quinta-feira, 6 de junho de 2013
Os tempos são outros...
Não há o que comemorar, demissão é sempre é ruim, mesmo quando é resultado de importante mudança no mundo da comunicação e informação, com a galopante perda do poder quase que absoluto exercido até aqui pelos monopólios midiáticos de direita no Brasil. O governo e as Associações de classe da área, devem buscar meios e modos de abrir outros canais, para absorver os profissionais do ramo (profissionais do ramo) que forem pegos pelo desemprego nesse período de transição/adaptação. Quanto a certos colunistas, que sempre utilizaram os espaços nos jornalões para desfiar seu rosário de preconceitos, futilidades e conservadorismos, muito bem encaixados no gosto do patronato, não farão a menor falta. Danuza Leão que vá para Paris, dar de cara com o porteiro do seu edifício. Os tempos são outros, felizmente. - 007bondeblog "FOLHA FAZ FAXINA NA "REDAÇÃO" E DEMITE DANUZA LEÃO"
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Praça Quinze de Novembro (Rio de Janeiro)
Está localizada na região conhecida, nos primórdios da ocupação das terras da cidade, como Praia da Piaçaba. Foi denominada, originalmente, de Largo do Terreiro da Polé, Largo do Carmo, Praça do Carmo, Terreiro do Paço e Largo do Paço.


No governo do vice-rei Dom Luís de Vasconcelos, foi construído o Chafariz do Mestre Valentim, que, inaugurado em 1789, é, até hoje, um dos símbolos da praça. Muitos pensam que o chafariz está com defeito, quando, na realidade, estudos demonstraram que a água que expelia estava erodindo as esculturas e pedras, razão pelo qual foi desligado.



Em 18 de março de 1870 a câmara da cidade deu-lhe a denominação de Praça de Dom Pedro II. Porém, com a Proclamação da República do Brasil, em 15 de novembro de 1889, seu nome foi trocado para a denominação atual - Praça Quinze de Novembro - em homenagem à data da proclamação. Só no fim do século XIX foi oficialmente descrito os seus contornos e limites: Rua Dom Manoel, Praça das Marinhas, ruas do Mercado, 1º de Março, 7 de Setembro e da Misericórdia.


A praça, até o início do século XX, era o ponto principal de desembarque e entrada na cidade.
Em 10 de junho de 1965 foi inaugurada a estátua equestre do Rei Dom João VI, presente do povo de Portugal à cidade, por ocasião dos festejos do quarto centenário de sua fundação. Da autoria de Salvador Barata Feyo - escultor português natural de Moçâmedes, Angola -, a estátua foi colocada no local onde o rei teria desembarcado em 1808. Uma cópia desta encontra-se na rotunda do Forte de São Francisco Xavier do Queijo, na Praça de Gonçalves Zarco, na cidade do Porto, em Portugal. De acordo com instruções do escultor desta obra, ambas as estátuas deveriam estar voltadas uma para outra, como simbolismo e ligação entre a mesma pessoa (Dom João VI) e os dois países (Portugal e Brasil). Essa mesma ligação profunda e indesmentível foi mais marcada ainda pela presença de um globo terrestre com a cruz de Cristo por cima, que a figura de Dom João leva na sua mão direita. A crer em João Barata Feyo, "...o globo terrestre com a Cruz de Cristo é um símbolo da história de Portugal, que é a descoberta, a conquista, a navegação. Ele leva a sua tradição de rei português. Digamos que Portugal se caracteriza pela aventura que realizou, pela descoberta dos caminhos para a Índia, Brasil. […] Foi uma forma de congregar, na figura de Dom João VI, toda a história de Portugal."
No local do antigo Mercado Municipal, ergue-se, hoje, o moderno prédio da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.



Nela, foi erguido o prédio do Palácio dos Governadores e da Casa da Moeda, futuras instalações do Paço Real e, depois, Imperial. As obras foram iniciadas por ordem do Conde de Bobadela e terminadas em 1745, no governo de Gomes Freire de Andrade. Foi o primeiro imóvel da cidade a ter vidros nas janelas!

No governo do vice-rei Dom Luís de Vasconcelos, foi construído o Chafariz do Mestre Valentim, que, inaugurado em 1789, é, até hoje, um dos símbolos da praça. Muitos pensam que o chafariz está com defeito, quando, na realidade, estudos demonstraram que a água que expelia estava erodindo as esculturas e pedras, razão pelo qual foi desligado.

Ali, até o início do regime republicano, estavam também a Capela Imperial (atual Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo), a Igreja da Ordem Terceira do Carmo, o Convento do Carmo (prédio da antiga Academia de Comércio, atual Universidade Candido Mendes), razão pela qual a região foi palco de acontecimentos e solenidades significativos para a história do Brasil, como casamentos, batizados, aclamações, coroações e enterros.
OBS: As pessoas transitam neste lugar, hoje, sem a menos ideia disso! Sem o respeito que esta Centro Histórico" deveria ter!!!

Na morte da rainha Dona Maria I, em 1816, no antigo prédio do Convento do Carmo, o então Largo do Paço foi o palco onde se desenrolou o funeral real. Com os cariocas todos vestidos de negro, o corpo saiu solenemente do paço para ser depositado no Convento da Ajuda. Dias depois, aconteceram na praça e em outros locais determinados da cidade as cerimônias protocolares da morte de um reinante. E vale lembrar, a única vez que foram executadas em todo o continente americano!!!

Em 18 de março de 1870 a câmara da cidade deu-lhe a denominação de Praça de Dom Pedro II. Porém, com a Proclamação da República do Brasil, em 15 de novembro de 1889, seu nome foi trocado para a denominação atual - Praça Quinze de Novembro - em homenagem à data da proclamação. Só no fim do século XIX foi oficialmente descrito os seus contornos e limites: Rua Dom Manoel, Praça das Marinhas, ruas do Mercado, 1º de Março, 7 de Setembro e da Misericórdia.

Quando foi feita a nova numeração dos prédios da cidade, em 1878, por ordem da Câmara Municipal, o serviço começou justamente na Praça, recebendo o Paço Imperial o número sete. Nela, em 1878, estavam também os prédios da Secretaria de Agricultura, da Agência Nacional de Colonização, da Praça do Mercado e da estação das barcas que navegam para Niterói até hoje.
Foi na frente do Paço Imperial, em 1888, que ocorreram as maiores comemorações pela assinatura da Lei Áurea. No entanto, logo depois, em 1889, com a Proclamação da República do Brasil, foi o local de onde partiu a família imperial para o exílio. O prédio foi transformado, então, em repartição dos Correios e Telégrafos, sofrendo uma série de reformas que o descaracterizaram. Hoje, inteiramente restaurado, é um centro cultural com livrarias, restaurantes e espaços para exposições.
Foi em 12 de novembro de 1894 a solene inaugurado do Panteão para o General Osório. Encimado por sua estátua equestre, fundida com os bronzes dos canhões apreendidos no Paraguai, uma homenagem da pátria brasileira a um dos heróis da Guerra do Paraguai. No entanto, nos fins do século XX, seus restos mortais foram removidos para Porto Alegre, capital do seu estado natal.

A praça, até o início do século XX, era o ponto principal de desembarque e entrada na cidade.
Em 10 de junho de 1965 foi inaugurada a estátua equestre do Rei Dom João VI, presente do povo de Portugal à cidade, por ocasião dos festejos do quarto centenário de sua fundação. Da autoria de Salvador Barata Feyo - escultor português natural de Moçâmedes, Angola -, a estátua foi colocada no local onde o rei teria desembarcado em 1808. Uma cópia desta encontra-se na rotunda do Forte de São Francisco Xavier do Queijo, na Praça de Gonçalves Zarco, na cidade do Porto, em Portugal. De acordo com instruções do escultor desta obra, ambas as estátuas deveriam estar voltadas uma para outra, como simbolismo e ligação entre a mesma pessoa (Dom João VI) e os dois países (Portugal e Brasil). Essa mesma ligação profunda e indesmentível foi mais marcada ainda pela presença de um globo terrestre com a cruz de Cristo por cima, que a figura de Dom João leva na sua mão direita. A crer em João Barata Feyo, "...o globo terrestre com a Cruz de Cristo é um símbolo da história de Portugal, que é a descoberta, a conquista, a navegação. Ele leva a sua tradição de rei português. Digamos que Portugal se caracteriza pela aventura que realizou, pela descoberta dos caminhos para a Índia, Brasil. […] Foi uma forma de congregar, na figura de Dom João VI, toda a história de Portugal."
No local do antigo Mercado Municipal, ergue-se, hoje, o moderno prédio da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.
Na década de 50 foi construída a Avenida Perimetral que, ligando a Avenida Presidente Vargas ao Parque Brigadeiro Eduardo Gomes, atravessou o local.

O Túnel Engenheiro Carlos Marques Pamplona, popularmente denominado Mergulhão da Praça 15, é uma passagem rodoviária subterrânea que passa sob a Avenida Alfredo Agache.
Na década de 1990, foram construídas vias subterrâneas de trânsito que integram o projeto para a demolição da Avenida Perimetral. As pistas subterrâneas devolveram toda a extensão da Praça 15 de Novembro aos pedestres.
Construído entre 1996 e 1997, constitui-se de quatro pistas, sendo duas no sentido Zona Norte e duas no sentido Zona Sul, contando com dois terminais de ônibus, banheiros químicos e escadas rolantes para acesso.

Bibliografia
- Carvalho, Ney O.R. - Praça XV e arredores: uma história em cinco séculos - Bolsa do Rio - Rio de Janeiro - 2000;
- Cavalcanti, J. Cruvello - A nova numeração dos prédios da cidade do Rio de Janeiro - Coleção Memória do Rio 6-I - Prefeitura da Cidade - Rio de Janeiro - s/d - p. 332;
- MOREIRA, Maria Cristina, ROCHA, José António Oliveira, e MARTINS, Joana, "História e tecnologia: preservação do Património estatuário como identidade cultural luso-brasileira.", Projeto História, Pontifícia Universidade Católica de S. Paulo(PUC-SP), Vol. nº. 34, São Paulo, 2007, p. 69-84.
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_(Rio_de_Janeiro)
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_t%C3%BAneis_do_Brasil#Rio_de_Janeiro
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Projeto de lei para acabar com as cotas
Fonte: e-mail!
Dilma estava lendo um novo projeto de lei petista quando grita:
- Ideliiiiiiiiiiiiiii...chama o Zé Eduardo aqui, agoraaaaaaaaaaa !!!!
Quando o Ministro chega ela esculacha logo:
- Zéééééééééé...que porra de projeto de lei para acabar com as cotas é esse?
Quem foi o corno que redigiu essa porra?
- Foi a Benedita. Mas por ordem do seu ex. - Por ordem do Lula?
- É,... por ordem do Lula. Ela levanta da mesa e enfia o dedo na cara do Ministro José Eduardo.
- Ele tá maluco? Câncer foi na garganta ou na cabeça? Caceta Zé, isso vai desmoralizar a gente !!!!!!!!!
-Ideliiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii....liga pro Lula.
Depois de uns 10 minutos nos quais ela descascou no Zé, Ideli transfere a ligação.
- Alô, Presidente? É a Dilma, tudo bem? Viajando muito? Amor no coração. Tô ligando pelo seguinte: Tô com um projeto de Bené que acaba com as cotas nas faculdades. O Zé me disse que foi você que mandou ela fazer, não estou entendendo nada. Ninguém me avisou nada. Assim não dá, porra!!!!
Do outro lado o Lula suspira. - Calma companheira. Tudo tem uma razão lógica. Você precisa ver mais na frente, precisa ver o Brasil daqui 5, 10, 20 anos. Para pra pensar: Se um negão advogado hoje em dia faz um estrago desses, imagina um monte deles daqui a alguns anos...
Dilma estava lendo um novo projeto de lei petista quando grita:
- Ideliiiiiiiiiiiiiii...chama o Zé Eduardo aqui, agoraaaaaaaaaaa !!!!
Quando o Ministro chega ela esculacha logo:
- Zéééééééééé...que porra de projeto de lei para acabar com as cotas é esse?
Quem foi o corno que redigiu essa porra?
- Foi a Benedita. Mas por ordem do seu ex. - Por ordem do Lula?
- É,... por ordem do Lula. Ela levanta da mesa e enfia o dedo na cara do Ministro José Eduardo.
- Ele tá maluco? Câncer foi na garganta ou na cabeça? Caceta Zé, isso vai desmoralizar a gente !!!!!!!!!
-Ideliiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii....liga pro Lula.
Depois de uns 10 minutos nos quais ela descascou no Zé, Ideli transfere a ligação.
- Alô, Presidente? É a Dilma, tudo bem? Viajando muito? Amor no coração. Tô ligando pelo seguinte: Tô com um projeto de Bené que acaba com as cotas nas faculdades. O Zé me disse que foi você que mandou ela fazer, não estou entendendo nada. Ninguém me avisou nada. Assim não dá, porra!!!!
Do outro lado o Lula suspira. - Calma companheira. Tudo tem uma razão lógica. Você precisa ver mais na frente, precisa ver o Brasil daqui 5, 10, 20 anos. Para pra pensar: Se um negão advogado hoje em dia faz um estrago desses, imagina um monte deles daqui a alguns anos...
12 questões de Jim Collins que os líderes deveriam responder
Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/13-questoes-de-jim-collins-que-os-lideres-deveriam-responde?page=1
1 - Queremos criar uma grande empresa e estamos dispostos a nos esforçar para isso?
2 - Temos as pessoas corretas nos cargos principais? “Colocar as pessoas no lugar certo é a decisão mais difícil que um líder pode tomar e é preciso ser feita para que o negócio prospere”, afirmou Collins.
3 - Quais são os fatos brutais? “Ou seja, onde e em que você ainda precisa melhorar”, disse ele.
4 - Se nossa empresa desaparecer, quem sentirá nossa falta? “Também nesse sentido, é preciso que o líder se pergunte quais pessoas de sua equipe tem a capacidade de se reerguer se necessário”, afirma Jim.
5 - Qual é a sua marcha de 20 milhas? Qual sua motivação pessoal? Como vc sabe se está dentro dela ou não?
6 - Onde vamos apostar com base na criatividade empírica?
7 - Quais são os valores essenciais que vamos sempre seguir?
8 - Qual é a meta ousada, grande e cabeluda que vamos definir para os próximos 15 ou 25 anos?
9 - O que pode nos matar e como vamos nos proteger?
10 - O que você precisa parar de fazer para dar espaço a esse novo foco?
11 - Como você pode aumentar seu retorno sobre a sorte? “Bill Gates não teve sorte, mas ousadia, criatividade, ambição, uma grande ideia. E um pouco de sorte”, disse Collins.
12 - Somos uma equipe de gestão de nível cinco e estamos criando uma cultura de nível cinco?
Envolver-se com algo que você gosta e acredita e assim chegará a uma satisfação suprema, lembra Collins. “Quando se encontra parceiros ideais, para fazer com você algo que te dá paixão e realização profissional, você acaba dando uma contribuição única para o mundo, fazendo diferença para as pessoas. Esse é o sucesso verdadeiro”, afirmou o guru.
1 - Queremos criar uma grande empresa e estamos dispostos a nos esforçar para isso?
2 - Temos as pessoas corretas nos cargos principais? “Colocar as pessoas no lugar certo é a decisão mais difícil que um líder pode tomar e é preciso ser feita para que o negócio prospere”, afirmou Collins.
3 - Quais são os fatos brutais? “Ou seja, onde e em que você ainda precisa melhorar”, disse ele.
4 - Se nossa empresa desaparecer, quem sentirá nossa falta? “Também nesse sentido, é preciso que o líder se pergunte quais pessoas de sua equipe tem a capacidade de se reerguer se necessário”, afirma Jim.
5 - Qual é a sua marcha de 20 milhas? Qual sua motivação pessoal? Como vc sabe se está dentro dela ou não?
6 - Onde vamos apostar com base na criatividade empírica?
7 - Quais são os valores essenciais que vamos sempre seguir?
8 - Qual é a meta ousada, grande e cabeluda que vamos definir para os próximos 15 ou 25 anos?
9 - O que pode nos matar e como vamos nos proteger?
10 - O que você precisa parar de fazer para dar espaço a esse novo foco?
11 - Como você pode aumentar seu retorno sobre a sorte? “Bill Gates não teve sorte, mas ousadia, criatividade, ambição, uma grande ideia. E um pouco de sorte”, disse Collins.
12 - Somos uma equipe de gestão de nível cinco e estamos criando uma cultura de nível cinco?
Envolver-se com algo que você gosta e acredita e assim chegará a uma satisfação suprema, lembra Collins. “Quando se encontra parceiros ideais, para fazer com você algo que te dá paixão e realização profissional, você acaba dando uma contribuição única para o mundo, fazendo diferença para as pessoas. Esse é o sucesso verdadeiro”, afirmou o guru.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
O Som do Silêncio
Olá escuridão, minha velha amiga
Vim conversar com você de novo
Porque uma visão um pouco arrepiante
Deixou sementes enquanto eu dormia
E a visão que foi plantada em meu cérebro
Ainda permanece dentro do som do silêncio
Em sonhos agitados eu caminhei só
Em ruas estreitas de paralelepípedos
Sob a luz das lampadas da rua
Levantei minha lapela para me proteger do frio e umidade
Quando meus olhos foram apunhalados
Pelo brilho de uma luz de néon
Que rachou a noite
E tocou o som do silêncio
E na luz nua eu vi
Dez mil pessoas, talvez mais
Pessoas conversando sem falar
Pessoas ouvindo sem escutar
Pessoas escrevendo canções
Que vozes jamais compartilharam
E ninguém ousava
Perturbar o som do silêncio
"Tolos" eu disse, "vocês não sabem
Silêncio é como um câncer que cresce
Ouçam as palavras que eu possa lhes ensinar
Tomem os braços que eu possa lhes estender"
Mas minhas palavras caíam como gotas silenciosas de chuva
E ecoavam no poço do silêncio
E as pessoas curvavam-se e rezavam
Ao Deus de néon que elas criaram
E a placa faiscou o seu aviso
Nas palavras que formava
E a placa dizia,
"As palavras dos profetas
Estão escritas nas paredes do metrô
E nos corredores das casas"
E sussurravam no som do silêncio
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
MORTE
Não há palavras para expressá-la... Não há livro que a descreva... Por isso, o melhor jeito de consolar é falar pouco, orar junto, sentir junto e estar presente, cada um do jeito que sabe.
lavras não explicam a morte de alguém. Sabem disso o pai, a mãe, os filhos, os irmãos, o namorado e/ou namorada, o marido e/ou mulher... Os amigos de verdade!
Quando o outro morre, infelizmente, parte do mistério da vida vai com ele. A parte que fica torna-se ainda mais intrigante.
Para onde? Para quem? Está me ouvindo? A gente vai se ver? Como será o reencontro?
Acabou-se para sempre, ou ela apenas foi antes? Por que agora? Por que desse jeito?
Então a gente tenta assimilar o que não se explica. Cada um do jeito que sabe. Há o que bebe, o que fuma, o que grita, o que abandona tudo, o que agride, o que chora silencioso num canto, o que chama Deus para uma briga, o que mergulha no fatalismo e o que, mesmo sem entender ou crer, aposta na fé.
Um dia nos veremos de novo… enquanto este dia não chegar, entes que eu amo sei que me ouvem e oram por mim, lá, junto de Deus. Para eles a vida tem, agora, uma outra dimensão. Alcançou o definitivo!
Quem fica perguntando e sofrendo somos nós. Mas como a vida é um riacho que logicamente deságua, a nossa vez também chegará e, quando isso acontecer, então não haverá mais lágrimas. Os que aqui ficaram chorando terão a sua explicação. Por enquanto, fica apenas o mistério... Alguém que não sabemos por que nasceu de nós e por que cresceu em nós, por que entrou tão de cheio em nossas vidas, fechou os olhos e foi-se embora.
Quem ama de verdade não crê que se acabou. A vida é uma só: começa aqui no tempo e continua, depois, na ausência de tempo e de limite. Alguém a quem amamos se tornou eterno. E essa pessoa já sabe quem e como Deus é. E também sabe o porquê de sua partida. Por isso, convém falar com ela e mandar recados a Deus por meio dela. Se ela está no céu, então alguém, além de Deus, de Jesus e dos santos, se importa conosco.
Definitivamente, não estamos sozinhos, por mais que doa a solidão de havê-la perdido. Mas é apenas por pouco tempo. Quem amou aqui, sem dúvida, se reencontra no infinito…
lavras não explicam a morte de alguém. Sabem disso o pai, a mãe, os filhos, os irmãos, o namorado e/ou namorada, o marido e/ou mulher... Os amigos de verdade!
Quando o outro morre, infelizmente, parte do mistério da vida vai com ele. A parte que fica torna-se ainda mais intrigante. Acabou-se para sempre, ou ela apenas foi antes? Por que agora? Por que desse jeito?
Então a gente tenta assimilar o que não se explica. Cada um do jeito que sabe. Há o que bebe, o que fuma, o que grita, o que abandona tudo, o que agride, o que chora silencioso num canto, o que chama Deus para uma briga, o que mergulha no fatalismo e o que, mesmo sem entender ou crer, aposta na fé.
Um dia nos veremos de novo… enquanto este dia não chegar, entes que eu amo sei que me ouvem e oram por mim, lá, junto de Deus. Para eles a vida tem, agora, uma outra dimensão. Alcançou o definitivo!
Quem fica perguntando e sofrendo somos nós. Mas como a vida é um riacho que logicamente deságua, a nossa vez também chegará e, quando isso acontecer, então não haverá mais lágrimas. Os que aqui ficaram chorando terão a sua explicação. Por enquanto, fica apenas o mistério... Alguém que não sabemos por que nasceu de nós e por que cresceu em nós, por que entrou tão de cheio em nossas vidas, fechou os olhos e foi-se embora.
Quem ama de verdade não crê que se acabou. A vida é uma só: começa aqui no tempo e continua, depois, na ausência de tempo e de limite. Alguém a quem amamos se tornou eterno. E essa pessoa já sabe quem e como Deus é. E também sabe o porquê de sua partida. Por isso, convém falar com ela e mandar recados a Deus por meio dela. Se ela está no céu, então alguém, além de Deus, de Jesus e dos santos, se importa conosco.
Definitivamente, não estamos sozinhos, por mais que doa a solidão de havê-la perdido. Mas é apenas por pouco tempo. Quem amou aqui, sem dúvida, se reencontra no infinito…
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Camponês versus imposto do Rei
Qual a diferença de ontem para hoje? Por exemplo... O Imposto de Renda é um tributo direto, no qual o cidadão repassa parte de sua renda média anual para o Estado. Acredita-se que o mesmo tenha se originado na Inglaterra, quando o governo inglês necessitava de recursos extras para custear a guerra contra a França de Napoleão Bonaparte. No Brasil, as primeiras tentativas de implementação do tributo ocorreram em 1843. No entanto, as pressões exercidas por empresários levaram o Imposto de Renda a ser instituído somente em 1922, por meio da Lei 317, editada em 21 de outubro.
No feudalismo, o critério de diferenciação dos grupos sociais era a posse das terras (lembre-se que hoje você para IPTU), que estava rigidamente definida: de um lado, os senhores, cuja riqueza provinha da posse territorial e da exploração do trabalho servil; de outro, os servos, vinculados à terra e sem possibilidades de ascender socialmente. A esse tipo de sociedade, estratificada, sem mobilidade social, dá-se o nome de sociedade estamental.
Muito diferente de hoje... Será?!
A sociedade feudal era composta por três estamentos, três grupos sociais com status fixo: o clero (os oratores), a nobreza (os bellatores, isto é, que lutam) e os camponeses (os laboratores, que trabalham):
- O clero tinha como função oficial rezar... Na prática, exercia grande poder político sobre uma sociedade bastante religiosa, onde o conceito de separação entre a religião e a política era desconhecido. Mantinham a ordem da sociedade evitando, por meio de persuasão e criação de justificativas religiosas, revoltas e contratações camponesas.
- A nobreza (também chamados de senhores feudais) tinha como principal função guerrear, além de exercer considerável poder político sobre as demais classes. O Rei lhes cedia terras e estes lhe juravam ajuda militar (relações de suserania e vassalagem). Imaginem se a turma das milícias estudasse história... A polícia estuda!
- Os servos constituíam a maior parte da população camponesa, presos à terra e explorados em sua força de trabalho (...). Para receberem direito à moradia nas terras de seus senhores, assim como entre nobres e reis, juravam-lhe fidelidade e trabalho.
Destes estamentos sociais, dois grupos eram principais na sociedade feudal: os senhores feudais e os servos. Os servos eram constituídos pela maior parte da população camponesa, presos ao feudo e sofrendo grande exploração pelo senhor. Eram obrigados a pagar diversos tributos e prestar vários serviços ao senhor em troca da permissão do uso da terra e de proteção militar. As principais obrigações dos servos consistiam em:
- Corvéia: trabalho compulsório nas terras do senhor em alguns dias da semana;
- Talha: parte da produção do servo entregue ao nobre;
- Banalidade: tributo cobrado pelo uso dos bens do feudo, como o moinho, o forno, o celeiro;
- Capitação: imposto pago por cada membro da família (por cabeça);
- Tostão de Pedro ou dízimo: 10% da produção do servo era pago à Igreja, para a manutenção da capela local;
- Censo: tributo que os vilões (pessoas livres, vila) deviam pagar, em dinheiro, para a nobreza;
- Formariage: quando o nobre resolvia se casar , todo servo era obrigado a pagar uma taxa para ajudar no casamento, era também válida para quando um parente do nobre iria casar;
- Mão Morta: Era o pagamento de uma taxa para permanecer no feudo da família servil, em caso do falecimento do pai da família;
- Albermagem: Obrigaçao do servo em hospedar o senhor feudal.
Muito diferente dos nossos dias... Será?!!! Nos nossos dias... COFINS, IPVA, IPTU, IOF, ITCMD, IPI, TFPC, laudêmio, pedágio, aforamento, tarifas públicas que não são considerados tributos, dízimo, etc!!!
Enfim... Voltando para o Imposto de Renda, que me revoltou hoje... É comum ouvirmos expressões como “prestar contas ao leão” para designar o pagamento do imposto. Isso começou em 1979, quando a Receita Federal decidiu criar uma campanha publicitária para divulgar o tributo. Após a análise de muitas propostas, se decidiu que a imagem do leão era ideal para a campanha: um animal justo; leal; forte, embora não ataque sem avisar; manso, mas não bobo.
Esta era justamente a idéia que se queria passar: o governo não seria condescendente com a sonegação.
Agora... Vai ver na história o que a nobreza fazia conosco se não pagássemos os impostos.
A repercussão da campanha publicitária do leão foi um sucesso, uma vez que até hoje a imagem do animal, embora não seja mais usada pela Receita Federal, é diretamente associada ao Imposto de Renda. Sem contar o medo que temos tanto de um quanto do outro!!!
Falta de mão de obra qualificada para suprir as necessidades do crescimento da exploração de petróleo no Brasil com o pré-sal
A IstoÉ Dinheiro (48-49) noticia que, com a exploração da camada pré-sal, a Petrobras deve multiplicar por cinco a extração de petróleo, passando de 200 mil para um milhão de barris diários, até 2017. Até lá, informa a matéria, a Companhia pretende lançar 49 navios ao mar, ampliando para 110 a sua frota de petroleiros. Segundo o texto, a expansão rápida, porém, demonstra um problema desse crescimento: a falta de mão de obra qualificada, em terra e no mar. O texto traz que a Petrobras investe num programa de formação que já capacitou 90,7 mil profissionais para o setor de óleo e gás e a indústria naval.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
TRÂMITE COMUNICAÇÃO
A TRÂMITE tem como missão viabilizar as estratégias
de COMUNICAÇÃO para seus Clientes através do desenvolvimento de soluções
especializadas e sob medida.
·
Projetos de comunicação – Assessoria de
imprensa, relações públicas, auditoria de imagem e pesquisa de mercado,
comunicação interna e externa, web design, design gráfico, gerenciamento das
comunicações sociais e de projeto, gerenciamento de crise e media training;
o Design
gráfico – Executar identidade visual de marcas; confeccionar brindes; campanhas
de endomarketing; newsletters; press kits; publicações; websites.
o Web
design – Executar projetos de arquitetura; registro de domínio; hospedagem de
sites; windows streaming media; e-mail marketing; exchange; mobimail.
A Trâmite vai até você! Vamos marcar uma reunião!!!
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