Por que justo comigo? Por que minha esposa me deixou? Por que eu fui escolhido pelo câncer? Bem, de que maneira você gostaria que o mundo respondesse isso pra você? Se é da maneira Budista, tudo é determinado pelo tipo de pessoa que você foi em vidas passadas e isto é o Karma. Se é da maneira católica? Bem... Deus reservou isso para você. De maneira intelectual? Porque isso é o efeito de uma certa causa! Minha opinião... Lide com aquilo que você pode controlar e deixe o resto para o Buda/Deus/Karma/destino.
A verdade é que certas coisas estão além do seu controle e você não tem ideia de como nem porque algumas coisas acontecem (por exemplo, a queda de aviões...). Talvez um dia você consiga a resposta. Mas, até lá, você não pode controlar certas coisas. Se você desistir do seu senso de oposição e deixar que as coisas aconteçam, será capaz de se adaptar às novas situações mais rapidamente e agir de modo correto no futuro.
Tenho trabalhado muito isso... Muito mesmo!!!
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Capacidade de lidar com frustrações
Você, em algum momento da vida, ou alguns, vai experimentar a frustração. Isso é fato!
Muitas vezes a auto análise e uma grande capacidade de reflexão pode ajudar-nos a melhor compreender as razões de nossas frustrações... Entretanto, dependendo do grau em que se desenvolveram... As pequenas frustrações do dia-a-dia são, de modo geral, fáceis de serem contornadas. Entender que nem todos os nossos desejos podem ser satisfeitos é o primeiro passo para aprendermos a lidar com o sentimento de frustração. Outro fator importante é adquirir a consciência de que tudo na vida tem o momento certo para acontecer e nem sempre acontece com a rapidez que desejamos.
Essa consciência nos ajuda a lidar com as frustrações de forma mais sábia e equilibrada, uma vez que alcançar determinados objetivos nem sempre depende unicamente de nós. Muitas vezes, existem outras pessoas envolvidas e precisamos entender e aceitar que seu tempo de agir é diferente do nosso.
O problema é quando não conseguimos realizar nossos mais profundos anseios por medo, insegurança, falta de autoconfiança ou outra limitação interior. Neste caso, somos tomados por um sentimento de incapacidade que torna o sentimento de frustração ainda mais intenso.
Estabelecer claramente as causas de nossas frustrações permite-nos determinar quais aquelas que dependem unicamente de nossas atitudes para serem combatidas, e agir de modo a reduzir este sentimento.
O importante é não perder de vista que libertar-se da frustração exige uma atitude de nossa parte, caso contrário nos tornaremos amargos, mal-humorados e incapazes de usufruir os bons momentos da vida.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Merdas acontecem
Empreender sempre foi e sempre será extremamente difícil! O bicho pegou, a porca torceu o rabo, a cobra fumou, etc!!!Minha lições aprendidas?! Aceite que você está lascado! Nelson Mandela já dizia “Corajoso não é quem não sente medo, é quem age mesmo com medo.”. O mesmo vale para o sucesso! Sucesso não é a ausência de problemas, é seguir em frente mesmo com eles!
Outro grande líder, Forrest Gump (kkkkk), já dizia “Merdas acontecem.” (kkkkk... Acabo de ver este no Facebook!). Saber disso faz muita diferença pra quem quer chegar mais longe!
Entenda que uma hora ou outra as coisas vão dar errado, aceite isso e siga em frente. O mesmo vale pra hora que o problema acontece. Negar que o problema existe não vai resolvê-lo. Ao invés disso, a primeira atitude de quem quer resolver um problema é bater no peito com orgulho e falar “Deu merda!”. E lembre que tudo sempre pode ficar pior. Na grande maioria das vezes, ao analisar friamente um problema você percebe que ele é menor do que realmente parece ser no momento em que você estava gritando todos os palavrões que conhece. Quando tudo parecer perdido, lembre-se que você não está soterrado a 700 metros de profundidade numa mina de carvão!
Estar na merda é normal, ficar nela não! Por isso, você precisa pensar em formas criativas de sair dela. Ficar reclamando nunca levou ninguém a lugar nenhum, planejamento e ação sim. Aprenda com os erros e siga em frente!
Joia do meu passado
Acabo de ver duas joia do meu passado, agora mesmo, no Campo de São Bento. Alguém já ouviu falar da BMX Monark Super? Ou BMX tanquinho, apelido da época?! Uma joia fabricada no final da década de 70 e início dos anos 80?! Então... Eu tive uma! E se você está perguntando qual a importância disso, claro, eu respondo.Ganhei meus primeiros grandes pontos no corpo com ela; foi por causa do "contra pedal" dela que eu fiquei internado 1 anos e alguns meses no hospital para conseguir andar novamente... Mas... Foi quando eu ganhei esta bicicleta, com oito para nove anos, que eu vi o Papai Noel pela primeira vez (sim! Eu ainda acredito no cara!!! ); ela é uma das joias do meu passado que mais me fazem lembrar da minha infância ao lado do meu pai (foi ele que me deu, todo orgulhoso, vestido de vermelho...); foi A "moto" que me fez popular entre os amigos de Bento Ribeiro (HEHEHE)... Etc!
Caramba! Que saudade dos meus pais esta visão me deu! Que alegria poder encontrar esta Super e reviver momentos tão importantes da minha vida!
Graças a Deus!
Bom dia para todos!!!
domingo, 17 de agosto de 2014
Autoavaliação, separar qualidades e defeitos, reconhecer e melhorar
Autoavaliar-se traz benefícios pessoais, pois você passa a conhecer melhor suas preferências e capacidades e, assim, saberá quais são suas qualidades e defeitos para conseguir trabalhá-los de forma a beneficiá-lo. Essa avaliação também se torna benéfica na área profissional; pois, conhecendo suas habilidades e dificuldades, fica mais fácil saber como agir com base nelas, potencializar o lado positivo e trabalhar o negativo.
Minhas dicas, bem modestas, já que ainda estou trabalhando isso em mim, são...
1) Faça uma lista - Procure enumerar quais são seus pontos fracos e fortes, as atividades para as quais você tem mais facilidade e em quais pontos você tem dificuldades. Pense tanto em tarefas relacionadas à sua casa quanto nas do trabalho e separe-as em dois grupos: profissional e comportamental.
2) Comece pelos pontos positivos - Ao descobrir suas qualidades, procure maneiras de mantê-las ou aprimorá-las. Por exemplo, se você é bom em uma tarefa, procure uma maneira de executá-la mais rápido ou aplique alguma maneira que possa transformar seu trabalho bom em excelente. A regra também vale para qualidades pessoais; por exemplo, se você é um bom ouvinte, procure usar essa habilidade a seu favor e trabalhe com base nisso, use como um diferencial.
3) Trabalhe os pontos negativos - Saber suas qualidades é a parte fácil. Agora, concentre-se nos defeitos enumerados em sua lista, descubra o motivo deles e o que você pode fazer para superá-los. Se você tem dificuldades para realizar certas tarefas, procure maneiras alternativas de realizá-las. Contudo, se o defeito for comportamental, a resolução pode ser um pouco mais difícil.
Ao se conhecer, você será mais capacitado para liderar outras pessoas e se aperfeiçoar diariamente, melhorando seu relacionamento no trabalho, com a família e, principalmente, com você mesmo. Com isso, você notará uma grande evolução em seu desenvolvimento pessoal.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Quer empreender?!
Sou empresário desde 2010. Isso mesmo! Sou!!! Vejam... Liderança, por exemplo... Qualquer um pode estar líder, claro, mas nem todos podem SER líderes. Desenvolver equipes, conquistar as pessoas, ser admirado e/ou copiado e, dessa maneira, exercer com perfeição a palavra liderança, vamos combinar, depende de vários fatores que não surgem do nada.
Líder não é ocupar um cargo dentro da empresa. Ser líder é um estado de espírito. Quem é líder “é”, quem ocupa um cargo “está”.
Como empresário, aprendendo e acumulando experiência, quero dar algumas dicas que farão toda diferença para quem ainda vai iniciar suas atividades como empreendedor. Um pouco do que aprendi até aqui! Vamos lá!!!
Crie novas ofertas para aumentar sua base de clientes. Comece entendendo melhor seus consumidores e por que eles compram seu produto ou serviço. A partir daí, fica mais fácil pensar em novas maneiras de atrair clientes para novos produtos. Muitos pequenos negócios conseguem ganhar mais clientes oferecendo uma maior diversidade de produtos e serviços, que dão mais flexibilidade e liberdade de escolha ao consumidor.
Aumente seu investimento no marketing on-line e de baixo custo. Use e abuse de ferramentas que possibilitem a promoção gratuita do seu negócio. LinkedIn e Facebook podem trazer muita visibilidade. E outra ideia é criar um blog e participar de outros blogs. Aproveite a internet para se comunicar com consumidores sobre a sua empresa e as empresas concorrentes. Além de promover o seu negócio, você também estará recolhendo informações importantes para novas ideias de produtos.
Melhore o website de sua empresa e comece a vender on-line. Não importa o tamanho! Toda empresa precisa de um website para se manter competitiva. Fique atento aos números de visitação, e faça uso do site para vender, e não somente promover o nome da empresa.
Separe algum tempo para estreitar o seu foco. Organize seus dias para que você dedique algum tempo para fazer planos de melhoras que possam a aumentar os lucros. Também é importante fazer intervalos durante o trabalho para recarregar as energias e garantir um bom rendimento.
Crie eventos para atrair os consumidores. Pense em estratégias de promoção que possam atrair mais clientes, como co-patrocinar um evento ou show, por exemplo. Faça promoções como programas de pontos para clientes, para encorajá-los a repetir as compras. Outra dica é modificar a decoração e a disposição de produtos com regularidade, para oferecer experiências novas aos consumidores.
Envolva toda a equipe na resolução dos problemas. E esta é a melhor dica! É péssimo ver um líder que diz “o fracasso foi nosso, mas o sucesso só meu”. É péssimo também ver aquele líder egocêntrico, que sabe tudo, que resolve tudo “sozinho”. Envolver a equipe na resolução dos problemas faz com que cada membro sinta-se envolvido de verdade, comprometido e, dessa maneira, mais estimulado a produzir, otimizar e solucionar.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
O reconhecimento... A motivação!!!
Encontrei com um cliente ainda agora que fez valer o dia. E olha que são apenas 08h12 agora! Ele só está iniciando!!!
Este amigo me fez lembrar que exercer um trabalho, seja qual for, é um ato digno. Quando o trabalho é falho, há a necessidade de apontamento dos equívocos, não para constranger ou então castigar, mas sim para alertá-lo do seu erro e fazê-lo crescer profissionalmente. Da mesma maneira que há a correção, deve haver o reconhecimento quando o funcionário realiza um serviço de alta qualidade, sendo muito beneficiador para toda a companhia.
Este reconhecimento está diretamente atrelado a um trabalho de motivação, pois com isto o profissional se sente mais valorizado, capaz e estimulado para realizar seus deveres de um modo melhor.
Reconhecer que o profissional está fazendo um serviço mais que satisfatório é essencial no crescimento profissional dele, o que está ligado também ao crescimento da empresa.Um chefe que vê os acertos de seu funcionário e os reconhece, não só motiva ainda mais o seu colaborador como faz com que outros se disponham a realizar de forma mais dedicada o seu dever, em busca também deste reconhecimento. É algo ligado diretamente ao fator psicológico do ser humano, relacionado à satisfação que todos nós sentimos quando somos reconhecidos. É algo que buscamos, inconscientemente ou não, e quando conseguimos, nos sentimos como se fôssemos capazes de realizar tudo aquilo que planejamos e desejamos.
Então, quando há esse sentimento dentro de toda uma equipe, existe a grande possibilidade de um crescimento geral. Pois o clima do ambiente será outro, não será opressivo e estará propício para a realização das tarefas.
Manter uma empresa motivada aumenta consideravelmente as possibilidades de crescimento, porque há um envolvimento maior dos profissionais e há algo recompensador para eles. Esta recompensa será o reconhecimento, seja na forma de exaltação ou também de remuneração, de acordo com as necessidades e desejos de cada um.
São dois atos que estão ligados um ao outro e assim se completam, dando uma oportunidade para a empresa preencher uma lacuna esquecida e que poderia ser o motivo para ainda não ter deslanchado.
Vale lembrar que isso deve ser levado para todos os nível sociais... Trabalho, casa, família, filhos, etc.
Este amigo me fez lembrar que exercer um trabalho, seja qual for, é um ato digno. Quando o trabalho é falho, há a necessidade de apontamento dos equívocos, não para constranger ou então castigar, mas sim para alertá-lo do seu erro e fazê-lo crescer profissionalmente. Da mesma maneira que há a correção, deve haver o reconhecimento quando o funcionário realiza um serviço de alta qualidade, sendo muito beneficiador para toda a companhia.
Este reconhecimento está diretamente atrelado a um trabalho de motivação, pois com isto o profissional se sente mais valorizado, capaz e estimulado para realizar seus deveres de um modo melhor.
Reconhecer que o profissional está fazendo um serviço mais que satisfatório é essencial no crescimento profissional dele, o que está ligado também ao crescimento da empresa.Um chefe que vê os acertos de seu funcionário e os reconhece, não só motiva ainda mais o seu colaborador como faz com que outros se disponham a realizar de forma mais dedicada o seu dever, em busca também deste reconhecimento. É algo ligado diretamente ao fator psicológico do ser humano, relacionado à satisfação que todos nós sentimos quando somos reconhecidos. É algo que buscamos, inconscientemente ou não, e quando conseguimos, nos sentimos como se fôssemos capazes de realizar tudo aquilo que planejamos e desejamos.
Então, quando há esse sentimento dentro de toda uma equipe, existe a grande possibilidade de um crescimento geral. Pois o clima do ambiente será outro, não será opressivo e estará propício para a realização das tarefas.
Manter uma empresa motivada aumenta consideravelmente as possibilidades de crescimento, porque há um envolvimento maior dos profissionais e há algo recompensador para eles. Esta recompensa será o reconhecimento, seja na forma de exaltação ou também de remuneração, de acordo com as necessidades e desejos de cada um.
São dois atos que estão ligados um ao outro e assim se completam, dando uma oportunidade para a empresa preencher uma lacuna esquecida e que poderia ser o motivo para ainda não ter deslanchado.
Vale lembrar que isso deve ser levado para todos os nível sociais... Trabalho, casa, família, filhos, etc.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Será que é a hora de fechar as portas? Como proceder?!
Tenho lido bastante sobre isso nos últimos dias... Os fatores para encerrar uma empresa de qualquer setor podem variar, seja pela inexperiência de gestão, falta de planejamento financeiro e estratégico, etc. Independente do motivo, segundo levantamento realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), 30% das empresas brasileiras fecham suas portas ainda no primeiro ano. O número das organizações que não resistem aos cinco primeiros anos ultrapassa os 90%. E eu garanto, por fato e direito, que gerir uma empresa vai muito além da leitura de livros que falem sobre isso. É preciso estudo, dedicação, conhecimento, metas heroicas e alta capacidade de resistência a frustrações. Senão...
domingo, 29 de junho de 2014
Comunicação para Projetos
Quando falamos em gerenciamento de projetos, pensamos logo em administração de prazo, escopo e qualidade. Na verdade, a administração de todas estas áreas, requer do gerente de projeto uma gama de habilidades e técnicas efetivas, pois muitos elementos precisam ser coordenados. Manter um time unido e sólido, e atender as expectativas dos stakeholders é um dos grandes desafios que um gerente de projeto enfrenta.
Um bom plano de comunicação pode ser chave para que a execução e o controle do projeto tenham sucesso. Na minha visão, o desenvolvimento de um bom plano de comunicação inclui alguns importantes fatores como: administração de informação, expectativas de stakeholders , conteúdo e precisão da informação.
Administração de informação
Durante todo o ciclo de vida de um projeto, são produzidas ou recebidas, uma grande quantidade de informações. A Administração desta informação é a responsabilidade do gerente de projeto. Em um plano de comunicação, devemos ter identificado de forma clara como uma informação será gerada e distribuída. Este plano deveria identificar os tipos de relatórios (relatórios formais, status do projeto, memorandos, etc.), a frequência que os relatórios serão gerados, e em que momento deverão acontecer as reuniões.
Conteúdo das informações
Após a identificação dos relatórios, devem ser documentados os elementos de dados e o nível de detalhe que cada relatório ou documento deve conter. Nesta etapa, também é importante entender que tipo de informações, os stakeholders pretendem estar recebendo. De nada adianta gerar uma curva S, com todo detalhe de trabalho realizado x planejado e enviar para o gerente de suprimentos e contratação, ou ainda gerarmos um fluxo de caixa e enviar para um supervisor de produção.
Habilidade de comunicação
A habilidade de comunicação é essencial para assegurar a compreensão de informações durante todo o ciclo devida de um projeto. Existem vários momentos ou fases que habilidade de comunicação pode e deve ser aplicada. É aplicada desde o processo de iniciação, estende-se ao plano global do projeto e de uma forma importantíssima na entrega e encerramento do projeto. Fazer com que o time do projeto saiba qual a sua responsabilidade, liderar e motivar a equipe e fazer com que os stakeholders estejam bem informados é considerado uma habilidade de comunicação.
Precisão
Independente do destino, ou do resultado que a mesma deva apresentar, a informação deve ser clara, objetiva e precisa. A tentativa de suavizar uma informação ruim, ou omitir a informação, pode acarretar uma queda do gerente de projeto. Em contrapartida, tentar enfeitar demais um resultado bom que o projeto vem apresentando, também não é interessante para um gerente. Um gerente de projeto honesto e que mostra segurança nas informações que gera, conseguirá obter de seu time a motivação necessária para o sucesso do projeto.
Expectativas de stakeholders
Estudar e entender as expectativas dos stakeholders do projeto, pode ajudar na geração de relatórios e em momentos de decisões no projeto. Conhecendo as expectativas, dos membros do time e todos stakeholders , minimiza o risco de desinformação ,frustração ou insucesso do projeto.
Comunicação e o plano global do projeto
Analisando cada uma das áreas de conhecimento de um plano global de projeto, consegui em cada uma delas, encontrar um pequeno espaço para aplicar algum tipo de habilidade ou técnica de comunicação. Por exemplo no planejamento de Escopo, para executar um bom planejamento e detalhamento do escopo de um projeto, o gerente precisa obter informações sobre o projeto. A partir da autorização de início do projeto, efetuada formalmente pelo project charter, o gerente de projeto passa a conhecer o produto que será desenvolvido, a necessidade do negócio, premissas, objetivos e restrições do projeto. A partir daí tudo envolve comunicação. É necessário obter informações precisas de quando o projeto deve iniciar, quanto ele deve custar e principalmente qual o produto e subprodutos serão gerados. Se acontecer uma descrição errada do produto, ou se no planejamento do escopo não estiver claro o que está dentro e fora do escopo, o projeto pode não ter fim. Para isto, além de aplicar todas as técnicas e habilidade de planejamento de escopo, também precisamos de uma ajuda da área de comunicação, pois precisamos adquirir informações de pessoas especializadas no desenvolvimento do produto.
Ao buscar e receber estas informações, estamos exercitando a comunicação, pois existe um emissor, um receptor e uma mensagem, que poderá ser clara ou não, isto também dependerá de que forma a mensagem está sendo enviada ou recebida, se estamos utilizando a documentação prevista no projeto e de forma eficaz. Isto se aplica a todas as áreas. Sempre que necessitamos efetuar um planejamento de escopo, prazo, custos, recursos humanos, qualidade, risco ou suprimentos, sempre existirão pessoas se comunicando. Pessoas solicitando ou recebendo informações, pessoas informando e pessoas sendo informadas. De que forma tudo isto vai acontecer? Estamos preparados para as reuniões? Conhecemos o suficiente do produto que será desenvolvido? Os prazos estão corretos? Qual o custo do projeto? Este subproduto esta no escopo do projeto? Precisamos alterar o prazo? Alterando o prazo a qualidade será mantida? E se a máquina quebrar, o projeto atrasa? Qual a posição do projeto?
terça-feira, 27 de maio de 2014
Empreendedorismo... A pós-graduação na prátiva!
Empreendedorismo está na moda. Está na capa das revistas, nas
conversas de corredores nas faculdades. Estamos sempre ouvindo sobre
mais um garoto de 16 anos que vendeu sua empresa para o Google por
um milhão de dólares... Um artigo do professor Noam Wasserman, de Harvard, chamado o Dilema do Fundador, avalia a essência do empreendedor. Neste artigo, ele pode ser um Rico ou um Rei!
É assim... Alguns empreendedores decidem abrir seu negócio para ficar ricos. Simples assim! E desta forma, todas as decisões tomadas ao longo do tempo têm este foco: resultados para a empresa. Neste perfil, estão os fundadores que, por exemplo, aceitam se afastar do cargo de direção quando envelhecem. Para quem gosta de filmes, assistam – de novo, se for o caso – o posicionamento de Dom Corleone ao passar a direção da família para o filho, Michael, e ficar apenas como consiglieri – ou fazendo parte do conselho… Outro caso, o real desta vez, é Bill Gates – pelo menos na sua idade mais madura – que se aposentou da Microsoft e passou o bastão para Steve Ballmer, em 2008.
Mas os melhores exemplos de fundadores ricos são os que vendem – na maior facilidade – suas empresas para outras pessoas ou corporações. Essa venda não é gratuita: quando uma empresa é parcialmente vendida ou recebe o aporte de investidores, parte de sua diretoria fica nas mãos do comprador. As decisões são tomadas com ou sem sua anuência, dependendo da negociação.
Os fundadores reis são aqueles que criam a empresa para ficar nelas. Entre o risco de perdê-las para crescerem agressivamente e um certo conservadorismo para mantê-las sob suas asas, eles ficam com a segunda. Exemplos são inúmeros nas famílias que possuem pequenos e médios negócios. Neste modelo, o afastamento do rei pode levar à queda da empresa. É como aquele dito: quando os gatos saem, os ratos fazem a festa. Ou também: o olho do dono é que engorda o gado.
Alguns conseguem – ou pelo menos tentam arduamente – fazer os dois. É só lerem com atenção a história do Pão de Açúcar e da Apple e verem como o papel de rei está enraizado em seus dois líderes. Claro que são empresas vencedoras e – também – muito ricas, mas são a raridade. E, lembrem-se de quando Steve Jobs foi demitido de sua própria empresa… O dilema de que Wasserman fala ocorre quando você não tem conhecimento do seu perfil e de suas consequências. Um exemplo? Quando o designer Alexandre Herchcovitch vendeu 70% de sua empresa para o grupo InBrands, em 2008, teve que demitir a mãe e o irmão, que o acompanhavam desde a criação da marca em 1994. Nas palavras da Revista Época: “O sacrifício da estrutura familiar foi o doloroso preço pelo sucesso profissional.”
Esse cenário de conflito vira com certeza com o sucesso de sua empresa. Você, futuro ou atual empreendedor: sabe o que quer ser quando “crescer”?
É assim... Alguns empreendedores decidem abrir seu negócio para ficar ricos. Simples assim! E desta forma, todas as decisões tomadas ao longo do tempo têm este foco: resultados para a empresa. Neste perfil, estão os fundadores que, por exemplo, aceitam se afastar do cargo de direção quando envelhecem. Para quem gosta de filmes, assistam – de novo, se for o caso – o posicionamento de Dom Corleone ao passar a direção da família para o filho, Michael, e ficar apenas como consiglieri – ou fazendo parte do conselho… Outro caso, o real desta vez, é Bill Gates – pelo menos na sua idade mais madura – que se aposentou da Microsoft e passou o bastão para Steve Ballmer, em 2008.
Mas os melhores exemplos de fundadores ricos são os que vendem – na maior facilidade – suas empresas para outras pessoas ou corporações. Essa venda não é gratuita: quando uma empresa é parcialmente vendida ou recebe o aporte de investidores, parte de sua diretoria fica nas mãos do comprador. As decisões são tomadas com ou sem sua anuência, dependendo da negociação.
Os fundadores reis são aqueles que criam a empresa para ficar nelas. Entre o risco de perdê-las para crescerem agressivamente e um certo conservadorismo para mantê-las sob suas asas, eles ficam com a segunda. Exemplos são inúmeros nas famílias que possuem pequenos e médios negócios. Neste modelo, o afastamento do rei pode levar à queda da empresa. É como aquele dito: quando os gatos saem, os ratos fazem a festa. Ou também: o olho do dono é que engorda o gado.
Alguns conseguem – ou pelo menos tentam arduamente – fazer os dois. É só lerem com atenção a história do Pão de Açúcar e da Apple e verem como o papel de rei está enraizado em seus dois líderes. Claro que são empresas vencedoras e – também – muito ricas, mas são a raridade. E, lembrem-se de quando Steve Jobs foi demitido de sua própria empresa… O dilema de que Wasserman fala ocorre quando você não tem conhecimento do seu perfil e de suas consequências. Um exemplo? Quando o designer Alexandre Herchcovitch vendeu 70% de sua empresa para o grupo InBrands, em 2008, teve que demitir a mãe e o irmão, que o acompanhavam desde a criação da marca em 1994. Nas palavras da Revista Época: “O sacrifício da estrutura familiar foi o doloroso preço pelo sucesso profissional.”
Esse cenário de conflito vira com certeza com o sucesso de sua empresa. Você, futuro ou atual empreendedor: sabe o que quer ser quando “crescer”?
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