segunda-feira, 5 de setembro de 2011

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Programa de Escolarização da Mão de Obra - PEMO



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Att

Luiz Ribeiro
Diretor Executivo - www.atramite.com.br 
Cel.:+55 21 88633867

TRÂMITE - GESTÃO POR COMPETÊNCIA
Para obter algo que você nunca teve, precisa fazer algo que nunca fez!

sábado, 20 de agosto de 2011

A hora de ir, ficar e aprender!

Sempre há um amanhã e a vida nos dá sempre mais uma oportunidade para fazermos as coisas certas, e temos que aproveitar cada oportunidade, por isso devemos saber a hora de ir, ficar e aprender.

A inovação implica em assumir alguns riscos, testar novas ideias e, eventualmente, cometer alguns erros. Os erros acarretam inconveniências, mas podem trazer valiosas oportunidades de aprendizado.

Nestes últimos 63 dias, exatos, escutei (e “escutar” foi meu primeiro item de aprendizado neste período) vários feedback, de vários amigos... Contudo, os erros somente geram aprendizado quando nós os reconhecemos, admitimos nossa responsabilidade e refletimos honesta e disciplinadamente sobre suas causas. Nestes casos, o aprendizado se fundamenta na identificação e análise das causas dos erros cometidos, especialmente daquelas que foram originadas pelas nossas atitudes, convicções e preconceitos.

Na relação de amigos, que referi acima, um em especial me “falou” exatamente o que acabo de escrever. Neste feedback, a fim de me ajudar com o que eu estava vivendo, ele me recomendou uma cheque list que pode ser usado para guiar seu processo de reflexão e aprendizado com seus erros:


  1. A aceitação da responsabilidade é essencial para tornar o aprendizado possível.
  2. Não iguale o erro honesto resultante de um experimento planejado com erros devidos à irresponsabilidade, incompetência ou descaso.
  3. Você não pode mudar seus erros, mas você pode escolher como responder a eles.
  4. O crescimento começa quando você pode ver espaço para melhorias.
  5. Procure entender porque o erro aconteceu; investigue para conhecer suas causas.
  6. Que sequência de pequenos erros levou ao grande erro?
  7. Que informações poderiam ter evitado o erro?
  8. Há alternativas que poderiam ser consideradas, mas não o foram?
  9. Que mudanças são necessárias para evitar a repetição deste erro?
  10. Que tipos de mudanças são difíceis para você?
  11. Que tipo de comportamento você precisaria mudar em situação semelhante?
  12. Mas não se iluda, a próxima situação não será idêntica à última. O erro pode até se repetir, mas as causas e conseqüências podem ser diferentes.


Pense nisso enquanto é tempo!!!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O Bilhete Único não é vale-transporte!

O Bilhete Único permite uma redução das tarifas praticadas nos serviços de transporte intermunicipal, para ser utilizada em no máximo 2:30h (duas horas e meia), com 01 transbordo e com valor de tarifa fixado em R$ 4,40. Quando se tratar de linha ou serviço intermunicipal com valor superior a R$ 4,40, será debitado do cartão o valor máximo de R$ 4,40 mesmo que não haja integração.
Ele não substitui legalmente o benefício do trabalhador segundo a lei nº 7.418/85. Assim, as empresas não podem usar Bilhete Único como desculpa para regular o quanto vão pagar de vale-transporte para o empregado.
O Bilhete Único pode ser utilizado em ônibus, barcas, trens, metrô e vans (regularizadas) desde que haja integração intermunicipal entre eles. Ônibus tarifa e especiais (tipo “frescão”) não estão incluídos no Bilhete Único.
Nas viagens que não contemplam integração intermunicipal, o cartão pode ser utilizado sem restrições de uso e tempo, podendo ainda pagar várias passagens no mesmo veículo e descontará a tarifa normal do modal. Pode ser usado em todas as empresas de ônibus do Estado do Rio de Janeiro, independentemente do valor da tarifa.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A hora de ir, ficar e aprender!

Prezado, boa tarde!

Tenho o prazer de informar que estou no jogo novamente (I went back!) e que no fim desta carta seguem meus novos contatos!!!

Mas antes... Gostaria de dividir uma reflexão com você.

Sempre há um amanhã e a vida nos dá sempre mais uma oportunidade para fazermos as coisas certas, e temos que aproveitar cada oportunidade, por isso devemos saber a hora de ir, ficar e aprender.
A inovação implica em assumir alguns riscos, testar novas ideias e, eventualmente, cometer alguns erros. Os erros acarretam inconveniências, mas podem trazer valiosas oportunidades de aprendizado.

Nestes últimos 63 dias, exatos, escutei (e "escutar" foi meu primeiro item de aprendizado neste período) vários feedback, de vários amigos... Contudo, os erros somente geram aprendizado quando nós os reconhecemos, admitimos nossa responsabilidade e refletimos honesta e disciplinadamente sobre suas causas. Nestes casos, o aprendizado se fundamenta na identificação e análise das causas dos erros cometidos, especialmente daquelas que foram originadas pelas nossas atitudes, convicções e preconceitos.

Na relação de amigos, que referi acima, um em especial me "falou" exatamente o que acabo de escrever. Neste feedback, a fim de me ajudar com o que eu estava vivendo, ele me recomendou uma cheque list que pode ser usado para guiar seu processo de reflexão e aprendizado com seus erros:

  1. A aceitação da responsabilidade é essencial para tornar o aprendizado possível.
  2. Não iguale o erro honesto resultante de um experimento planejado com erros devidos à irresponsabilidade, incompetência ou descaso.
  3. Você não pode mudar seus erros, mas você pode escolher como responder a eles.
  4. O crescimento começa quando você pode ver espaço para melhorias.
  5. Procure entender porque o erro aconteceu; investigue para conhecer suas causas.
  6. Que sequência de pequenos erros levou ao grande erro?
  7. Que informações poderiam ter evitado o erro?
  8. Há alternativas que poderiam ser consideradas, mas não o foram?
  9. Que mudanças são necessárias para evitar a repetição deste erro?
  10. Que tipos de mudanças são difíceis para você?
  11. Que tipo de comportamento você precisaria mudar em situação semelhante?
  12. Mas não se iluda, a próxima situação não será idêntica à última. O erro pode até se repetir, mas as causas e conseqüências podem ser diferentes.


Pense nisso enquanto é tempo!!!

    MUITO OBRIGADO POR TUDO!!!

    Sds,

    Luiz J Ribeiro Jr

    -----------------
    PETROBRAS - TIC/CPIE/IGP/CPMG
    Apoio à Gestão
    Tel:
    +55 (21) 3876-(816)4371 Chave: eafq

"O emitente desta mensagem é responsável por seu conteúdo e endereçamento. Cabe ao destinatário cuidar quanto ao tratamento adequado. Sem a devida autorização, a divulgação, a reprodução, a distribuição ou qualquer outra ação em desconformidade com as normas internas do Sistema Petrobras são proibidas e passíveis de sanção disciplinar, cível e criminal."

"The sender of this message is responsible for its content and addressing. The receiver shall take proper care of it. Without due authorization, the publication, reproduction, distribution or the performance of any other action not conforming to Petrobras System internal policies and procedures is forbidden and liable to disciplinary, civil or criminal sanctions."

"El emisor de este mensaje es responsable por su contenido y direccionamiento. Cabe al destinatario darle el tratamiento adecuado. Sin la debida autorización, su divulgación, reproducción, distribución o cualquier otra acción no conforme a las normas internas del Sistema Petrobras están prohibidas y serán pasibles de sanción disciplinaria, civil y penal."

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Caminhada ECO

Att!

Luiz Ribeiro
Diretor Executivo - www.atramite.com.br 
Cel.:+55 21 88633867

TRÂMITE - GESTÃO POR COMPETÊNCIA
Para obter algo que você nunca teve, precisa fazer algo que nunca fez!




---------- Mensagem encaminhada ----------
De: 21 GAC rp <rp_21gac@yahoo.com.br>
Data: 8 de agosto de 2011 14:55
Assunto:

 
Atenciosamente,
Seção de Comunicação Social do

21º Grupo de Artilharia de Campanha





quarta-feira, 27 de julho de 2011

Vende-se tudo!

* Um recado amigo. Uma lição de vida!!!

"No mural do colégio de minha filha, encontrei um cartaz escrito por uma mãe avisando que ela estava vendendo tudo o que tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos.
O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento.
Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.
Morei uma época no Chile e na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, alguns livros e uns tapetes.
O resto, vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi.
Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido alguém comentar que ali estava à venda uma estante. Eu convidava para subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas.
Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma.
No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros..
Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material.
Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo.
Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.
Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que se torna cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida...
Desejo a essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos, a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que, na época, tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.
Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza."

Só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir!!!

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