá tem muito sol, muito espaço, enormes áreas verdes, água em abundância, fruta no pé, fogão a lenha, comida caseira, gente amiga e toda a paz e aconchego que a cidade grande insiste em negar.
O trabalho de Gislene Silva revela o quanto a leitura das revistas e a audiência da mídia em geral repousam sobre essa espécie de consumo desejante e imaginado, atualizado, por vezes, em pequenos gestos e aquisições. Quantos leitores de revista sobre surf nunca surfaram? Quantas leitoras de revistas femininas, leitores de revistas de esportes e aventura folheiam suas páginas sonhando acordados? Movida por esta percepção inicial, a autora partiu em busca do depoimento dos leitores urbanos da revista Globo Rural e, com muita sensibilidade, soube ouvir suas histórias, dilemas e expectativas e deixá-los falar por meio de seu texto. Na Antropologia, na História, na Filosofia buscou as referências para entender e interpretar de maneira cuidadosa e inteligente o apego desse leitor à revista e ao universo rural. Mas, o melhor de tudo é que Gislene, como boa mineira, deu conta disto num texto extremamente agradável, como quem está contando causos, sem permitir que, ao longo da análise, as histórias e sonhos dos leitores perdessem o seu sabor.
Fonte: Maria Celeste Mira - O livro também pode ser buscado no site da editora: www.insular.com. br
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