Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou-se. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.
Ainda meio tonta, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava a acontecer, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:
- Enfermeiro, eu preciso voltar com urgência para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque o meu seguro de saúde é Platina, e isto aqui está a parecer-me mais a urgência dum Hospital público. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?...
- É.
- O céu, CÉU...?! Aquele com querubins, anjinhos e coisas assim?
- Exato! Aqui vivemos todos em estado de graça permanente.
Apesar das óbvias evidências, ausência de poluição, toda a gente a sorrir, ninguém a usar telemóvel, a executiva bem-sucedida levou tempo a admitir que havia mesmo batido a bota.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.
E foi aí que o interlocutor sugeriu:
- Talvez seja melhor a senhora conversar com Pedro, o coordenador.
- É?! E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? (...)
- Quem me chama?
A executiva bem-sucedida quase desabava da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva tinha feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu logo:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...
- Executiva... Que palavra estranha. De que século veio?
- Do XXI. O distinto vai dizer-me que não conhece o termo 'executiva'?
- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.
- Sabe, meu caro Pedro. Se me permite, gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para essa gente toda aí, só na palheta e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reorganização. Por exemplo, não vejo ninguém usando identificação. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Percebeu? Sem controlo, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar em anarquia. Mas podemos resolver isso num instante implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
- Que interessante...
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.
- !!!...???...!!!...???...!!!
- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage,maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas.
- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, parece-me extremamente atrativo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, teremos de nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias da praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho a certeza de que vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar num Turnaround radical.
- Impressionante!
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que a senhora terá um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...
"GESTÃO DE CRISES PARA A SUSTENTABILIDADE" 12 e 13 de agosto 2011
Rio de Janeiro - Brasil
Prezado(a).
Estão abertas as inscrições e o envio de trabalhos para o VII Congresso Nacional de Excelência em Gestão. O tema central do CNEG 2011 é "Gestao de Crises para a Sustentabilidade".
DATA LIMITE DE ENVIO DOS ARTIGOS PARA O EVENTO: 01 de maio Participe!!! Acesse www.excelenciaemgestao.org e tenha acesso a todos os dados do evento, inclusive conteúdo para download de edições anteriores.
Os melhores artigos serão convidados para submissão no periódico SISTEMAS & GESTÃO (ISSN 1980--5160).
Os 3 melhores trabalhos do Congresso receberão o "Prêmio de Excelência na Produção Cientifica" Em 2011 o prêmio homenageará professores que contribuíram e contribuem sobremaneira para o aprofundamento do conhecimento e desenvolvimento do país.
O Congresso Nacional de Excelência em Gestão é um evento técnico-científico de abrangência nacional, que traz nesta edição como tema central a "Gestão de Riscos para a Sustentabilidade". O CNEG é um evento reconhecido pela CAPES / MEC. Em sua edição de 2010 recebeu artigos de todas as regiões do país e exterior. O evento é realizado pelas Associações ADINGOR, SBGC, ABPA, SOBES, IBP, SOBRAPO e INPI entre outros, co-realizado pela FIRJAN - Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, apoio científico da UFF, UCP, SAGE, NITS, IFE, LATEC e MSG e apoio técnico do GBC, TN Petróleo e CAERJ, entre outros.
O VII CNEG ocorrerá nos dias 12 e 13 de agosto de 2010, sendo realizado no dia 12 na FIRJAN e no dia 13 na Escola de Engenharia da UFF (Niterói).
Para encaminhar seu artigo, visite o site do evento: www.excelenciaemgestao.org e acesse o link "artigos". Fique atento às regras de envio. Não há limite quanto ao número de artigos a serem enviados, entretanto, serão aprovados no máximo cinco artigos por autor. Cada artigo poderá ter até 4 (quatro) autores. Não há taxas para submissão de artigos.
Faça o cadastro no site do evento, siga as instruções e envie seu artigo!
Os artigos podem ser encaminhados em: Português, Inglês e Espanhol
Datas importantes:
14 fevereiro - Envio de artigos
01 maio - Data limite para envio de artigos para o VII CNEG
20 Junho - Divulgação dos resultados (artigos selecionados para os anais do VII CNEG)
18 de julho - Data limite para pagamento de inscrição de artigos
12 Agosto - Início do VII Congresso Nacional de Excelência em Gestão
13 agosto - Data de apresentação dos artigos selecionados
Áreas temáticas:
Gestão de Riscos e Crises Gestão pela Qualidade Gestão Econômica e Financeira Gestão Ambiental & Sustentabilidade Gestão da Saúde e Segurança Ocupacional & Ergonomia Ética e Responsabilidade Social Gestão da Produção Gestão do Produto Pesquisa Operacional Gestão Estratégica e Organizacional Gestão do Conhecimento Organizacional Educação em Sistema de Gestão Inovação e Propriedade Intelectual Gestão de Serviços de Saúde
Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2011 – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras comunica que o Conselho de Administração, reunido nesta data, recomendou a Assembléia Geral Ordinária (AGO) o pagamento de dividendos aos seus acionistas, incluindo juros sobre o capital próprio (JCP), no valor total de R$ 11,7 bilhões (R$ 1,03 por ação) referente ao exercício de 2010, representando 35% do lucro básico do exercício. Vale ressaltar que R$ 7.945 milhões já foram antecipados aos acionistas ao longo de 2010 na forma de JCP.
Adicionalmente, consoante disposição estatutária, o Conselho de Administração também aprovou a quinta parcela de distribuição antecipada de remuneração aos acionistas, sob a forma de JCP, conforme previsto no artigo 9º da Lei 9.249/95 e Decretos nº 2.673/98 e 3.381/00.
O valor a ser distribuído, no montante de R$ 2.218 milhões, corresponde a um valor bruto de R$ 0,17 por ação ordinária ou preferencial e está sendo provisionado nas demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2010 e deverá ser desembolsado até 30 de abril de 2011, com base na posição acionária de 21 de março de 2011.
A partir do primeiro dia útil após a data de corte, as ações passarão a ser negociadas ex-juros sobre capital próprio na BM&FBOVESPA e demais bolsas de valores onde a Companhia está listada.
Parcelas
Data do Pagamento
Valor por ação
1ª parcela JCP
31/05/2010
R$ 0,20
2ª parcela JCP
31/08/2010
R$ 0,20
3ª parcela JCP
30/11/2010
R$ 0,14
4ª parcela JCP
30/12/1010
R$ 0,20
5ª parcela JCP
Até 30/04/2011
R$ 0,17
Total de JCP
R$ 0,91
O valor de R$ 0,0207 da atualização monetária, de acordo com a taxa Selic, das quatro primeiras parcelas já pagas de JCP, será descontado no pagamento dessa parcela final de JCP de R$ 0,17. O valor líquido de R$ 0,1493 desta última parcela será corrigido monetariamente pela taxa Selic de 31/12/2010 até o dia do efetivo pagamento.
O valor restante a ser distribuído na forma de dividendos estará condicionado à aprovação pela AGO do valor total a ser distribuído.
Estes fundamentos são frutos do que aprendi, até aqui, com o SENSEI Jorge Luiz Menna Barreto M. da Rocha (Associação Budokan Judô Karate Clube (ABJKC)).
Preparação / Aquecimento (Taisô)
Deve-se tomar cuidado para não entrar “frio” em um treino ou competição, pois têm todas as chances de sofrer um estiramento, uma torção ou mesmo um súbito. É indispensável uma preparação na qual ele vá gradativamente se aquecendo e preparando o corpo para uma carga de esforço maior e mais prolongada.
Rolamentos e Quedas (Ukemi)
Quando estava na preparação para o lançamento de seu estilo de luta, Jigoro Kano deu especial atenção à integridade física do atleta, já que os outros estilos de luta mostravam-se negligentes nessa área e mesmo incentivavam golpes perigosos. Na impossibilidade de eliminar as quedas, conseqüência natural dos golpes de arremesso, o mestre aperfeiçoou técnicas que praticamente anulam as possibilidades de acidente. A prática do UKEMI proporciona um excelente senso de equilíbrio e proteção, e mesmo uma queda fora do tatame terá seus efeitos sensivelmente diminuídos ou até anulados. Quando se fizer o ukemi, devemos oferecer a maior área possível para o impacto (as costas) e fazer o batimento de mãos e braços para emitir uma contra-onda de choque a fim de atenuar a batida das costas contra o tatame. Quanto às quedas com rolamento, o ideal é fazer do corpo uma bola que aproveita o impulso e rola, diminuindo ou eliminando o impacto. Mesmo depois de Ter recebido a ambicionada faixa preta, com um grau avançado de prática e conhecimento, o praticante deve continuar a ter o Ukemi como preocupação constante.
Pegadas (Kumi-Kata)
O Kumi-kata pode ser pela direita ou esquerda (migi ou Hidari), dependendo do braço que se distende e segura a gola do quimono (judogi) do adversário. O outro braço fica por fora e segura a parte externa da manga (sodê). Pela pegada um adversário pode dominar o outro, neutralizar ou abortar um ataque em formação ou já iniciado, em toda a sua extensão.
Para uma boa pegada são necessárias base e força nos braços, nos pulsos, nas mãos e nos dedos. A base é o posicionamento dos pés, pernas e tronco, que quando em posição de defesa tornam-se um bloco firme, coeso e resistente.
O Kusushi casa-se perfeita e harmoniosamente com a máxima de Jigoro Kano: um mínimo de força para um máximo de eficiência. Alguns estudiosos da obra do grande mestre acreditam que a sua maior contribuição foi a análise, divisão e nomes dados às fases de projeção, ou seja, Kusushi, Tsukuri e Kake. Isso teria possibilitado o aprimoramento das técnicas já existentes e a criação de outras que viriam enriquecer a arte. Na aplicação de um golpe há duas possibilidades... Uma é escolher a técnica para depois preparar o adversário para recebê-la; a outra é aproveitar um eventual desequilíbrio para aplicar a técnica mais conveniente e oportuna. Em ambos os casos, a quebra de equilíbrio do adversário ou a preparação recebe o nome de Kuzushi, e pode ser direcionada pra qualquer um dos pontos cardeais ou colaterais, tendo, portanto oito direções possíveis. Continuando seu esforço, o judoca se coloca em posição para o arremesso. Essa posição ideal para o lançamento do adversário chama-se Tsukuri. O próprio momento do arremesso, a execução final do golpe é o kake.
Treinamento (Gueiko)
Há variadas formas para as técnicas que compõe o Nage-waza(conjunto de técnicas):
TENDOKU-RENSHIU – Sombra ou treinamento solitário, com ou sem espelho ou aparelhos, em que se procura lapidar os golpes e melhorar a rapidez.
UCHI-KOMI – Possível aos pares e também em trio, visando o aprimoramento das técnicas, da rapidez e da força localizada. Dá-se vulgarmente o nome de “entrada”, porque faz o Kuzushi e o Tsukuri, pára e volta ao início, sem completar o arremesso.
YAKO-SOKU-GEIKO – Treino aos pares, livre e bem leve, sem defesa e movimentando-se “solto”, explorando toda e qualquer chance de golpe. Visa principalmente condicionar os sentidos para o aproveitamento das oportunidades que vierem a se oferecer durante o combate.
KAKARI-GEIKO – É o ataque consecutivo de esquerda e direita, com defesa leve do companheiro, que apenas utiliza o Tai-sabaki (controle do copo). Este treinamento é também excelente para o condicionamento físico.
RENRAKU-RENKA-WAZA – Este treinamento permite o estudo e aperfeiçoamento das técnicas que se concatenam.
KAESHI-WAZA – É o treinamento dos contragolpes.
RANDORI – É o treinamento livre e completo, onde o atleta emprega todo o seu conhecimento e capacidade. É onde se testa a própria eficiência para conhecer os pontos negativos e possibilidades. Pode-se dizer que é a prova final antes do Shiai.
SHIAI – É o combate, a meta final para a qual o atleta se prepara por longos períodos. É onde em poucos minutos ou mesmo segundos todo o esforço pode ser coroado de êxito ou momentaneamente posto por terra. No caso da derrota o judoca deve raciocinar, procurar a falha e corrigi-la, para na próxima tentativa obter a vitória almejada.
Pegadas nas Posições de Defesa (Fusegui)
Dicas para as pegadas:
1 - Fique em posição de defesa semelhante à do oponente. Por exemplo: se ele estiver na posição direita, fique também na direita e vice-versa. Também é importante manter a posição oposta à do adversário.
2 - Os braços devem ficar tensos e o corpo deve estar flexível e descontraído. Os principiantes sentirão dificuldades, mas com o tempo irão se acostumando a controlar os braços.
3 - Ao mesmo tempo em que o judoca aplica as várias técnicas que conhece, ele deve mudar de posição no confronto com o oponente. O objetivo é desenvolver a variedade e versatilidade das técnicas.
4 - Ao iniciar o confronto, segure o casaco do adversário mantendo sempre o dedo mínimo e o anular juntos. Outra recomendação: ao agarrar o casaco comece pelo dedo mínimo e anular. Na hora de puxar, acrescente o indicador e relaxe o polegar. É recomendável deixar o polegar descansar ligeiramente no casaco do oponente para que a movimentação dos pés não seja perturbada pela tensão sobre esse dedo.
5 - Um procedimento errado que muitos judocas costumam colocar em prática é fazer a puxada segurando no colarinho do oponente. O certo é segurar pelas mangas.
6 Os veteranos sabem que o importante é antecipar e ler os movimentos do oponente, as ações e variações empregadas através da pele, da carne, do osso e do clima do momento. Esta habilidade, no entanto, só será notada com muito treinamento.
Movimentos de Esquiva (Tai-Sabaki)
A perfeição e a habilidade com que o judoca aplica o golpe vai depender muito dos movimentos de avanço e recuo (SHINTAI) do corpo. Se eles estiverem corretos, a posição ideal será alcançada sem esforço. O controle dos movimentos de esquiva envolve cinco partes:
1 - Cabeça (ATAMA)
Manter a Postura da cabeça de modo que ela se apóie sobre o corpo todo e não apenas sobre o ombro.
2 - Respiração (IKI)
Ordenando a respiração, o raciocínio flui corretamente e os golpes terão a eficácia desejada. Se a respiração não estiver em ordem, é recomendável manter-se afastado do adversário respirando profundamente e tranqüilizando o espírito. Voltando ao estado normal, contraia o abdômen e concentre sua força.
3 - Tronco (DOO)
O lutador pode torcer o tronco, dobrá-lo para frente ou incliná-lo para traz a fim de escapar dos ataques do adversário. Esses movimentos podem ser usados também para o ataque.
4 - Mãos (TÊ)
Se o oponente agarra seu pulso, você pode se libertar aplicando-lhe um simples movimento de mão.
5 - Pés (ASHI)
É realizado conjuntamente com os movimentos do resto do corpo. Os pés se movimentam para frente, viram no ar, golpeiam, etc. Sempre que estiver lutando o judoca deve utilizar os movimentos corporais conjuntamente. Só com perfeito domínio de todos os elementos os golpes atingirão a perfeição. Se algum golpe não funcionar, é porque alguma parte do corpo não está respondendo ao controle da mente.
A Força
A força é necessária ao judô, mas não é o mais importante. Ela deve ser usada com método e discriminação. Se o judoca for privilegiado e tiver um corpo musculoso, deverá usar essa massa seguindo os preceitos de harmonia contidos na filosofia de Jigoro Kano. Só assim poderá transformar-se num campeão. A força bruta sozinha nunca servirá como canal, para que, de um judoca surja um grande mestre.
A força do espírito deve estar sempre meio palmo acima do uso da força física. Esta máxima do judô significa que você deve sempre conservar o espírito calmo, mas nunca demasiadamente relaxado, a ponto de perder a noção do que está ocorrendo à sua volta no TATAME. Significa também que dar preferência à força bruta tira a liberdade do corpo e restringe o progresso das pessoas nas técnicas.
Os Segredos da Força
1 - Se o adversário empurrar, puxe-o; se puxar, empurre-o!
Suponhamos que o oponente tenha uma força igual a seis e você uma força igual a quatro. Se um estiver se esforçando para puxar o outro, em direções opostas, é lógico que o quatro perderá para o seis. Mas se o mais fraco puxar em vez de tentar compensar a força do adversário, estará somando quatro com seis e poderá derrubá-lo facilmente. Mas cuidado: Não tente puxar o oponente depois que ele o empurrou, porque aí será tarde demais. Do mesmo modo, não tente empurrá-lo quando ele ainda não o puxou, pois você ficará completamente vulnerável.
2 - Mantenha sempre o equilíbrio.
Como aplicar a força contra seu oponente, são três variantes:
a) Empurrar, depois relaxar e em seguida puxá-lo.
b) Puxar, depois relaxar e então empurrar. O empurrão deve acontecer sem precipitação, no momento que ele revidar a puxada.
c) Arremessar o oponente é o modo mais eficaz de derrubar o adversário quando ambos estão tão próximos que não se pode nem puxar nem empurrar. Todo o corpo deve ser usado para revirar o oponente e desequilibrá-lo, levantando-o do chão. Nesta ação usa-se a força dos dois braços e o impulso das pernas, joelhos e quadris. Você não deve colocar-se numa posição que o oponente não possa derrubá-lo, mas manter-se nesta posição desde o começo.
3 - Desequilibre o oponente com o mínimo esforço.
Para concentrar a força em determinada parte do corpo é necessário, primeiro, relaxar com a consciência alerta, sem afrouxar. A regra vital do desequilíbrio (KUZUSHI), ou seja, a ação que deixa o oponente numa postura fácil de derrubá-lo ou arremessá-lo: a chave é desequilibrar ou quebrar a postura do oponente. Daí pode-se derrubá-lo com o mínimo de esforço. Você pode deixá-lo numa posição instável deslocando o peso do corpo para for a da base de sustentação. Se ele tentar manter o equilíbrio enrijecendo o corpo, ficará em condições desvantajosas e não poderá recuar nem avançar.
WAZA é baseado nos princípios fundamentais do Judô, "O máximo de eficiência no uso da mente e do corpo".
As teorias do KUZUSHI, TSUKURI e do KAKE são expressões dos princípios do ponto de vista do Waza. O Tsukuri é construído apartir do Kuzushi que significa destruir a postura de equilíbrio do seu oponente, e "estando você equilibrado" tornar seu ataque mais eficiente. O Tsukuri consiste na preparação do golpe para a sua aplicação, o Kake.
O Kuzushi, Tsukuri e o Kake são os princípios técnicos do Judô, você pode aprender o princípio que pode ser aplicado a todas as fases da vida humana.
O Ataque (Tori)
Preparar-se para o ataque significa preparar o próprio corpo e o do oponente para o golpe que virá. Os principais pontos incluídos nas ações corporais preparatórias são:
1 - Não permitir que o oponente perceba claramente as ações que você está realizando;
2 - Desequilibrar o adversário com pequenos movimentos, forçando-o a fazer grandes movimentos. É o princípio da força centrífuga: você se coloca no centro da ação e, com o mínimo de esforços, obriga o adversário se mexer à sua volta.
As Melhores Oportunidades
É preciso escolher a oportunidade certa para cada tipo de ação preparatória. Aqui estão as melhores chances para o ataque ao adversário:
1 - Ele está para vir à frente;
2 - Ele está para recuar;
3 - Ele vai desviar-se para direita ou para esquerda;
4 - Ele vai aplicar-lhe um golpe;
5 - O corpo dele está tenso e ele está tentando preparar uma ação;
6 - Ele se movimenta de modo apressado e impaciente;
7 - Ele aplicou um golpe;
8 - Ele tentou aplicar um golpe que falhou;
9 - Ele tentou aplicar um golpe e está agora procurando recobrar a posição;
10 - No exato momento em que ele recobrou a posição inicial.
Lembre-se de um ponto importante: depois de realizar os movimentos preparatórios e ter levantado o oponente no ar, execute um movimento de arremesso, assim o golpe surtirá o efeito desejado.
O Ataque é a Melhor Defesa
O importante é você não ficar na defensiva. Se o oponente não pode atacar é porque está ocupado em se defender. Isto é, você está levando vantagem, atacando! O ataque é uma defesa e a defesa deve ser um ataque!!!
Natural de Macaé, Rio de Janeiro, com 8 anos de existência, a MADAME ESCARLATE tem como principal influência o novo cenário do rock mundial, buscando uma linguagem musical direta e com atitude. A estética sonora é constituída por riffs de guitarra poderosos e texturas suaves de maneira que se evidencie a dualidade entre calma e agressividade, marcadas principalmente por vocais cortantes. Tudo isso é unido com batidas derivadas do Rock'n Roll e linhas de baixo altamente sólidas.
As letras englobam tanto um contexto pessoal como social, falando dos medos, alegrias, decepções, amores, esperança e também criticando ações da sociedade como um todo.
A banda já se apresentou em todo o circuito carioca, assim como muitos clubes e cidades do estado do Rio de Janeiro, e lançará seu primeiro CD em julio de 2011.
Natural de Macaé, Rio de Janeiro, com 8 anos de existência, a MADAME ESCARLATE tem como principal influência o novo cenário do rock mundial, buscando uma linguagem musical direta e com atitude. A estética sonora é constituída por riffs de guitarra poderosos e texturas suaves de maneira que se evidencie a dualidade entre calma e agressividade, marcadas principalmente por vocais cortantes. Tudo isso é unido com batidas derivadas do Rock’n Roll e linhas de baixo altamente sólidas.
As letras englobam tanto um contexto pessoal como social, falando dos medos, alegrias, decepções, amores, esperança e também criticando ações da sociedade como um todo.
A banda já se apresentou em todo o circuito carioca, assim como muitos clubes e cidades do estado do Rio de Janeiro, e lançará seu primeiro CD em julio de 2011.
São Paulo – Para muitos empreendedores, o plano de negócios é quase um pesadelo. O documento exige dados e informações que quem está começando um negócio do zero normalmente não tem. Antes de mergulhar na elaboração do plano, porém, vale a pena parar de rabiscar anotações em guardanapos e fazer um projeto da empresa.