quarta-feira, 9 de março de 2011

Madame escarlate: Oi Novo Som!!!

OI AMIGOS!
Por favor, cliquem e nos ajudem a ir para o topo!
É a nossa banda lá de Macaé!
Abraços!!!

Segue o link pra acessar a música da Madame no Oi Novo Som: http://www.oinovosom.com.br/madameescarlate

Digest Inteligenciaempresarial, volume 77, assunto 1

1. Boletim do Crie (Marcos Cavalcanti)

---------- Mensagem encaminhada ----------

1) Queria fazer um convite muito especial. Convidamos um dos maiores especialistas europeus em Gestão do Conhecimento, Klaus North, para vir ao Brasil lançar seu livro Gestão do Conhecimento: um guia prático rumo à
empresa inteligente, pela Editora Qualitymark.

E para festejar sua vinda organizamos um Seminário Internacional, que vai acontecer na sexta-feira, dia 18/03, de 9h às 17h, no Hotel Windsor Guanabara, no Centro do Rio de Janeiro. Klaus vai apresentar o "Panorama da gestão do conhecimento na Europa" e teremos a apresentação de quatro casos brasileiros que considero exemplares: Odebrecht, Vale, Petrobras e o NICS-Farma (Núcleo de Inteligência Competitiva Setorial do setor de farmácias de manipulação).

O evento é gratuito para todos os alunos e ex-alunos do MBKM (Pós-Graduação Lato Sensu em Inteligência Empresarial da Coppe/UFRJ). Para os demais o valor da inscrição é de R$ 100,00.

Venha participar e convide seus/suas amig@s. Serão tod@s bem-vind@s!!

* Seminário Internacional Gestão do Conhecimento
* Dia 18 de março (sexta-feira), de 9h às 17h
* Local: Hotel Guanabara (Avenida Presidente Vargas 392, Centro, Rio de
Janeiro)

A inscrição se fará apenas por email: viviane@crie.ufrj.br
==========================================================

2)Leiam no meu blog nO Globo:
http://oglobo.globo.com/blogs/inteligenciaempresarial/default.asp

O Brasil não é um país sério. Ainda bem!
Percorrendo as ruas do Rio durante este carnaval não pude deixar de pensar
na frase atribuída ao general De Gaulle: O Brasil não é um país sério. Eu
acrescentaria: AINDA BEM!

Talvez o carnaval do Rio, Recife e Olinda sejam o laboratório de uma nova
"civilização".

leia o texto em http://oglobo.globo.com/blogs/inteligenciaempresarial/

Marcos Cavalcanti - Coordenador do CRIE - COPPE/UFRJ - (Centro de Referencia em Inteligencia Empresarial)
_______________________________________________
Inteligenciaempresarial mailing list
Inteligenciaempresarial@crie.coppe.ufrj.br
https://www.crie.coppe.ufrj.br/mailman/listinfo/inteligenciaempresarial


sexta-feira, 4 de março de 2011

VII CNEG - CHAMADA DE ARTIGOS - RIO DE JANEIRO - PRAZO 01 MAIO 2011

VII CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO 

"GESTÃO DE CRISES PARA A SUSTENTABILIDADE"
12 e 13 de agosto 2011

Rio de Janeiro - Brasil

 Prezado(a),

Estão abertas as inscrições e o envio de trabalhos para o VII Congresso Nacional de Excelência em Gestão. O tema central do CNEG 2011 é "Gestao de Crises para a Sustentabilidade".


DATA LIMITE DE ENVIO DOS ARTIGOS PARA O EVENTO: 01 de maio
Participe!!! Acesse www.excelenciaemgestao.org e tenha acesso a todos os dados do evento, incluso conteúdo para download de edições anteriores.

Os melhores artigos serão convidados para submissão no periódico SISTEMAS & GESTÃO (ISSN 1980--5160).

Os 3 melhores trabalhos do Congresso receberão o "Prêmio de Excelência na Produção Cientifica"
Em 2011 o prêmio homenageará professores que contribuíram e contribuem sobremaneira para o aprofundamento do conhecimento e desenvolvimento do país.

O Congresso Nacional de Excelência em Gestão é um evento técnico-científico de abrangência nacional, que traz nesta edição como tema central a "Gestão de Riscos para a Sustentabilidade". O CNEG é um evento reconhecido pela CAPES / MEC. Em sua edição de 2010 recebeu artigos de todas as regiões do país e exterior. O evento é realizado pelas Associações ADINGOR, SBGC, ABPA, SOBES, IBP, SOBRAPO e INPI entre outros, co-realizado pela FIRJAN Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, apoio científico da UFF, UCP, SAGE, NITS, IFE, LATEC e MSG e apoio técnico do GBC, TN Petróleo e CAERJ entre outros.

O VII CNEG ocorrerá nos dias 12 e 13 de agosto de 2010, sendo realizado no dia 12 na FIRJAN e no dia 13 na Escola de Engenharia da UFF (Niterói).


Para encaminhar seu artigo, visite o site do evento: www.excelenciaemgestao.org e acesse o link "artigos". Fique atento às regras de envio. Não há limite quanto ao número de artigos que podem ser enviados, entretanto, no máximo cinco artigos serão aprovados por autor e o limite de autores por artigo é quatro. Não há taxas para submissão de artigos. Faça o cadastro no site do evento, siga as instruções e envie seu artigo!

Os artigos podem ser encaminhados em: Português, Inglês e Espanhol
 

Datas importantes:

14 fevereiro - Envio de artigos
01 maio - Data limite para envio de artigos para o VII CNEG
20 Junho - Divulgação dos resultados (artigos selecionados para os anais do VII CNEG)
18 de julho - Data limite para pagamento de inscrição de artigos
12 Agosto - Início do VII Congresso Nacional de Excelência em Gestão
13 agosto - Data de apresentação dos artigos selecionados

Áreas temáticas:

Gestão de Riscos e Crises
Gestão pela Qualidade
Gestão Econômica e Financeira
Gestão Ambiental & Sustentabilidade
Gestão da Saúde e Segurança Ocupacional & Ergonomia
Ética e Responsabilidade Social
Gestão da Produção
Gestão do Produto
Pesquisa Operacional
Gestão Estratégica e Organizacional
Gestão do Conhecimento Organizacional
Educação em Sistema de Gestão
Inovação e Propriedade Intelectual
Gestão de Serviços de Saúde


A disposição.

Secretaria do evento:
contatocneg@excelenciaemgestao.org
(21) 2621-4587 / 2613-5257


caso deseje não receber mais mensagens dessa lista, clique aqui.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Matricula com 50% em Março 2011 faça já a sua Pós Graduação em Gestão, Auditoria e Pericia Ambiental

caso não consiga visualizar clique no link www.ibecsjcampos.blogspot.com
em anexo o pragrama do curso

A comunicação em projetos...

A comunicação em projetos é complexa e exige um efetivo planejamento (simples de ser desenvolvido), pois a “informação a ser distribuída” tem diferentes objetivos, para os diferentes interlocutores, em diferentes níveis de informação. Atualmente, muito se fala em “democratização da informação”, para que os profissionais tenham acesso às informações, contudo, isto não representa que a informação seja pública, mas sim, pertinente ao trabalho a realizar, ao seu nível de autoridade e tomada de decisão. Por exemplo, para a equipe do projeto, as instruções para realização das atividades, o cronograma detalhado, as reuniões de progresso de projeto são integrantes do processo de comunicação. Para o patrocinador (*sponsor), a comunicação tem informações em nível executivo, inclusive o cronograma, que tem uma apresentação mais sumarizada que o cronograma detalhado.

Para o usuário final, a comunicação envolve “o quanto o projeto afeta seu dia a dia”, suas habilidades e capacitação e até sua segurança pessoal (há risco de perda do emprego?). Caso não haja uma comunicação positiva junto ao usuário final (ou ausência dela), poderá haver rejeição do usuário ao projeto. É justamente por isto, que muitas empresas contratam consultorias especializadas em change management quando da execução de um projeto que envolve significativas alterações em processos, sistemas ou organograma da organização, pois exige comunicação com os afetados e medição dos resultados. Nesta etapa, o papel da liderança é fundamental para obtenção do apoio e comprometimento de todos os envolvidos.

A comunicação em um projeto envolve também a comunicação visual, que é a utilização de desenhos, símbolos e gráficos, pela facilidade de entendimento e memorização. Um exemplo típico é o cronograma, que em geral, é representado por uma ilustração gráfica. O cronograma deve ser atualizado com a maior frequência possível e ser disponibilizado a todos participantes do projeto, para que todos saibam o que deve ser feito e quando. Ademais, é uma forma de se obter compromisso dos responsáveis e participantes pelas atividades, e é por isso, que se recomenda que o cronograma atualizado seja publicado no site do projeto (caso exista), nas paredes da sala na qual a equipe do projeto atua, também chamada de *War Room.

Uma analogia que pode ser feita é a comunicação que existe em estradas que fornece o direcionamento ao motorista, informa as distâncias, alerta para condições físicas da estrada e de segurança para o condutor, informa os serviços e pontos turísticos existentes. Uma estrada no Brasil e uma na Alemanha têm em comum a comunicação visual, mas os textos contidos em placas somente serão compreensíveis pelos usuários que conheçam o idioma utilizado na rodovia. Assim, em um projeto, deve ser criada uma “linguagem comum” (conjunto de conceitos, definições e jargões) que seja entendida por todos os envolvidos.

O Plano de Comunicação de um projeto é algo simples de ser elaborado e utilizado. Talvez pelo fato de ser simples de ser feito, muitos Gerentes de Projeto acabam não desenvolvendo um plano para os seus projetos, e assim, algumas lacunas na comunicação são observadas no dia a dia das organizações, sobretudo, nos momentos de crises nos projetos. Desta forma, saber o que divulgar, como divulgar, para quem divulgar, a periodicidade e o meio de comunicação são componentes básicos de um plano de comunicação, cuja elaboração, atualização e monitoração é responsabilidade do gerente do projeto. Pode-se concluir que gerenciar a comunicação é divulgar o que está sendo feito, gerir o que está sendo falado e o que está sendo documentado, constituindo-se assim, em alicerce de uma boa gestão do projeto. Diante deste dinamismo no contexto de execução de um projeto, torna-se imprescindível que haja uma efetiva gestão da comunicação, por exemplo, através de um indicador específico para esta área, que poderá ser desenvolvido pelo gerente, permitindo assim, a monitoração da comunicação do projeto.

* Um adendo... Estrangeirismo ou peregrinismo é o uso de palavra, expressão ou construção estrangeira que tenha ou não equivalente vernácula, em vez da correspondente em nossa língua. O exagero do uso, para algumas empresas, pequenas e médias em geral, é considerado como um ruído de comunicação!

terça-feira, 1 de março de 2011

Estreitar o caminho que leva ao sucesso nos projetos...

Na tentativa de estreitar o caminho que leva ao sucesso nos projetos, foram verificadas as direções mais comuns que levam ao seu insucesso, tendo essas, portanto, que serem evitadas a todo custo. São elas:

Objetivos não definidos
Sem um escopo claro e consistente, o projeto perde em direção, dinâmica e, principalmente em fundamento, pois não vê definição final no que procura. O objetivo é o que alimentará todo o empenho da equipe, do gerente e dos stakeholders (parceiros) na busca pelo sucesso nos resultados.

Implementação mais lenta que o planejado
A dinâmica com que se apresentam os resultados do projeto é um termômetro de como a logística de distribuição das tarefas e o acompanhamento e controle das atividades estão em sintonia. A implementação anda na medida em que critérios como o conhecimento das potencialidades individuais e coletivas da equipe é conhecido e utilizado de forma adequada ao que propõe o planejamento do projeto.

Recursos insuficientes
Muitas vezes, a escassez de recursos é vista de forma tão forte como um problema que se esquece de vê-la como um desafio a vencer. Os recursos surgem sempre para a melhor utilização possível dentro do planejamento do projeto, no momento e métrica suficientes, para obtenção dos resultados ideais que justifiquem seu uso.

Surgimento de problemas não previstos
A prática faz crer que é improvável para um projeto caminhar sempre nos trilhos. Assim, o gerente precisa ficar atento para desvios inesperados, sempre com uma capacidade de gerar soluções na medida das necessidades e respeitando fatores preponderantes como prioridades, tempo de resposta, bem como riscos e consequências das soluções sugeridas. Quando um projeto é bem planejado e estruturado, fica menos sujeito a instabilidades causadas por imprevistos, mas, nem por isso, há garantias de que algo fora do esperado não possa acontecer.

Coordenação ineficaz de atividades
Uma equipe mau orientada pode ser classificada injustamente como limitada ou algo semelhante, quando, na verdade, a fonte de seu fracasso está em quem direciona seus passos, define suas ações e acompanha seus resultados. Da mesma forma, um projeto mau planejado, um risco mau avaliado, um prazo mau medido podem determinar um caminho mais curto e indesejado a projetos. A coordenação do projeto como um todo se descreve como sua coluna vertebral, de onde saem análises, pontos de vista, indicações, expertise e de onde as fraquezas gerenciais devem ser anuladas e ampliadas a todo tempo.

Falta de capacidade
O conhecimento é posto à prova durante o andamento de um projeto e isso ocorre em vários níveis de análise, desde a gerencial até a operacional. No momento em que se define uma estratégia para um projeto, é preciso, no mínimo, que o critério usado seja oriundo de um conhecimento prévio adquirido e alinhado ao negócio de que trata o projeto. De maneira análoga, uma tarefa de um pacote de trabalho do projeto sendo atribuída a quem não possui capacidade de atendê-la em sua totalidade carateriza, na verdade, dupla falta de capacidade, incluindo a de quem realiza a atribuição.

Comunicação ineficiente
O caráter comunicador é um dos recursos que mais influi na qualidade dos projetos. Um bom nível de comunicação deve ser visto como a primeira meta a se alcançar nos projetos, seja na fase de planejamento, controle, análise de resultados ou qualquer outra que necessite de interação humana, mesmo que em níveis mínimos. Uma comunicação de baixa qualidade entre os integrantes de um projeto traz consequências devastadoras ao sucesso do mesmo, pois, dentre inúmeras outras coisas, faz nascer a desconfiança, surgirem críticas, aflorarem indiferenças e até proporciona a perda de foco do projeto.
Como se percebe pelo estudo, o destino de um projeto se descreve como função inerente de seus respectivos condutores que devem fazer o máximo para alinhar junto a seus conduzidos essa projeção e transformar tamanha responsabilidade em compromisso, estímulo e sucesso nesse cenário.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A morte da executiva bem-sucedida...


Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou-se. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.
Ainda meio tonta, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava a acontecer, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:

- Enfermeiro, eu preciso voltar com urgência para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque o meu seguro de saúde é Platina, e isto aqui está a parecer-me mais a urgência dum Hospital público. Onde é que nós estamos?

- No céu.
- No céu?...
- É.
- O céu, CÉU...?! Aquele com querubins, anjinhos e coisas assim?
- Exato! Aqui vivemos todos em estado de graça permanente.

Apesar das óbvias evidências, ausência de poluição, toda a gente a sorrir, ninguém a usar telemóvel, a executiva bem-sucedida levou tempo a admitir que havia mesmo batido a bota.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.
E foi aí que o interlocutor sugeriu:

- Talvez seja melhor a senhora conversar com Pedro, o coordenador.
- É?! E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? (...)

- Quem me chama?

A executiva bem-sucedida quase desabava da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva tinha feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu logo:

- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...
- Executiva... Que palavra estranha. De que século veio?
- Do XXI. O distinto vai dizer-me que não conhece o termo 'executiva'?
- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.

Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.

- Sabe, meu caro Pedro. Se me permite, gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para essa gente toda aí, só na palheta e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reorganização. Por exemplo, não vejo ninguém usando identificação. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Percebeu? Sem controlo, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar em anarquia. Mas podemos resolver isso num instante implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
- Que interessante...
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.
- !!!...???...!!!...???...!!!
- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage,maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas.
- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, parece-me extremamente atrativo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, teremos de nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias da praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho a certeza de que vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar num Turnaround radical.
- Impressionante!
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que a senhora terá um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...

Max Gehringer
(Revista Exame)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

VII CNEG - CHAMADA DE ARTIGOS - RIO DE JANEIRO - PRAZO 01 MAIO

VII CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO 

"GESTÃO DE CRISES PARA A SUSTENTABILIDADE"
12 e 13 de agosto 2011

Rio de Janeiro - Brasil

Prezado(a).

Estão abertas as inscrições e o envio de trabalhos para o VII Congresso Nacional de Excelência em Gestão. O tema central do CNEG 2011 é "Gestao de Crises para a Sustentabilidade".

DATA LIMITE DE ENVIO DOS ARTIGOS PARA O EVENTO: 01 de maio
Participe!!! Acesse www.excelenciaemgestao.org e tenha acesso a todos os dados do evento, inclusive conteúdo para download de edições anteriores.

Os melhores artigos serão convidados para submissão no periódico SISTEMAS & GESTÃO (ISSN 1980--5160).


Os 3 melhores trabalhos do Congresso receberão o "Prêmio de Excelência na Produção Cientifica"
Em 2011 o prêmio homenageará professores que contribuíram e contribuem sobremaneira para o aprofundamento do conhecimento e desenvolvimento do país.


O Congresso Nacional de Excelência em Gestão é um evento técnico-científico de abrangência nacional, que traz nesta edição como tema central a "Gestão de Riscos para a Sustentabilidade". O CNEG é um evento reconhecido pela CAPES / MEC. Em sua edição de 2010 recebeu artigos de todas as regiões do país e exterior. O evento é realizado pelas Associações ADINGOR, SBGC, ABPA, SOBES, IBP, SOBRAPO e INPI entre outros, co-realizado pela FIRJAN - Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, apoio científico da UFF, UCP, SAGE, NITS, IFE, LATEC e MSG e apoio técnico do GBC, TN Petróleo e CAERJ, entre outros.
 

O VII CNEG ocorrerá nos dias 12 e 13 de agosto de 2010, sendo realizado no dia 12 na FIRJAN e no dia 13 na Escola de Engenharia da UFF (Niterói).

Para encaminhar seu artigo, visite o site do evento: www.excelenciaemgestao.org e acesse o link "artigos". Fique atento às regras de envio. Não há limite quanto ao número de artigos a serem enviados, entretanto, serão aprovados no máximo cinco artigos por autor. Cada artigo poderá ter até 4 (quatro) autores. Não há taxas para submissão de artigos.

Faça o cadastro no site do evento, siga as instruções e envie seu artigo!

Os artigos podem ser encaminhados em: Português, Inglês e Espanhol

Datas importantes:


14 fevereiro    - Envio de artigos           

01 maio           - Data limite para envio de artigos para o VII CNEG

20 Junho         - Divulgação dos resultados (artigos selecionados para os anais do VII CNEG)

18 de julho      - Data limite para pagamento de inscrição de artigos 

12 Agosto         - Início do VII Congresso Nacional de Excelência em Gestão

13 agosto         -  Data de apresentação dos artigos selecionados



Áreas temáticas:

Gestão de Riscos e Crises
Gestão pela Qualidade
Gestão Econômica e Financeira
Gestão Ambiental & Sustentabilidade
Gestão da Saúde e Segurança Ocupacional & Ergonomia
Ética e Responsabilidade Social
Gestão da Produção
Gestão do Produto
Pesquisa Operacional
Gestão Estratégica e Organizacional
Gestão do Conhecimento Organizacional
Educação em Sistema de Gestão
Inovação e Propriedade Intelectual
Gestão de Serviços de Saúde

A disposição.

 

Secretaria do evento:

contatocneg@excelenciaemgestao.org

(21) 2621-4587 / 2613-5257

Fato Relevante Petrobras - Distribuição de Dividendos e Juros Sobre Capital Próprio.


   

Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2011 – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras comunica que o Conselho de Administração, reunido nesta data, recomendou a Assembléia Geral Ordinária (AGO) o pagamento de dividendos aos seus acionistas, incluindo juros sobre o capital próprio (JCP), no valor total de R$ 11,7 bilhões (R$ 1,03 por ação) referente ao exercício de 2010, representando 35% do lucro básico do exercício.  Vale ressaltar que R$ 7.945 milhões já foram antecipados aos acionistas ao longo de 2010 na forma de JCP.
Adicionalmente, consoante disposição estatutária, o Conselho de Administração também aprovou a quinta parcela de distribuição antecipada de remuneração aos acionistas, sob a forma de JCP, conforme previsto no artigo 9º da Lei 9.249/95 e Decretos nº 2.673/98 e 3.381/00.
O valor a ser distribuído, no montante de R$ 2.218 milhões, corresponde a um valor bruto de R$ 0,17 por ação ordinária ou preferencial e está sendo provisionado nas demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2010 e deverá ser desembolsado até 30 de abril de 2011, com base na posição acionária de 21 de março de 2011.
A partir do primeiro dia útil após a data de corte, as ações passarão a ser negociadas ex-juros sobre capital próprio na BM&FBOVESPA e demais bolsas de valores onde a Companhia está listada.

Parcelas
Data do Pagamento
Valor por ação
1ª parcela JCP
31/05/2010
R$ 0,20
2ª parcela JCP
31/08/2010
R$ 0,20
3ª parcela JCP
30/11/2010
R$ 0,14
4ª parcela JCP
30/12/1010
R$ 0,20
5ª parcela JCP
Até 30/04/2011
R$ 0,17
Total de JCP
R$ 0,91

O valor de R$ 0,0207 da atualização monetária, de acordo com a taxa Selic, das quatro primeiras parcelas já pagas de JCP, será descontado no pagamento dessa parcela final de JCP de R$ 0,17.  O valor líquido de R$ 0,1493 desta última parcela  será corrigido monetariamente pela taxa Selic de 31/12/2010 até o dia do efetivo pagamento.
O valor restante a ser distribuído na forma de dividendos estará condicionado à aprovação pela AGO do valor total a ser distribuído.

Atenciosamente,
Relacionamento com Investidores

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Budokan Judô - FUNDAMENTOS!


Estes fundamentos são frutos do que aprendi, até aqui, com o SENSEI Jorge Luiz Menna Barreto M. da Rocha (Associação Budokan Judô Karate Clube (ABJKC)).

Preparação / Aquecimento (Taisô)

Deve-se tomar cuidado para não entrar “frio” em um treino ou competição, pois têm todas as chances de sofrer um estiramento, uma torção ou mesmo um súbito. É indispensável uma preparação na qual ele vá gradativamente se aquecendo e preparando o corpo para uma carga de esforço maior e mais prolongada.

Rolamentos e Quedas (Ukemi)

Quando estava na preparação para o lançamento de seu estilo de luta, Jigoro Kano deu especial atenção à integridade física do atleta, já que os outros estilos de luta mostravam-se negligentes nessa área e mesmo incentivavam golpes perigosos. Na impossibilidade de eliminar as quedas, conseqüência natural dos golpes de arremesso, o mestre aperfeiçoou técnicas que praticamente anulam as possibilidades de acidente. A prática do UKEMI proporciona um excelente senso de equilíbrio e proteção, e mesmo uma queda fora do tatame terá seus efeitos sensivelmente diminuídos ou até anulados. Quando se fizer o ukemi, devemos oferecer a maior área possível para o impacto (as costas) e fazer o batimento de mãos e braços para emitir uma contra-onda de choque a fim de atenuar a batida das costas contra o tatame. Quanto às quedas com rolamento, o ideal é fazer do corpo uma bola que aproveita o impulso e rola, diminuindo ou eliminando o impacto. Mesmo depois de Ter recebido a ambicionada faixa preta, com um grau avançado de prática e conhecimento, o praticante deve continuar a ter o Ukemi como preocupação constante.

Pegadas (Kumi-Kata)

O Kumi-kata pode ser pela direita ou esquerda (migi ou Hidari), dependendo do braço que se distende e segura a gola do quimono (judogi) do adversário. O outro braço fica por fora e segura a parte externa da manga (sodê). Pela pegada um adversário pode dominar o outro, neutralizar ou abortar um ataque em formação ou já iniciado, em toda a sua extensão.
Para uma boa pegada são necessárias base e força nos braços, nos pulsos, nas mãos e nos dedos. A base é o posicionamento dos pés, pernas e tronco, que quando em posição de defesa tornam-se um bloco firme, coeso e resistente.

Desequilíbrio - Posicionamento - Arremesso (KuzushiTsukuriKake)

O Kusushi casa-se perfeita e harmoniosamente com a máxima de Jigoro Kano: um mínimo de força para um máximo de eficiência. Alguns estudiosos da obra do grande mestre acreditam que a sua maior contribuição foi a análise, divisão e nomes dados às fases de projeção, ou seja, Kusushi, Tsukuri e Kake. Isso teria possibilitado o aprimoramento das técnicas já existentes e a criação de outras que viriam enriquecer a arte. Na aplicação de um golpe há duas possibilidades... Uma é escolher a técnica para depois preparar o adversário para recebê-la; a outra é aproveitar um eventual desequilíbrio para aplicar a técnica mais conveniente e oportuna. Em ambos os casos, a quebra de equilíbrio do adversário ou a preparação recebe o nome de Kuzushi, e pode ser direcionada pra qualquer um dos pontos cardeais ou colaterais, tendo, portanto oito direções possíveis. Continuando seu esforço, o judoca se coloca em posição para o arremesso. Essa posição ideal para o lançamento do adversário chama-se Tsukuri. O próprio momento do arremesso, a execução final do golpe é o kake.

Treinamento (Gueiko)

Há variadas formas para as técnicas que compõe o Nage-waza (conjunto de técnicas):

TENDOKU-RENSHIU – Sombra ou treinamento solitário, com ou sem espelho ou aparelhos, em que se procura lapidar os golpes e melhorar a rapidez.

UCHI-KOMI – Possível aos pares e também em trio, visando o aprimoramento das técnicas, da rapidez e da força localizada. Dá-se vulgarmente o nome de “entrada”, porque faz o Kuzushi e o Tsukuri, pára e volta ao início, sem completar o arremesso.

YAKO-SOKU-GEIKO – Treino aos pares, livre e bem leve, sem defesa e movimentando-se “solto”, explorando toda e qualquer chance de golpe. Visa principalmente condicionar os sentidos para o aproveitamento das oportunidades que vierem a se oferecer durante o combate.

KAKARI-GEIKO – É o ataque consecutivo de esquerda e direita, com defesa leve do companheiro, que apenas utiliza o Tai-sabaki (controle do copo). Este treinamento é também excelente para o condicionamento físico.

RENRAKU-RENKA-WAZA – Este treinamento permite o estudo e aperfeiçoamento das técnicas que se concatenam.

KAESHI-WAZA – É o treinamento dos contragolpes.

RANDORI – É o treinamento livre e completo, onde o atleta emprega todo o seu conhecimento e capacidade. É onde se testa a própria eficiência para conhecer os pontos negativos e possibilidades. Pode-se dizer que é a prova final antes do Shiai.

SHIAI – É o combate, a meta final para a qual o atleta se prepara por longos períodos. É onde em poucos minutos ou mesmo segundos todo o esforço pode ser coroado de êxito ou momentaneamente posto por terra. No caso da derrota o judoca deve raciocinar, procurar a falha e corrigi-la, para na próxima tentativa obter a vitória almejada.

Pegadas nas Posições de Defesa (Fusegui)

Dicas para as pegadas:

1 - Fique em posição de defesa semelhante à do oponente. Por exemplo: se ele estiver na posição direita, fique também na direita e vice-versa. Também é importante manter a posição oposta à do adversário.

2 - Os braços devem ficar tensos e o corpo deve estar flexível e descontraído. Os principiantes sentirão dificuldades, mas com o tempo irão se acostumando a controlar os braços.

3 - Ao mesmo tempo em que o judoca aplica as várias técnicas que conhece, ele deve mudar de posição no confronto com o oponente. O objetivo é desenvolver a variedade e versatilidade das técnicas.

4 - Ao iniciar o confronto, segure o casaco do adversário mantendo sempre o dedo mínimo e o anular juntos. Outra recomendação: ao agarrar o casaco comece pelo dedo mínimo e anular. Na hora de puxar, acrescente o indicador e relaxe o polegar. É recomendável deixar o polegar descansar ligeiramente no casaco do oponente para que a movimentação dos pés não seja perturbada pela tensão sobre esse dedo.

5 - Um procedimento errado que muitos judocas costumam colocar em prática é fazer a puxada segurando no colarinho do oponente. O certo é segurar pelas mangas.

6 Os veteranos sabem que o importante é antecipar e ler os movimentos do oponente, as ações e variações empregadas através da pele, da carne, do osso e do clima do momento. Esta habilidade, no entanto, só será notada com muito treinamento.

Movimentos de Esquiva (Tai-Sabaki)

A perfeição e a habilidade com que o judoca aplica o golpe vai depender muito dos movimentos de avanço e recuo (SHINTAI) do corpo. Se eles estiverem corretos, a posição ideal será alcançada sem esforço. O controle dos movimentos de esquiva envolve cinco partes:

1 - Cabeça (ATAMA)

Manter a Postura da cabeça de modo que ela se apóie sobre o corpo todo e não apenas sobre o ombro.

2 - Respiração (IKI)

Ordenando a respiração, o raciocínio flui corretamente e os golpes terão a eficácia desejada. Se a respiração não estiver em ordem, é recomendável manter-se afastado do adversário respirando profundamente e tranqüilizando o espírito. Voltando ao estado normal, contraia o abdômen e concentre sua força.

3 - Tronco (DOO)

O lutador pode torcer o tronco, dobrá-lo para frente ou incliná-lo para traz a fim de escapar dos ataques do adversário. Esses movimentos podem ser usados também para o ataque.

4 - Mãos ()

Se o oponente agarra seu pulso, você pode se libertar aplicando-lhe um simples movimento de mão.

5 - Pés (ASHI)

É realizado conjuntamente com os movimentos do resto do corpo. Os pés se movimentam para frente, viram no ar, golpeiam, etc. Sempre que estiver lutando o judoca deve utilizar os movimentos corporais conjuntamente. Só com perfeito domínio de todos os elementos os golpes atingirão a perfeição. Se algum golpe não funcionar, é porque alguma parte do corpo não está respondendo ao controle da mente.

A Força

A força é necessária ao judô, mas não é o mais importante. Ela deve ser usada com método e discriminação. Se o judoca for privilegiado e tiver um corpo musculoso, deverá usar essa massa seguindo os preceitos de harmonia contidos na filosofia de Jigoro Kano. Só assim poderá transformar-se num campeão. A força bruta sozinha nunca servirá como canal, para que, de um judoca surja um grande mestre.
A força do espírito deve estar sempre meio palmo acima do uso da força física. Esta máxima do judô significa que você deve sempre conservar o espírito calmo, mas nunca demasiadamente relaxado, a ponto de perder a noção do que está ocorrendo à sua volta no TATAME. Significa também que dar preferência à força bruta tira a liberdade do corpo e restringe o progresso das pessoas nas técnicas.

Os Segredos da Força

1 - Se o adversário empurrar, puxe-o; se puxar, empurre-o!

Suponhamos que o oponente tenha uma força igual a seis e você uma força igual a quatro. Se um estiver se esforçando para puxar o outro, em direções opostas, é lógico que o quatro perderá para o seis. Mas se o mais fraco puxar em vez de tentar compensar a força do adversário, estará somando quatro com seis e poderá derrubá-lo facilmente. Mas cuidado: Não tente puxar o oponente depois que ele o empurrou, porque aí será tarde demais. Do mesmo modo, não tente empurrá-lo quando ele ainda não o puxou, pois você ficará completamente vulnerável.

2 - Mantenha sempre o equilíbrio.

Como aplicar a força contra seu oponente, são três variantes:

a) Empurrar, depois relaxar e em seguida puxá-lo.

b) Puxar, depois relaxar e então empurrar. O empurrão deve acontecer sem precipitação, no momento que ele revidar a puxada.

c) Arremessar o oponente é o modo mais eficaz de derrubar o adversário quando ambos estão tão próximos que não se pode nem puxar nem empurrar. Todo o corpo deve ser usado para revirar o oponente e desequilibrá-lo, levantando-o do chão. Nesta ação usa-se a força dos dois braços e o impulso das pernas, joelhos e quadris. Você não deve colocar-se numa posição que o oponente não possa derrubá-lo, mas manter-se nesta posição desde o começo.

3 - Desequilibre o oponente com o mínimo esforço.

Para concentrar a força em determinada parte do corpo é necessário, primeiro, relaxar com a consciência alerta, sem afrouxar. A regra vital do desequilíbrio (KUZUSHI), ou seja, a ação que deixa o oponente numa postura fácil de derrubá-lo ou arremessá-lo: a chave é desequilibrar ou quebrar a postura do oponente. Daí pode-se derrubá-lo com o mínimo de esforço. Você pode deixá-lo numa posição instável deslocando o peso do corpo para for a da base de sustentação. Se ele tentar manter o equilíbrio enrijecendo o corpo, ficará em condições desvantajosas e não poderá recuar nem avançar.
WAZA é baseado nos princípios fundamentais do Judô, "O máximo de eficiência no uso da mente e do corpo".
As teorias do KUZUSHI, TSUKURI e do KAKE são expressões dos princípios do ponto de vista do Waza. O Tsukuri é construído apartir do Kuzushi que significa destruir a postura de equilíbrio do seu oponente, e "estando você equilibrado" tornar seu ataque mais eficiente. O Tsukuri consiste na preparação do golpe para a sua aplicação, o Kake.
O Kuzushi, Tsukuri e o Kake são os princípios técnicos do Judô, você pode aprender o princípio que pode ser aplicado a todas as fases da vida humana.

O Ataque (Tori)

Preparar-se para o ataque significa preparar o próprio corpo e o do oponente para o golpe que virá. Os principais pontos incluídos nas ações corporais preparatórias são:

1 - Não permitir que o oponente perceba claramente as ações que você está realizando;

2 - Desequilibrar o adversário com pequenos movimentos, forçando-o a fazer grandes movimentos. É o princípio da força centrífuga: você se coloca no centro da ação e, com o mínimo de esforços, obriga o adversário se mexer à sua volta.

As Melhores Oportunidades

É preciso escolher a oportunidade certa para cada tipo de ação preparatória. Aqui estão as melhores chances para o ataque ao adversário:

1 - Ele está para vir à frente;

2 - Ele está para recuar;

3 - Ele vai desviar-se para direita ou para esquerda;

4 - Ele vai aplicar-lhe um golpe;

5 - O corpo dele está tenso e ele está tentando preparar uma ação;

6 - Ele se movimenta de modo apressado e impaciente;

7 - Ele aplicou um golpe;

8 - Ele tentou aplicar um golpe que falhou;

9 - Ele tentou aplicar um golpe e está agora procurando recobrar a posição;

10 - No exato momento em que ele recobrou a posição inicial.

Lembre-se de um ponto importante: depois de realizar os movimentos preparatórios e ter levantado o oponente no ar, execute um movimento de arremesso, assim o golpe surtirá o efeito desejado.

O Ataque é a Melhor Defesa

O importante é você não ficar na defensiva. Se o oponente não pode atacar é porque está ocupado em se defender. Isto é, você está levando vantagem, atacando! O ataque é uma defesa e a defesa deve ser um ataque!!!

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