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terça-feira, 30 de agosto de 2011
Programa de Escolarização da Mão de Obra - PEMO
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sábado, 20 de agosto de 2011
A hora de ir, ficar e aprender!
A inovação implica em assumir alguns riscos, testar novas ideias e, eventualmente, cometer alguns erros. Os erros acarretam inconveniências, mas podem trazer valiosas oportunidades de aprendizado.
Nestes últimos 63 dias, exatos, escutei (e “escutar” foi meu primeiro item de aprendizado neste período) vários feedback, de vários amigos... Contudo, os erros somente geram aprendizado quando nós os reconhecemos, admitimos nossa responsabilidade e refletimos honesta e disciplinadamente sobre suas causas. Nestes casos, o aprendizado se fundamenta na identificação e análise das causas dos erros cometidos, especialmente daquelas que foram originadas pelas nossas atitudes, convicções e preconceitos.
Na relação de amigos, que referi acima, um em especial me “falou” exatamente o que acabo de escrever. Neste feedback, a fim de me ajudar com o que eu estava vivendo, ele me recomendou uma cheque list que pode ser usado para guiar seu processo de reflexão e aprendizado com seus erros:
- A aceitação da responsabilidade é essencial para tornar o aprendizado possível.
- Não iguale o erro honesto resultante de um experimento planejado com erros devidos à irresponsabilidade, incompetência ou descaso.
- Você não pode mudar seus erros, mas você pode escolher como responder a eles.
- O crescimento começa quando você pode ver espaço para melhorias.
- Procure entender porque o erro aconteceu; investigue para conhecer suas causas.
- Que sequência de pequenos erros levou ao grande erro?
- Que informações poderiam ter evitado o erro?
- Há alternativas que poderiam ser consideradas, mas não o foram?
- Que mudanças são necessárias para evitar a repetição deste erro?
- Que tipos de mudanças são difíceis para você?
- Que tipo de comportamento você precisaria mudar em situação semelhante?
- Mas não se iluda, a próxima situação não será idêntica à última. O erro pode até se repetir, mas as causas e conseqüências podem ser diferentes.
Pense nisso enquanto é tempo!!!
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
O Bilhete Único não é vale-transporte!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
A hora de ir, ficar e aprender!
Prezado, boa tarde!
Tenho o prazer de informar que estou no jogo novamente (I went back!) e que no fim desta carta seguem meus novos contatos!!!
Mas antes... Gostaria de dividir uma reflexão com você.
Sempre há um amanhã e a vida nos dá sempre mais uma oportunidade para fazermos as coisas certas, e temos que aproveitar cada oportunidade, por isso devemos saber a hora de ir, ficar e aprender.
A inovação implica em assumir alguns riscos, testar novas ideias e, eventualmente, cometer alguns erros. Os erros acarretam inconveniências, mas podem trazer valiosas oportunidades de aprendizado.
Nestes últimos 63 dias, exatos, escutei (e "escutar" foi meu primeiro item de aprendizado neste período) vários feedback, de vários amigos... Contudo, os erros somente geram aprendizado quando nós os reconhecemos, admitimos nossa responsabilidade e refletimos honesta e disciplinadamente sobre suas causas. Nestes casos, o aprendizado se fundamenta na identificação e análise das causas dos erros cometidos, especialmente daquelas que foram originadas pelas nossas atitudes, convicções e preconceitos.
Na relação de amigos, que referi acima, um em especial me "falou" exatamente o que acabo de escrever. Neste feedback, a fim de me ajudar com o que eu estava vivendo, ele me recomendou uma cheque list que pode ser usado para guiar seu processo de reflexão e aprendizado com seus erros:
- A aceitação da responsabilidade é essencial para tornar o aprendizado possível.
- Não iguale o erro honesto resultante de um experimento planejado com erros devidos à irresponsabilidade, incompetência ou descaso.
- Você não pode mudar seus erros, mas você pode escolher como responder a eles.
- O crescimento começa quando você pode ver espaço para melhorias.
- Procure entender porque o erro aconteceu; investigue para conhecer suas causas.
- Que sequência de pequenos erros levou ao grande erro?
- Que informações poderiam ter evitado o erro?
- Há alternativas que poderiam ser consideradas, mas não o foram?
- Que mudanças são necessárias para evitar a repetição deste erro?
- Que tipos de mudanças são difíceis para você?
- Que tipo de comportamento você precisaria mudar em situação semelhante?
- Mas não se iluda, a próxima situação não será idêntica à última. O erro pode até se repetir, mas as causas e conseqüências podem ser diferentes.
Pense nisso enquanto é tempo!!!
MUITO OBRIGADO POR TUDO!!!
Sds,
Luiz J Ribeiro Jr
-----------------
PETROBRAS - TIC/CPIE/IGP/CPMG
Apoio à Gestão
Tel: +55 (21) 3876-(816)4371 Chave: eafq
"O emitente desta mensagem é responsável por seu conteúdo e endereçamento. Cabe ao destinatário cuidar quanto ao tratamento adequado. Sem a devida autorização, a divulgação, a reprodução, a distribuição ou qualquer outra ação em desconformidade com as normas internas do Sistema Petrobras são proibidas e passíveis de sanção disciplinar, cível e criminal."
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terça-feira, 9 de agosto de 2011
Caminhada ECO
De: 21 GAC rp <rp_21gac@yahoo.com.br>
Data: 8 de agosto de 2011 14:55
Assunto:
Seção de Comunicação Social do
21º Grupo de Artilharia de Campanha
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Vende-se tudo!
"No mural do colégio de minha filha, encontrei um cartaz escrito por uma mãe avisando que ela estava vendendo tudo o que tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos.
O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento.
Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.
Morei uma época no Chile e na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, alguns livros e uns tapetes.
O resto, vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi.
Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido alguém comentar que ali estava à venda uma estante. Eu convidava para subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas.
Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma.
No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros..
Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material.
Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo.
Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.
Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que se torna cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida...
Desejo a essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos, a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que, na época, tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.
Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza."
Só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir!!!
terça-feira, 19 de julho de 2011
FUTURO com SUCESSO ...
Como dizia Descartes nos seus ensaios: “penso, logo existo”, essa é a base da sabedoria, da busca do auto-conhecimento e porquê não, do sucesso !!!
Precisamos nos conhecer melhor e também o meio ambiente em que estamos inserido, buscar conhecimento, rever antigos conceitos, atualizando-os dentro dessa nova realidade que desperta, sabendo que somos seres humanos, temos as nossas limitações e precisamos conter a ansiedade em ter tudo o que achamos que precisamos para sobreviver, para termos apenas o essencial, descartando dessa forma o supérfluo nesse mundo extremamente competitivo, que nos impulsiona a ser sempre melhor, como a 1ª regra de sobrevivência.
Para alguém ter sucesso o primeiro passo é simplesmente despertar para isso e agir. Mas aqueles que pensam que não podem ter sucesso, fazem menos do que deveriam e, por conseqüência, obtém resultados inferiores nas diversas áreas da sua vida, inclusive no tocante ao poder aquisitivo.
Dentro desse universo, para sobreviver nas organizações coorporativas mantendo o “sucesso”, devemos ter uma visão holística do uno para o todo, sabendo que existe nas empresas o lado luz e o lado sombra... A luz refletida nas aparências de tudo o que nos cerca e a sombra do sentimento das pessoas em relação a você e ao meio ambiente.
Vamos gostar de nós em primeiro lugar, respeitar as pessoas, o meio ambiente, ouvir mais do que falar, ler, conectar-se no mundo globalizado, respeitar o próximo, cuidar da nossa parte espiritual, ter paz com tudo e com todos, acreditar em nós mesmos e que o impossível é mais que possível, dessa forma creio eu estamos nos preparando para o futuro.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Liberdade, Igualdade, Fraternidade
A fraternidade, na rigorosa acepção da palavra, resume todos os deveres dos homens relativamente uns aos outros; ela significa: devotamento, abnegação, tolerância, benevolência, indulgência; é a caridade evangélica por excelência e a aplicação da máxima: "Agir para com os outros como gostaríamos que os outros agissem conosco." A contrapartida é o Egoísmo. A fraternidade diz: "Cada um por todos e todos por um." O egoísmo diz: "Cada um por si." Sendo essas duas qualidades a negação uma da outra, é tão impossível a um egoísta agir fraternalmente, para com os seus semelhantes, quanto o é para um avarento ser generoso, a um homem pequeno alcançar a altura de um homem grande. Ora, sendo o egoísmo a praga dominante da sociedade, enquanto ele reinar dominador, o reino da verdadeira fraternidade será impossível; cada um quererá da fraternidade em seu proveito, mas não a quererá para fazê-la em proveito dos outros; ou, se isso faz, será depois de estar seguro de que não perderá nada.
Considerada do ponto de vista de sua importância para a realização da felicidade social, a fraternidade está em primeira linha: é a base; sem ela não poderia existir nem igualdade e nem liberdade sérias; a igualdade decorre da fraternidade, e a liberdade é a conseqüência das duas outras.
Com efeito, suponhamos uma sociedade de homens bastante desinteressados, bons e benevolentes para viverem, entre si, fraternalmente, não haveria entre eles nem privilégios nem direitos excepcionais, sem o que não haveria ali fraternidade. Tratar alguém como irmão, é tratá-lo de igual para igual; é querer-lhe o que desejaria para si mesmo; num povo de irmãos, a igualdade será a conseqüência de seus sentimentos, de sua maneira de agir, e se estabelecerá pela força das coisas. Mas qual é o inimigo da igualdade? É o orgulho. O orgulho que, por toda a parte, quer primar e dominar, que vive de privilégios e de exceções, pode suportar a igualdade social, mas não a fundará jamais e a destruirá na primeira ocasião. Ora, sendo o orgulho, ele também, uma das pragas da sociedade, enquanto não for destruído, oporá uma barreira à verdadeira igualdade.
A liberdade, dissemos, é filha da fraternidade e da igualdade; falamos da liberdade legal e não da liberdade natural que é, por direito, imprescritível para toda criatura humana, desde o selvagem ao homem civilizado. Vivendo os homens como irmãos, com os direitos iguais, animados de um sentimento de benevolência recíproco, praticarão entre si a justiça, não procurarão nunca se fazerem mal, e não terão, conseqüentemente, nada a temer uns dos outros. A liberdade será sem perigo, porque ninguém pensará em dela abusar em prejuízo de seus semelhantes. Mas como o egoísmo que quer tudo para si, o orgulho que quer sempre dominar, dariam a mão à liberdade que os destronaria? Os inimigos da liberdade são, pois, ao mesmo tempo, o egoísmo e o orgulho, como o são da igualdade e da fraternidade.
A liberdade supõe a confiança mútua; ora, não poderia haver confiança entre pessoas movidas pelo sentimento exclusivo da personalidade; não podendo se satisfazer senão às expensas de outrem, sem cessar, estão em guarda uns contra os outros. Sempre com medo de perder o que chamam seus direitos, a dominação é a condição mesma de sua existência, por isso armarão sempre ciladas à liberdade, e a abafarão tanto tempo quanto o puderem.
Esses três princípios são, pois, como o dissemos, solidários uns com os outros e se servem mutuamente de apoio; sem sua reunião, o edifício social não poderia estar completo. A fraternidade praticada em sua pureza não poderia estar só, porque sem a igualdade e a liberdade não há verdadeira fraternidade. A liberdade sem a fraternidade dá liberdade de ação a todas as más paixões, que não têm mais freio; com a fraternidade, o homem não faz nenhum mau uso de sua liberdade: é a ordem; sem a fraternidade, ele a usa para dar curso a todas as suas torpezas: é a anarquia, a licença. É por isso que as nações mais livres são forçadas a fazerem restrições à liberdade. A igualdade sem a fraternidade conduz aos mesmos resultados, porque a igualdade quer a liberdade; sob pretexto de igualdade, o pequeno abate o grande, para se substituir a ele, e se torna tirano a seu turno; isso não é senão um deslocamento do despotismo.
Segue-se que, até que os homens estejam imbuídos do sentimento da verdadeira fraternidade, falta tê-los na servidão? Que sejam impróprios às instituições fundadas sobre os princípios de igualdade e de liberdade? Semelhante opinião seria mais do que um erro; seria absurda. Não se espera que uma criança haja feito todo o seu crescimento para fazê-la caminhar. Quem, aliás, a tem mais freqüentemente em tutela? São homens de idéias grandes e generosas, guiados pelo amor ao progresso? Aproveitando da submissão de seus inferiores, para desenvolver neles o senso moral, e elevá-los, pouco a pouco, à condição de homens livres? Não; são, na maioria, homens ciosos de seu poder, à ambição e à cupidez dos quais outros homens servem de instrumento, mais inteligentes do que animais, e que, para esse efeito, em lugar de emancipá-los os têm, o maior tempo possível, sob o jugo e na ignorância. Mas essa ordem de coisas muda por si mesma pela força irresistível do progresso. A reação é, às vezes, violenta e tanto mais terrível quanto o sentimento de fraternidade, imprudentemente abafado, não vem interpor um poder moderador; a luta se estabelece, entre aqueles que querem agarrar e aqueles que querem reter; daí um conflito que se prolonga, freqüentemente, durante séculos. Um equilíbrio factício se estabelece enfim; há melhoria; mas sente-se que as bases sociais não estão sólidas; o solo treme a cada instante sob os passos, porque não é, ainda, o reino da liberdade e da igualdade sob a égide da fraternidade, porque o orgulho e o egoísmo estão sempre ali, levando ao fracasso os esforços dos homens de bem.
Todos vós que sonhais com essa idade de ouro para a Humanidade, trabalhai, antes de tudo, na base do edifício, antes de querer coroar-lhe a cumeeira; dai-lhe por base a fraternidade em sua mais pura acepção; mas, para isso, não basta decretá-la e inscrevê-la sobre uma bandeira; é preciso que ela esteja no coração e não se muda o coração dos homens com decretos. Do mesmo modo que, para fazer um campo frutificar, é preciso arrancar-lhe as pedras e os espinheiros, trabalhai sem descanso para extirpar o vírus do orgulho e do egoísmo, porque aí está a fonte de todo mal, o obstáculo real ao reino do bem; destruí nas leis, nas instituições, nas religiões, na educação, até os últimos vestígios, os tempos de barbárie e de privilégios, e todas as causas que mantêm e desenvolvem esses eternos obstáculos ao verdadeiro progresso, que se recebe, por assim dizer, desde a meninice e que se aspira por todos os poros na atmosfera social; só então os homens compreenderão os deveres e os benefícios da fraternidade; então, também, se estabelecerão por si mesmos, sem abalos e sem perigo, os princípios complementares da igualdade e da liberdade.
A destruição do egoísmo e do orgulho é possível? Dizemos alta e ousadamente SIM, de outro modo seria preciso colocar uma suspensão ao progresso da Humanidade. O homem cresce em inteligência, é um fato incontestável; chegou ao ponto culminante que não poderia ultrapassar? Quem ousaria sustentar essa tese absurda? Progride ele em moralidade? Para responder a esta pergunta, basta comparar as épocas de um mesmo país. Por que, pois, teria antes alcançado o limite do progresso moral do que do progresso intelectual? Sua aspiração, para uma ordem de coisas melhor, é um indício da possibilidade de a isso chegar. Aos homens progressistas cabe ativar o movimento pelo estudo e pela prática dos meios mais eficazes.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Lenita Nunes
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