domingo, 13 de fevereiro de 2011

Ubuntu... Versões e nomes!

Vamos conhecer os nomes e as versões do Ubuntu?

Versões

Ubuntu 4.10: primeira versão do Ubuntu, lançada em 20 de Outubro de 2004.
Ubuntu 5.04: versão que fez a fama do Ubuntu, lançada em 8 de Abril de 2005.
Ubuntu 5.10: lançada em 13 de Outubro de 2005.
Ubuntu 6.06 LTS: primeira versão com Longo Tempo de Suporte, lançada em 1 de Junho de 2006.
Ubuntu 6.10: versão com reformas estruturais, lançada em 26 de Outubro de 2006.
Ubuntu 7.04: lançada em 19 de Abril de 2007.
Ubuntu 7.10: primeira versão com o Desktop 3D ativado por padrão, lançada em 18 de Outubro de 2007.
Ubuntu 8.04 LTS: segunda versão com Longo Tempo de Suporte, lançada em 24 de Abril de 2008.
Ubuntu 8.10: lançada em 30 de Outubro de 2008.
Ubuntu 9.04: lançada em 23 de Abril de 2009.
Ubuntu 9.10: lançada em 29 de Outubro de 2009.
Ubuntu 10.04 LTS: terceira versão com Longo Tempo de Suporte, lançada em 29 de Abril de 2010
Ubuntu 10.10: lançada em 10 de outubro de 2010, às 10:10:10hrs!

E os nomes?

Os nomes, para muitos, são considerados aberrações e, realmente, a equipe do Ubuntu tem um gosto meio exótico no que se refere a eles. Sempre é usado o modelo “The + Adjetivo + Animal”. No nosso bom português, o nome das versões seriam:

Ubuntu 4.10: The Warty Warthog (O Porco-Africano Verruguento)
Ubuntu 5.04: The Hoary Hedghog (O Ouriço Grisalho)
Ubuntu 5.10: The Breezy Badger (O Texugo Fresco)
Ubuntu 6.06 LTS: The Dapper Drake (O Pato Doméstico Estiloso)
Ubuntu 6.10: The Edgy Eft (A Salamandra Hi-Tec)
Ubuntu 7.04: The Feisty Fawn (O Jovem Bravo Cervo)
Ubuntu 7.10: The Gutsy Gibbon (O Macaquinho Corajoso)
Ubuntu 8.04 LTS: The Hardy Heron (A Garça Durona)
Ubuntu 8.10: The Intrepid Ibex (O Bode Intrépido)
Ubuntu 9.04: The Jaunty Jackalope (O Coelho Elegante)
Ubuntu 9.10: The Karmic Koala (O Koala Kármico)
Ubuntu 10.04 LTS: The Lucid Lynx (O Lince Lúcido)
Ubuntu 10.10: The Maverick Meerkat (O Suricato Vagabundo)

Fonte: http://wiki.ubuntu-br.org/VersoesUbuntu

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Moral da História e um excelente fim de semana!


ASNO

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala. Ordena o professor a seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

Moral da História:
A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.
Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...
E haja capim!!!



A ROUPA FAZ A DIFERENÇA?

Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?
Ríspida, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!
- Como?!?! O senhor?!?! Com essa roupa?!?!...
- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta....
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem parece um médico...
- Veja bem as coisas como são...- disse o médico -... As vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um simpaticíssimo "bom tarde!"; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...

Moral da História:
UM DOS MAIS BELOS TRAJES DA ALMA É A EDUCAÇÃO.
Sabemos que a roupa faz a diferença mas o que não podemos negar é que Falta de Educação, Arrogância, Falta de Humildade, Pessoas que se julgam donas do mundo e da verdade, Grosseria e outras "qualidades" derrubam qualquer vestimenta.
BASTAM ÀS VEZES APENAS 5 MINUTOS DE CONVERSA PARA QUE O OURO DA VESTIMENTA SE TRANSFORME EM BARRO.



BOA RESPOSTA

Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o mecânico trabalhar. Então o mecânico pára e pergunta:
- 'Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?'
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando. O mecânico se levanta e começa:
- "Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e quando eu termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então, que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo?"
Então o cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala bem baixinho para o mecânico:
- 'Você já tentou fazer como eu faço, com o motor funcionando?'

Conclusão:
"QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS."



MUITA CALMA!

Entra um senhor desesperado na farmácia e grita:
- Rápido, me dê algo para a diarréia! Urgente!
O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e lhe dá o remédio errado: um remédio para nervos. O senhor, com muita pressa, pega o remédio e vai embora.
Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarréia e o farmacêutico lhe diz:
- Mil desculpas senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento para os nervos, ao invés de algum remédio para diarréia. Como o senhor está se sentindo?
O senhor responde:
- Todo defecado... mas tô tranquilo.

Moral da História:
"POR MAIS DESESPERADORA QUE SEJA A SITUAÇÃO, SE ESTIVER CALMO, AS COISAS SERÃO VISTAS DE OUTRA MANEIRA".



PROBLEMA É SÉRIO

O sujeito vai ao psiquiatra
- Doutor - diz ele - estou com um problema: Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha três vezes por semana e eu curo este problema.
- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.
Passados seis meses, eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? - Pergunta o psiquiatra.
- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.
- Ah é? Como? Pergunta o psiquiatra.
O sujeito responde:
- Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama...

Moral da História:
MUITAS VEZES O PROBLEMA É SÉRIO, MAS A SOLUÇÃO PODE SER MUITO SIMPLES!
HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO.

O lado b da internet

o lado b da internet from renedepaula on Vimeo.

YouPix - Trendings Topics, o poder do coletivo!

Gestão por processos...

...Será que temos feito isto de forma a, efetivamente, agregar valor à gestão organizacional? Será que tais identificações, nomenclaturas e definições de fato contribuem para a administração das empresas? Será que estas teorias têm como significativo efeito uma melhoria nos resultados organizacionais finais?
Um dos assuntos relacionados a gestão organizacional, muito em evidência hoje em dia é a “gestão por processos”. Desde que foi incluso como um dos fundamentos da ISO 9001 versão 2000, o assunto espalhou-se, ganhou notoriedade e foi muito discutido pelas organizações. Os auditores passaram a realizar auditorias “por processo”. Organizações passaram a mapear suas atividades, a nomear seus processos, a identificar as tão famosas “entradas”, “saídas”, “recursos”, etc.
Boa parte das empresas diriam sim... Desde que a organização disponha de uma efetiva e verdadeira gestão por processos. Conceitualmente, a gestão por processos significa muito mais do que simplesmente mapear as atividades organizacionais. Significa muito mais do que apenas nomear cada etapa de trabalho com um nome que a identifique.
Vamos tomar como base os conceitos do Modelo de Excelência em Gestão da FNQ – Fundação Nacional da Qualidade, entidade legitimamente constituída para disseminar os fundamentos da excelência em gestão para o aumento de competitividade das organizaçõesl, respeitada nacional e internacionalmente. Segundo a FNQ, definimos processos por “um conjunto de atividades preestabelecidas que, executadas numa seqüência determinada, vão conduzir a um resultado esperado que assegure o atendimento das necessidades e expectativas dos clientes e outras partes interessadas”.
Este é o conceito ideal, utilizado na prática pelas empresas reconhecidamente bem sucedidas. Uma empresa, neste conceito, é um “mar de processos” em contínua execução pelas pessoas que compõem sua força de trabalho. Ainda segundo a FNQ, "os processos estão inter-relacionados e interagem entre si, de tal forma que, produtos e serviços deles provenientes, constituem a entrada para um ou mais processos na seqüência de execução, que busca o atendimento das necessidades e expectativas dos clientes."
Assim, toda organização é um sistema. Ou seja, funciona como um conjunto de processos. A identificação e o mapeamento destes processos permitem um planejamento adequado das atividades, a definição de responsabilidades e o uso adequado dos recursos disponíveis.
O mapeamento das atividades de uma organização é complexo. É instável (pois os processos são “vivos”, constantemente adaptados ao ambiente que estão inseridos). É, em um primeiro momento pelo menos, desorganizado em muitas de suas etapas. Possui incongruências, legítimas e que configuram oportunidades de melhoria. E destas oportunidades é que surgem os principais benefícios da gestão por processos. É detalhista ao extremo: devem conter todo e qualquer inter-relacionamento entre atividades, retratando todo o ambiente organizacional. O resultado é, sempre, um desenho grande, complexo, de difícil compreensão, cujo entendimento pontual só se dá por meio de um estudo detalhado, perfeccionista e paciente.
Mapear, portanto, os processos de uma organização é muito mais do que um simples retrato da lógica de entradas e saídas entre pessoas, cargos, departamentos, gerências ou áreas. É um exercício de reflexão e debates cujo objetivo é retratar fielmente, através de fluxogramas ou qualquer outra ferramenta visual existente, como ocorrem os trâmites internos, quais são os seus pontos fracos, onde estão as incongruências pontuais, como ocorrem os fluxos de informações (em meio eletrônico e físico), quais são as responsabilidades por cada etapa, e, principalmente, quais são as entregas efetivas que constituem os produtos dos clientes internos das organizações.

Fonte

Cadernos de Excelência: Pessoas / Fundação Nacional da Qualidade. – São Paulo: Fundação Nacional da Qualidade, 2008. – (Série Cadernos de Excelência, n. 6.)

Ciclo do consumo

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Madame Escarlate - Música nova

Boa noite a todos!!!
Vamos começar bem a semana?!?!
A Madame Escarlate, a melhor banda de Macaé, está lançando o novo EP.
Dentre 12 músicas feitas, 4 foram músicas escolhidas e essa foi a mais pedida!
Queremos a sua opinião... aliás ela é muito importante para o nosso crescimento!
Até o final de fevereiro ou início de março, estaremos lançando o nosso EP.
Segue o link...

http://www.oinovosom.com.br/madameescarlate

Obrigada mais um vez!!!
Fiquem em paz!
Abs!!!

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