Ele foi liberado depois de prestar depoimento por quase três horas. No Brasil, advogados dizem que uso indevido pode ser considerado crime.
A polícia de Lincolnshire, na Inglaterra, deteve um jovem de 16 anos que teria usado sem autorização a rede Wi-Fi de seu vizinho. As autoridades chegaram até ele depois que o dono da conexão sem fio à internet fez uma reclamação, desconfiado da lentidão de seu acesso à web.
Segundo o site de tecnologia "The Register", que publicou a notícia nesta quinta-feira (30), a polícia foi até a casa do jovem no dia 5 de outubro. Ele foi detido e questionado por quase três horas pelas autoridades, até que seu pai interveio e ele foi liberado.
Dez dias depois, o jovem recebeu em sua casa uma carta dizendo que nenhuma ação legal seria tomada. Como o texto não trazia mais explicações, o pai do garoto fez uma reclamação formal acusando as autoridades de realizarem uma detenção ilegal.
O britânico detido comprou em abril um laptop com sistema Wi-Fi e também utiliza outros equipamentos de conexão sem fio à web. Ele admite que pode ter acidentalmente selecionado a rede errada na hora de se logar, usando assim a do vizinho. O "Register" afirma que uma rápida análise indica a existência de outras sete redes na mesma área, sendo duas delas desprotegidas (podem ser facilmente usadas sem autorização).
Especialistas brasileiros em direito digital alertam que o uso de redes privadas sem autorização também pode, eventualmente, ser considerado crime no país. Ainda não há no Brasil, entretanto, uma lei específica para tratar o uso não-autorizado de sinais de Wi-Fi. Segundo a advogada Patricia Peck, o uso das redes pode ser tratado, por analogia, como furto de sinal: isso já acontece quando alguém faz um 'gato' para ter acesso ao sinal de TV, telefone ou energia elétrica.
Leia também:
Roteador desprotegido cria rede de 'internet sem fio grátis' em São Paulo Wi-Fi roubado pode levar dono da rede à Justiça, diz advogado Cuidados simples reforçam segurança de rede Wi-Fi; aprenda
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Carregando o Elefante!!!
Alguma vez você já teve a sensação de que existe algo profundamente errado com o Brasil?
Sob as camadas de corrupção, miséria e violência, estampadas nos jornais, já se perguntou se não existe uma solução para tudo isso?
Já tentou imaginar o País se as coisas fossem diferentes?
Carregando o Elefante (http://www.carregandooelefante.com.br/) é uma jornada para o entendimento dessas engrenagens, para compreender realmente como funciona o Brasil e quais são os verdadeiros problemas que devem ser resolvidos.
Esse livro não se contenta em apontar os problemas. Para cada assunto tratado, indica soluções concretas e possíveis, ainda que bastante incomuns em alguns casos. Nem todos irão concordar com os polêmicos pontos de vista expostos neste livro. No entanto, é impossível deixar se sentir tragado pela lógica dos argumentos, a honestidade das análises e pelos pontos de vista aqui expostos.
Carregando o Elefante desafia cada leitor a mudar a sua forma de ver a política, a economia e o seu próprio papel na sociedade.
Sob as camadas de corrupção, miséria e violência, estampadas nos jornais, já se perguntou se não existe uma solução para tudo isso?
Já tentou imaginar o País se as coisas fossem diferentes?
Carregando o Elefante (http://www.carregandooelefante.com.br/) é uma jornada para o entendimento dessas engrenagens, para compreender realmente como funciona o Brasil e quais são os verdadeiros problemas que devem ser resolvidos.
Esse livro não se contenta em apontar os problemas. Para cada assunto tratado, indica soluções concretas e possíveis, ainda que bastante incomuns em alguns casos. Nem todos irão concordar com os polêmicos pontos de vista expostos neste livro. No entanto, é impossível deixar se sentir tragado pela lógica dos argumentos, a honestidade das análises e pelos pontos de vista aqui expostos.
Carregando o Elefante desafia cada leitor a mudar a sua forma de ver a política, a economia e o seu próprio papel na sociedade.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
MANCHETES ESPORTIVAS DOS JORNAIS DE 2009
11 de maio: Vasco estréia confiante contra o ABC.
18 de maio: Vasco será todo ataque contra o Ceará.
25 de maio: Renato Gaucho: "Não tem mais bobo na série B".
1 de junho: Gigante da Colina busca a recuperação contra o Gama em São Januário.
10 de junho: Vasco tenta quebrar jejum contra o Avaí fora de casa.
11 de junho: Antônio Lopes assume o Vasco.
20 de julho: Vasco sonda jogadores experientes para jogar a série B.
26 de julho: Atacante Luizão: "é um sonho voltar ao Vasco".
03 de agosto: Vasco tem parada duríssima em Joinville.
10 de agosto: Eurico, diretor de futebol diz: "Vencer o Fla de Piauí é o mesmo que um título".
16 de agosto: Bacalhau precisa da vitória contra o Fortaleza.
10 de setembro: "Temos que manter a calma", diz Lopes, sobre a partida contra o América de Natal.
15 de setembro: Vasco contrata jogadores com experiência: "Bismarck e Donizete Pantera se apresentam e estão dispostos a ajudar".
25 de setembro: Edmundo admite: "Jundiaí é favorito".
1 de outubro: Vascão tenta a primeira vitória contra o Vila Nova
10 de outubro: Vasco traz Marcelinho Carioca e Tuta para jogo contra o Bahia.
15 de outubro: "O importante é manter a cabeça erguida", diz Antonio Lopes.
20 de outubro: Vasco traz Romário para acabar com o jejum de gols.
25 de outubro: Vasco vai para o tudo ou nada contra o Santo André.
26 de outubro: Renato Gaúcho assume de novo e muda tudo.
1 de novembro: Vasco faz o jogo dos desesperados contra o Brasiliense.
5 de novembro: Viola chega e avisa: "Não sou o salvador da pátria. Estou aqui para somar".
10 de novembro: Gigante da Colina busca milagre em Bragança.
15 de novembro: "Vamos jogar com o coração", promete Edmundo.
20 de novembro: Dinamite descarta virada de mesa. "Vamos para a Série C com dignidade".
18 de maio: Vasco será todo ataque contra o Ceará.
25 de maio: Renato Gaucho: "Não tem mais bobo na série B".
1 de junho: Gigante da Colina busca a recuperação contra o Gama em São Januário.
10 de junho: Vasco tenta quebrar jejum contra o Avaí fora de casa.
11 de junho: Antônio Lopes assume o Vasco.
20 de julho: Vasco sonda jogadores experientes para jogar a série B.
26 de julho: Atacante Luizão: "é um sonho voltar ao Vasco".
03 de agosto: Vasco tem parada duríssima em Joinville.
10 de agosto: Eurico, diretor de futebol diz: "Vencer o Fla de Piauí é o mesmo que um título".
16 de agosto: Bacalhau precisa da vitória contra o Fortaleza.
10 de setembro: "Temos que manter a calma", diz Lopes, sobre a partida contra o América de Natal.
15 de setembro: Vasco contrata jogadores com experiência: "Bismarck e Donizete Pantera se apresentam e estão dispostos a ajudar".
25 de setembro: Edmundo admite: "Jundiaí é favorito".
1 de outubro: Vascão tenta a primeira vitória contra o Vila Nova
10 de outubro: Vasco traz Marcelinho Carioca e Tuta para jogo contra o Bahia.
15 de outubro: "O importante é manter a cabeça erguida", diz Antonio Lopes.
20 de outubro: Vasco traz Romário para acabar com o jejum de gols.
25 de outubro: Vasco vai para o tudo ou nada contra o Santo André.
26 de outubro: Renato Gaúcho assume de novo e muda tudo.
1 de novembro: Vasco faz o jogo dos desesperados contra o Brasiliense.
5 de novembro: Viola chega e avisa: "Não sou o salvador da pátria. Estou aqui para somar".
10 de novembro: Gigante da Colina busca milagre em Bragança.
15 de novembro: "Vamos jogar com o coração", promete Edmundo.
20 de novembro: Dinamite descarta virada de mesa. "Vamos para a Série C com dignidade".
HOMEM PERFEITO... Segundo JÔ SOARES!
Se me faltava motivos para não ser perfeito, agora tenho todos!!!
TV Gratis pela Internet
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domingo, 26 de outubro de 2008
Meu sogro, um poeta...
Você é como a gota de chuva
Você é como a gota de chuva
que cai (cristalina)
É como a suave brisa
que vai (ainda menina)
Deixando um sinal
Que com a luz de meu olhar
Um arco íris irá de formar
E nesse colorido de luz
Você me seduz
Me leva a sonhar
Com um longo beijo
É tanto desejo
De ter-te nos braços
E entre muitos abraços
Sentir teu calor
Suave odor
De fêmea no cio
São tantos desejos
Que até me arrepio
Ah! coração falador!
Porque não fica calado
Segredos guardados
De um sonhador!
PEDRO AUGUSTO NESPOLI
Você é como a gota de chuva
que cai (cristalina)
É como a suave brisa
que vai (ainda menina)
Deixando um sinal
Que com a luz de meu olhar
Um arco íris irá de formar
E nesse colorido de luz
Você me seduz
Me leva a sonhar
Com um longo beijo
É tanto desejo
De ter-te nos braços
E entre muitos abraços
Sentir teu calor
Suave odor
De fêmea no cio
São tantos desejos
Que até me arrepio
Ah! coração falador!
Porque não fica calado
Segredos guardados
De um sonhador!
PEDRO AUGUSTO NESPOLI
terça-feira, 21 de outubro de 2008
O melhor artigo sobre o sequestro de Santo André
Marli Nogueira*
Tenho ouvido as mais disparatadas opiniões a respeito do seqüestro em Santo André, inclusive de pessoas que, em razão de sua autoridade, tinham a obrigação de não ser tão superficiais. Há quem diga, por exemplo, que ele resultou de uma "arraigada cultura machista". Mentira! Ele resultou, isso sim, de uma paixão, doença da alma que, na ausência de antídotos fortes que só podem ser produzidos mediante uma excelente formação moral que dê estrutura ao indivíduo, acaba extravasando de seus bordos e causando tragédias como essa. Paixão, como essas autoridades deveriam saber, deriva do termo grego pathos, que significa exatamente "doença". Dele vêm os demais termos ligados ao mesmo tema, como "patologia" e "patológico". E, como doença da alma, pode acometer homens ou mulheres. Aliás, não são tão raros assim os casos de mulheres que matam seus maridos por ciúmes, exatamente como fez o rapaz de Santo André. Pretender utilizar esse caso para estimular mais desavenças, colocando mulheres contra homens, é, no mínimo, uma irresponsabilidade.
Outra opinião completamente distorcida é a de que o crime decorre da "permissão exagerada" do uso de armas. Mais uma mentira da grossa! Ou será que alguém imagina que o seqüestrador- assassino comprou a sua arma em um estabelecimento comercial autorizado, mediante a apresentação do porte de armas e, ainda por cima, a registrou regularmente? Ele mesmo afirmou que "comprar uma arma é facílimo". E é mesmo. Basta contatar um bandido qualquer, pagar-lhe o preço solicitado e pronto. Esse papo de desarmamento (que fatalmente voltaria à baila após o "sucesso" da Lei Seca) é conversa mole para boi dormir. O Brasil somente poderá aceitar uma política de desarmamento no dia em que o governo conseguir impedir por completo a entrada de armas contrabandeadas no país. E não só isso. Deverá, primeiro, retirar as armas de todos os bandidos. Onde já se viu deixar a população desarmada em meio a milhares (ou milhões, talvez) de bandidos que as utilizam para matar cada um de nós? Desproteger os justos enquanto não se toma medida alguma contra os injustos é o cúmulo da injustiça.
Não sejamos hipócritas! Na verdade, o grande responsável pela morte da adolescente Eloá foi o "politicamente correto", esse assassino invisível de valores, que tantas conseqüências desastrosas já acarretou. Se a sociedade entendesse que o correto é punir o agressor e defender a vida da vítima, ela certamente não estaria morta agora. Seu seqüestrador sim, poderia estar em seu lugar. É exatamente para preservar a vida da vítima em mãos de bandidos como ele que a polícia possui atiradores de escol. Mas ai da polícia se resolvesse se valer de algum desses atiradores para, à custa da vida de seu seqüestrador, salvar a menina-refém! Toda a turma dos Direitos Humanos e dos defensores do Estatuto da Criança e do Adolescente estaria, agora, vociferando contra a instituição.
Essa gente parece não compreender que a partir do momento em que alguém decide, deliberadamente, infringir todas as regras da boa convivência, deve arcar com os custos dessa decisão. Punir os maus e defender as suas vítimas não é favor algum, mas uma obrigação. Até os antigos gregos já sabiam disso. Ensina Platão que quando Hermes indagou a Zeus se deveria distribuir a arte da justiça e do respeito a todos os homens, indistintamente, este respondeu: "A todos. Que todos os compartilhem, porque as Cidades não poderiam surgir se apenas poucos homens os detivessem, assim como acontece com as outras artes. Aliás, em meu nome, estabeleça como lei que aquele que não sabe compartilhar o respeito e a justiça seja morto como um mal da Cidade".
Mas como há séculos a humanidade vem se afastando cada vez mais dos valores que plasmaram a nossa civilização, a própria vida se encarrega da cobrar-lhe por esse desatino, e de maneira impiedosa. Casos como esse só podem mesmo resultar em tragédias, com imensa dor não apenas para a família das vítimas, como para todos os homens e mulheres de bem que ainda se pautam pelos poucos valores que ainda nos restam. Mas esses casos não constituem mais novidade alguma. Cada vez se tornam mais freqüentes e também mais violentos. E assim continuará sendo até que a sociedade, cansada de iniqüidades e dos discursos retóricos que lhes dão ensejo, resolva pôr um basta a esse estado de coisas, retomando os valores que permitiram sua agregação. E um deles é, justamente, o de fortalecer (em todos os sentidos) aqueles que, como a polícia, existem para protegê-la.
*A autora é Juíza do Trabalho em Brasília
Tenho ouvido as mais disparatadas opiniões a respeito do seqüestro em Santo André, inclusive de pessoas que, em razão de sua autoridade, tinham a obrigação de não ser tão superficiais. Há quem diga, por exemplo, que ele resultou de uma "arraigada cultura machista". Mentira! Ele resultou, isso sim, de uma paixão, doença da alma que, na ausência de antídotos fortes que só podem ser produzidos mediante uma excelente formação moral que dê estrutura ao indivíduo, acaba extravasando de seus bordos e causando tragédias como essa. Paixão, como essas autoridades deveriam saber, deriva do termo grego pathos, que significa exatamente "doença". Dele vêm os demais termos ligados ao mesmo tema, como "patologia" e "patológico". E, como doença da alma, pode acometer homens ou mulheres. Aliás, não são tão raros assim os casos de mulheres que matam seus maridos por ciúmes, exatamente como fez o rapaz de Santo André. Pretender utilizar esse caso para estimular mais desavenças, colocando mulheres contra homens, é, no mínimo, uma irresponsabilidade.
Outra opinião completamente distorcida é a de que o crime decorre da "permissão exagerada" do uso de armas. Mais uma mentira da grossa! Ou será que alguém imagina que o seqüestrador- assassino comprou a sua arma em um estabelecimento comercial autorizado, mediante a apresentação do porte de armas e, ainda por cima, a registrou regularmente? Ele mesmo afirmou que "comprar uma arma é facílimo". E é mesmo. Basta contatar um bandido qualquer, pagar-lhe o preço solicitado e pronto. Esse papo de desarmamento (que fatalmente voltaria à baila após o "sucesso" da Lei Seca) é conversa mole para boi dormir. O Brasil somente poderá aceitar uma política de desarmamento no dia em que o governo conseguir impedir por completo a entrada de armas contrabandeadas no país. E não só isso. Deverá, primeiro, retirar as armas de todos os bandidos. Onde já se viu deixar a população desarmada em meio a milhares (ou milhões, talvez) de bandidos que as utilizam para matar cada um de nós? Desproteger os justos enquanto não se toma medida alguma contra os injustos é o cúmulo da injustiça.
Não sejamos hipócritas! Na verdade, o grande responsável pela morte da adolescente Eloá foi o "politicamente correto", esse assassino invisível de valores, que tantas conseqüências desastrosas já acarretou. Se a sociedade entendesse que o correto é punir o agressor e defender a vida da vítima, ela certamente não estaria morta agora. Seu seqüestrador sim, poderia estar em seu lugar. É exatamente para preservar a vida da vítima em mãos de bandidos como ele que a polícia possui atiradores de escol. Mas ai da polícia se resolvesse se valer de algum desses atiradores para, à custa da vida de seu seqüestrador, salvar a menina-refém! Toda a turma dos Direitos Humanos e dos defensores do Estatuto da Criança e do Adolescente estaria, agora, vociferando contra a instituição.
Essa gente parece não compreender que a partir do momento em que alguém decide, deliberadamente, infringir todas as regras da boa convivência, deve arcar com os custos dessa decisão. Punir os maus e defender as suas vítimas não é favor algum, mas uma obrigação. Até os antigos gregos já sabiam disso. Ensina Platão que quando Hermes indagou a Zeus se deveria distribuir a arte da justiça e do respeito a todos os homens, indistintamente, este respondeu: "A todos. Que todos os compartilhem, porque as Cidades não poderiam surgir se apenas poucos homens os detivessem, assim como acontece com as outras artes. Aliás, em meu nome, estabeleça como lei que aquele que não sabe compartilhar o respeito e a justiça seja morto como um mal da Cidade".
Mas como há séculos a humanidade vem se afastando cada vez mais dos valores que plasmaram a nossa civilização, a própria vida se encarrega da cobrar-lhe por esse desatino, e de maneira impiedosa. Casos como esse só podem mesmo resultar em tragédias, com imensa dor não apenas para a família das vítimas, como para todos os homens e mulheres de bem que ainda se pautam pelos poucos valores que ainda nos restam. Mas esses casos não constituem mais novidade alguma. Cada vez se tornam mais freqüentes e também mais violentos. E assim continuará sendo até que a sociedade, cansada de iniqüidades e dos discursos retóricos que lhes dão ensejo, resolva pôr um basta a esse estado de coisas, retomando os valores que permitiram sua agregação. E um deles é, justamente, o de fortalecer (em todos os sentidos) aqueles que, como a polícia, existem para protegê-la.
*A autora é Juíza do Trabalho em Brasília
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
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